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Demanda por investimentos dos micro e pequenos empresários atinge 35 pontos em dezembro, maior pontuação da série histórica, mostra indicador do SPC Brasil e CNDL
Apesar da alta, quantidade de empresários com intenção de investir ainda permanece baixa. 74% dos MPEs não planejam tomar crédito nos próximos 90 dias
24 jan, 2018 às 16:59
por Ascom - Izidy Ramel Comunicação
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O final de 2017 parece ter encorajado micro e pequenos empresários do varejo e serviços. Nos três últimos meses do ano passado, o Indicador de Propensão ao Investimentono próprio negócio ficou acima da média histórica, de 27,3 pontos, numa escala que vai de zero a 100. Dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostram que, em dezembro de 2017 o indicador marcou 35,1 pontos, acima do observado no mesmo mês de 2016 (26,2 pontos) e acima do observado em novembro (31,0 pontos). O resultado de dezembro foi o maior, desde o início da série, em maio de 2015. Pela metodologia, quanto mais próximo de 100, maior é a propensão; quanto mais distante, menor a propensão.
Apesar da alta, a quantidade de empresários que declararam a intenção de investir ainda permanece baixa (29%), praticamente a mesma observada no mês de novembro (28%). Cresceu, no entanto, a quantidade de indecisos, passando de 6% para 15%, e caiu a quantidade dos que descartam investir, que passou de 64% para 53%.Entre esses que não pretendem investir, a principal razão é o fato de não ver necessidade, citada por 48%. Para 26%, ainda pesa a percepção de que o país não saiu da crise. Além desses, 13% dizem que investiram recentemente e que estão aguardando retorno. Por outro lado, entre os que pretendem investir, a maior parte (47%) mira o aumento de vendas, além da adaptação da empresa a nova tecnologia (13%), do atendimento da demanda que aumentou (13%) e da economia de recursos (9%).
Entre os que planejam investir, as medidas mais comuns serão a reforma da empresa (27%), a ampliação de estoque (23%), a aquisição de máquinas e equipamentos (20%), investimentos em mídia e propaganda (13%) e a ampliação de portfólio (13%).
O capital próprio será escolha de mais da metade dos micro e pequenos empresários que planejam investir nos próximos três meses, seja por meio de aplicações que possuem (48%) ou resultante da venda de algum bem (13%). Os que vão recorrer a empréstimos e financiamentos em bancos e financeiras são 17% dos entrevistados.
Somente 11% dos MPEs têm intenção de contratar crédito
Em dezembro 2017, a intenção de contratar crédito também subiu, tanto na comparação mensal quanto na comparação anual. O Indicador de Demanda por Crédito dos Micro e Pequenos Empresários alcançou 17,9 pontos, o maior resultado desde o início da série histórica, acima de dezembro de 2016 (12,3 pontos) e de novembro de 2017 (12,9). “Como se vê, a intenção de contratar crédito fica abaixo da intenção de investir, evidenciando o fato de que muitos desses investimentos são viabilizados com capital próprio”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.
Apesar do avanço na comparação com os meses anteriores, os dados do indicador mostram que apenas 11% desses empresários têm a intenção de contratar crédito pelos próximos três meses. Os que não pretendem tomar recursos emprestados somam 74% da amostra, ao passo que 13% estão indecisos.
Para Kawauti, o baixo apetite ao crédito é justificado pela conjuntura econômica e pela falta de conhecimento das possibilidades que o crédito oferece. “Mesmo com a queda da taxa Selic, os juros para as empresas e consumidores ainda se mantêm elevados. Conforme a economia apresente sinais de melhora, como mais geração de empregos e reaquecimento das vendas, a procura por crédito deve aumentar acompanhando a evolução das perspectivas do empresariado”, analisa a economista.
38% dos MPEs reconhecem que a contratação de crédito está difícil
Entre os que rejeitam contratar crédito, a principal razão apontada é o fato de conseguir manter o negócio com recursos próprios (36%). Além desses, 27% mencionam as altas taxas de juros e 14% dizem estar inseguros com as condições econômicas. Sobre o grau de dificuldade para contratar crédito, 38% dos micro e pequenos empresários reconhecem que atualmente está difícil conseguir crédito no mercado. Há, porém, uma parcela considerável, de 20% de entrevistados, que consideram a contratação fácil. O excesso de burocracia (46%) e juros altos (42%) são as principais razões para quem vê entraves na contratação de crédito.
Considerando a minoria dos que vão tomar recursos emprestados de terceiros, 32% manifestaram a intenção de usar esse dinheiro extra para formar capital de giro. O pagamento de dívidas é a escolha de 21% dos empresários consultados, ao passo que 18% pretendem reformar a empresa e 16% comprar equipamentos. Já a modalidade de crédito a ser solicitada ainda não foi definida para 45%, enquanto 26% citam o microcrédito e 20% os financiamentos.
Metodologia
Os Indicadores de Demanda por Crédito e de Propensão para investimentos do Micro e Pequeno Empresário (IDCI-MPE) calculados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) levam em consideração 800 empreendimentos com até 49 funcionários, nas 27 unidades da federação, incluindo capitais e interior. As micro e pequenas empresas representam 39% e 35% do universo de empresas brasileiras nos segmentos de comércio e serviços, respectivamente.
Fonte: CNDL
Popar é hábito pouco frequente mesmo estre os Brasileiros de maior renda, revela indicador do SPC Brasil e CNDL
66% das classes A e B não tiveram sobras de dinheiro em novembro. Com Selic a 7%, poupança ganha pouco mais de atratividade; 42% sacaram parte das reservas para pagar contas, dívidas e driblar imprevistos
19 jan, 2018 às 16:50
por Ascom - Izidt Ramel Comunicação
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Guardar dinheiro todos os meses não é um hábito que faz parte da disciplina do consumidor brasileiro. Nem mesmo entre aqueles que possuem renda maior. Dados do Indicador Mensal de Reserva Financeira apurado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revelam que em cada dez brasileiros com renda superior a cinco salários mínimos (R$ 4.690), apenas três (30%) conseguiram encerrar o último mês de novembro com sobras de dinheiro. No total, 66% das pessoas que fazem parte das classes A e B não foram capazes de guardar nenhuma parte de seus rendimentos. Quatro por cento não sabem ou não responderam.
Considerando toda a população e, não apenas os brasileiros das classes A e B, a proporção dos que conseguem guardar dinheiro é ainda menor. Somente 20% conseguiram fechar novembro com sobras contra 70% de não poupadores. Entre aqueles que conseguiram guardar dinheiro em novembro e que sabem o valor guardado, a média é de R$ 400,57.
“A conjuntura econômica é um fator que contribui fortemente para que as pessoas terminem o mês sem dinheiro para investir, mas a falta de disciplina e de controle das finanças também é um grande entrave. O consumidor deve ter em mente que um orçamento controlado pode fazer toda a diferença no final do mês. O ideal não é poupar somente o que sobra no fim do mês, mas sempre reservar uma quantia fixa”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.
Exemplo desse comportamento pouco regrado é que apenas 5% dos poupadores reconhecem guardar sempre a mesma quantia todos os meses. Um quarto (25%) guardam apenas o que sobra no orçamento quando terminam de pagar todas as contas. “Se o consumidor deixar para poupar o que sobra, é mais difícil ceder aos apelos de consumo. O mais indicado é dividir o orçamento em gastos obrigatórios, gastos com lazer e compras daquilo que gosta e uma parte para investimentos, que precisa ser sagrado e ter objetivos distintos”, explica o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli.
60% dos poupadores recorrem à caderneta de poupança; apenas 4% investem em Tesouro Direto
O desconhecimento ou perfil majoritariamente conservador do poupador brasileiro também se refletem quando o levantamento investiga as modalidades de investimentos que os consumidores usam. A caderneta de poupança é o destino mais frequente do dinheiro guardado, com 60% de menções. Em segundo lugar aparecem as pessoas que deixam o dinheiro guardado em casa (18%). Completam o ranking os fundos de investimento (13%), previdência privada (10%), CDBs (8%) Tesouro Direto (4%) e dólar (2%).
A principal razão justificada por aqueles que deixam dinheiro guardado em casa é a liquidez, com 41% de menções – ou seja, a facilidade para dispor desse dinheiro quando precisam usá-lo em momentos de necessidade. Também se destacam a sensação de segurança (20%), o fato de ser uma pequena quantia de dinheiro (20%) e até mesmo o receio de um confisco da poupança (16%), algo que objetivamente pode ser descartado.
O educador financeiro José Vignoli orienta que se a preocupação do consumido for a liquidez, “o dinheiro pode ser depositado em uma conta poupança, que gera rendimentos e de onde pode ser sacado com facilidade. Dessa forma, o dinheiro não fica parado, pode ser sacado a qualquer momento e não deixa o consumidor vulnerável, uma vez que os recursos guardados na própria casa podem ser roubados ou perdidos. Os recursos também são garantidos pelo Fundo Garantidor de Crédito, o que dá garantias ao poupador”, afirma Vignoli.
79% já ouviram falar da poupança, mas 33% conhecem Tesouro Direto; com Selic a 7%, poupança se torna pouco mais atrativa
O indicador do SPC Brasil mostra ainda que a poupança, além de ser o destino mais comum das reservas, também é o investimento mais conhecido dos poupadores quem não optam por essa alternativa de investimento: 79% dessas pessoas disseram já ter ouvido falar a respeito dessa modalidade. No caso da previdência privada, 61% dos que não a possuem, já ao menos ouviram falar ao seu respeito. Investimentos em ações são de conhecimento de 57% desses entrevistados e Fundos de Investimentos por 55%. Alternativa que ganhou espaço nos últimos anos – período em que a taxa Selic se manteve elevada – o tesouro direto é conhecido por apenas 33% dos poupadores que não têm essa modalidade de investimento.
De acordo com os especialistas do SPC Brasil, o recuo da taxa Selic para 7% ao ano torna a poupança, comparativamente com outras aplicações de renda fixa, um tipo de investimentos pouco mais atrativo. “O atual ciclo de queda de juros acaba diminuindo a rentabilidade de investimentos atrelados à Selic, favorecendo a poupança, que é isenta de imposto de renda”, explica a economista Marcela Kawauti.
42% dos poupadores tiveram de sacar recursos em novembro; apenas 11% guardam dinheiro pensando na aposentadoria
Para os especialistas do SPC Brasil, o brasileiro deve ter reservas distintas para cada objetivo de vida. Seja ele se prevenir contra imprevistos, garantir uma aposentadoria tranquila ou realizar um sonho de consumo. Nesse sentido, a pesquisa mostra que proteger-se contra imprevistos é o principal propósito dos brasileiros que guardam dinheiro.Pouco mais de um terço (34%) dos poupadores reservaram parte de seus rendimentos para lidar com uma eventual doença ou morte na família. Para 32%, o principal objetivo é garantir o bem-estar da família no futuro, ao passo que 28% pensam em ter uma reserva que cubra gastos em uma situação de desemprego. Apenas 11% dos poupadores brasileiros guardam dinheiro pensando na aposentadoria.
De acordo com a pesquisa, em cada dez brasileiros que possuem uma reserva, quatro (42%) tiveram de sacar ao menos parte desses recursos, sendo que o principal destino foi o pagamento das contas de casa (13%), imprevistos (9%) e pagamento de dívidas (9%).
Metodologia
O indicador abrange 12 capitais das cinco regiões brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Salvador, Fortaleza, Brasília, Goiânia, Manaus e Belém. Juntas, essas cidades somam aproximadamente 80% da população residente nas capitais. A amostra, de 800 casos, foi composta por pessoas com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos
os sexos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais a uma margem de confiança de 95%.Fonte: CNDL
Prêmios da campanha de Natal 2017 da CDL de Brumado, entregues!
16 jan, 2018 às 09:39
por Ascom - Izidy Ramel Comunicação
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Prêmios da campanha de Natal 2017 da CDL de Brumado, entregues! -
Prêmios da campanha de Natal 2017 da CDL de Brumado, entregues! -
Prêmios da campanha de Natal 2017 da CDL de Brumado, entregues! -
Prêmios da campanha de Natal 2017 da CDL de Brumado, entregues! -
Prêmios da campanha de Natal 2017 da CDL de Brumado, entregues! -
Prêmios da campanha de Natal 2017 da CDL de Brumado, entregues! -
Prêmios da campanha de Natal 2017 da CDL de Brumado, entregues! -
Prêmios da campanha de Natal 2017 da CDL de Brumado, entregues! -
Prêmios da campanha de Natal 2017 da CDL de Brumado, entregues! -
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Prêmios da campanha de Natal 2017 da CDL de Brumado, entregues! -
Prêmios da campanha de Natal 2017 da CDL de Brumado, entregues! -
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Prêmios da campanha de Natal 2017 da CDL de Brumado, entregues! -
Prêmios da campanha de Natal 2017 da CDL de Brumado, entregues! -
Prêmios da campanha de Natal 2017 da CDL de Brumado, entregues! -
Prêmios da campanha de Natal 2017 da CDL de Brumado, entregues! -
Prêmios da campanha de Natal 2017 da CDL de Brumado, entregues! -
Prêmios da campanha de Natal 2017 da CDL de Brumado, entregues! -
Prêmios da campanha de Natal 2017 da CDL de Brumado, entregues!
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A Câmara de Dirigentes Lojistas de Brumado entregou os prêmios da campanha de Natal Show de prêmios CDL + Brumado 2017, e na oportunidade, a diretoria e toda a equipe da entidade agradece mais uma vez pela participação do comércio e dos consumidores, e parabeniza a todos os ganhadores!
Nota de Pesar/ Brumado lamenta a morte de Gildásio da Madeireira Real
13 jan, 2018 às 14:59
por Manoel Messias - Presidente da CDL de Brumado
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Neste momento o Comércio de Brumado encontra-se triste e abalado com a perda de um dos seus maiores e ilustres membros. Gildásio Moreno Soares, 65 anos, da Madeireira Real, grande amigo, humano, sereno, parceiro do comércio, responsável por muitas famílias a quem emprega e a quem o comércio tem muito a agradecer pelos anos de colaboração, preocupado com o social, daí um grande rotariano. Que Deus conforte a todos os familiares, parentes e amigos, fazendo com que este momento, seja de mais uma reflexão em nossas vidas, onde antes de partir, devemos estar atentos em seguir os ensinamentos de Deus e fazer o máximo pelo nosso semelhante, deixando para os que ficam, um legado de bons exemplos, boas ações e boas lembranças, como ficarão do nosso grande amigo GILDÁSIO DA MADEIREIRA.
Manoel Messias - Presidente da CDL de Brumado
Governo divulga calendário para saques do PIS/Pasep
Homens com mais de 65 anos e mulheres com mais de 62 anos têm direito a sacar o benefício, desde o dia 8; idade mínima para ter direito à cota do PIS/Pasep foi reduzida para 60 anos
10 jan, 2018 às 08:55
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O Ministério do Planejamento divulgou desde o dia 8, o calendário de pagamento das cotas de PIS e Pasep para as pessoas com mais de 60 anos. A nova idade foi fixada na Medida Provisória 813/2017, que entrou em vigor no último dia 6 e reduziu a idade mínima para saque dos fundos. Para esse público, o pagamento será iniciado no dia 22 de janeiro, com crédito automático para quem tem conta na Caixa e Banco do Brasil, e no dia 24 de janeiro para os demais beneficiários diretamente nas agências.
Para homens com mais de 65 anos e mulheres com mais de 62 anos, público que já tinha sido contemplado pela MP 797/2017, o saque será retomado a partir desta segunda-feira nas agências e canais da Caixa e do BB, assim como para os demais cotistas com mais de 70 anos, aposentados e herdeiros. O pagamento para esse conjunto de pessoas havia sido suspenso porque a MP 797 perdeu a validade sem ter sido votada pelo Congresso. Depois, o governo editou uma nova medida reabrindo o prazo e ampliando o público beneficiado.
Segundo o Planejamento, esta nova etapa de saques, com a nova redução da idade, beneficia mais de 4,5 milhões de cotistas do PIS e do Pasep “que poderão efetuar o saque de R$ 7,8 bilhões disponíveis nas instituições financeiras”.
“Essa medida, além de colocar dinheiro no bolso do brasileiro para pagar despesas e deixar suas contas em dia, ajuda a aquecer a economia, ativar o comércio, a indústria e os serviços, gerando mais empregos e melhorando a renda dos trabalhadores”, disse o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, em nota distribuída à imprensa.
Poderão sacar as cotas os trabalhadores cadastrados no PIS ou no Pasep entre 1971 até 4 de outubro de 1988 e que ainda não sacaram o saldo total de cotas na conta individual de participação. Beneficiários legais, na condição de herdeiros, também poderão comparecer às agências da Caixa e BB portando o documento oficial de identificação e o documento que comprove sua condição de herdeiro para realizar o saque.
Fonte: O Estado de S.Paulo
Temer assina decreto definindo salário mínimo de 2018 em R$954
Valor do salário mínimo, que era é de R$ 937, teve reajuste de R$ 17. Medida vale desde 1º de janeiro.
08 jan, 2018 às 11:44
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O presidente da República, Michel Temer, assinou dia 29 de Dezembro um decreto que fixa em R$ 954 o valor do salário mínimo em 2018, aumento de R$ 17 em relação ao valor que estava em vigor que era R$ 937 em 2017.
A medida foi publicada na sexta (29) em edição extra do "Diário Oficial da União". O reajuste começou a valer a partir de 1º de janeiro.
O reajuste do salário mínimo em 2018 é o menor em 24 anos. Também é menor do que a estimativa que havia sido aprovada pelo Congresso Nacional, de R$ 965. Com isso, o governo prevê economizar R$ 3,3 bilhões agora, em 2018.
Fonte : https://g1.globo.com/politica/noticia/temer-assina-decreto-definindo-salario-minimo-de-2018-em-r-954.ghtml
Campanha Show de Prêmios CDL + Brumado 2017 (GANHADORES)
06 jan, 2018 às 12:33
por Ascom - Izidy Ramel Comunicação
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Ganhadores dos vales compras:
GILVANDO DE SOUZA SANTOS
SALVADOR CARLOS COQUEIRO DE SOUZA
HERMANO JOSE DE LIMA FILHO
MARIA SOLIDADE SILVA
ELVIS SALVADOR
JOÃO VITOR SILVA NASCIMENTO
CARMELIA SANTOS DE SOUZA
SIMONE DE JESUS SILVA
ISABEL (BEL PASSARELA)
HELENI VIEIRA DE SANTANA
NILZETE ROSA CARDOSO
HELTON AGUIAR ROCHA
NILDA NASCIMENTO SOUZA
ROSENI DOS SANTOS LIMA
OLEGÁRIO SILVA HERCULES
TEREZINHA FAGUNDES
ELIZABETE DOS SANTOS S. SILVA
ELISA VALE DA SILVA
ELIANA ROCHA LEITE SOUZA
WEBERTE SILVA CARLOSDAVI ARAUJO NOVAIS - ganhador da moto Honda 0KM CG 125 Fan KS.
VANIA DE S. SANTANA - ganhadora da mobília + uma moto Honda Pop 0km.
Estes foram os ganhadores do sorteio da Campanha de Natal da CDL de 2017.
A satisfação da Câmara de Dirigentes Lojistas é enorme, em contemplar todas essas pessoas!
Quando todos se unem o comércio fica mais forte, então, o presidente Manoel Messias e toda a diretoria, agradece a todos que participaram desta campanha direta ou indiretamente!
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A conquista da negociação e avanço no processo burocrático, traz segurança à relação entre trabalhador e empresário.
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O conforto de trabalhar em casa, associado à aplicação de regras claras, trará ótimos benefícios para o trabalhador home-office.
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Tanto a empresa quanto o trabalhador saem ganhando.
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O trabalhador obtém novos direitos, e com novos direitos vem novas responsabilidades.
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Você sabia?




