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Número de inadimplentes cresce em setembro
13 out, 2015 às 11:00
- O número de consumidores brasileiros com contas atrasadas aumentou 5,45% no mês de setembro com relação a igual mês do ano passado, de acordo com o Indicador de Inadimplência apurado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O resultado representa uma aceleração se comparado com o dado de agosto, quando a variação anual havia sido de 4,86%. Na comparação com agosto deste ano, sem ajuste sazonal, houve um recuo de 0,59% no volume de brasileiros inadimplentes.Em número absoluto, o SPC Brasil e a CNDL estimam que até o encerramento do mês de setembro, havia um total de 57 milhões de consumidores com o nome registrado em cadastro de devedores – o que equivale a 38,9% da população adulta do país (faixa de 18 a 94 anos). Entre janeiro de 2015 e setembro do mesmo ano, houve um aumento líquido de aproximadamente 2,4 milhões de CPFs negativados em todo o território nacional.Número de dívidas também cresceO movimento de alta também foi verificado na quantidade de dívidas não pagas: a elevação em setembro foi de 6,63%, percentual acima dos 4,31% registrados no mesmo mês de 2014, na base anual de comparação. Já na comparação entre setembro deste ano e o mês imediatamente anterior, houve uma queda de 0,91% na quantidade de dívidas não pagas.Para os especialistas do SPC Brasil, os dados da inadimplência estão sendo influenciados pela perda de dinamismo da economia brasileira e pela deterioração das condições do mercado de trabalho. “Fatores econômicos como a inflação elevada, o alto custo das taxas de juros e o aumento do desemprego têm afetado a capacidade de pagamento dos consumidores”, afirma o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.Os economistas observam que diante da piora do cenário macroeconômico, os indicadores de inadimplência retomaram a trajetória de aceleração a partir do início deste ano. Em janeiro, por exemplo, o volume de dívidas em atraso cresceu apenas 2,40%, patamar inferior ao observado no último mês de setembro.“Se lançarmos um olhar sobre a inadimplência ao longo dos últimos 12 meses, podemos notar que a partir de meados de 2014, o crescimento de devedores e de dívidas em atraso desacelerou em razão da menor oferta de crédito na economia e dos juros elevados. No inicio deste ano, porém, a deterioração do cenário macroeconômico se sobrepôs ao freio do crédito e a inadimplência voltou a acelerar”, observa a economista do SPC Brasil, Marcela Kawauti.Compromissos com água e luz lideram crescimentoLevando em consideração os setores em que os inadimplentes mais atrasaram seus compromissos, o indicador revela que as pendências com as contas de serviços básicos, como água e luz, apresentaram as altas mais expressivas (12,55%) na comparação entre setembro deste ano com o mesmo mês do ano passado. Em seguida aparecem as dívidas bancárias, que englobam pendências no cartão de crédito, empréstimos, financiamentos e seguros, com variação positiva de 10,32%.As dívidas do setor de telecomunicações, que leva em consideração atrasos no pagamento de telefone fixo, celular e TV por assinatura, cresceram 4,17%, enquanto os atrasos no comércio foram mais modestos, com uma leve alta de 0,85%. Quanto à participação no total de dívidas, as pendências bancárias ainda concentram quase a metade do total das dívidas existentes no Brasil: 48,17%.Inadimplência cai apenas entre os mais jovensO indicador mostra ainda que as dívidas em nome de consumidores mais velhos foram as que registraram os aumentos mais intensos. No caso dos idosos com idade entre 65 e 84 anos a alta foi de 10,92% na base anual de comparação. Em sentido oposto, as dívidas em atraso registradas em nome de consumidores mais jovens, com idade entre 18 e 24 anos, apresentaram queda de 8,95%. Em termos de participação, quase a metade (49,43%) das dívidas atrasadas no Brasil estão registradas em nome de consumidores com idade entre 30 e 49 anos.“Os dados apontam para uma tendência observada há vários meses, que reflete de um lado, a entrada tardia dos jovens no mercado de trabalho e, consequentemente se endividando menos e, de outro lado, o aumento da expectativa de vida dos mais idosos, inclusive com a expansão da oferta de bens, serviços e de produtos de crédito direcionados para esse público específico”, explica a economista Marcela Kawauti.Brasileiro enfrenta dificuldades para pagar dívidasDados do indicador do SPC Brasil revela também que a dificuldade no pagamento de contas afeta tanto as dívidas contraídas mais recentemente como as mais antigas. As dívidas mais velhas, ou seja, registradas num período entre três e cinco anos, registraram a maior variação na comparação anual: 15,62%. Em seguida aparecem as dívidas mais recentes, registradas num intervalo de até 90 dias, com variação de 12,10% na comparação com setembro do ano passado. Analisando a participação de cada faixa de atraso, o indicador revela que 71% de todas as dívidas pendentes registradas em cadastro de devedores estão atrasadas há mais de um ano.Sudeste lidera participação no número de inadimplentesDe acordo com o indicador apurado pelo SPC Brasil e pela CNDL, as regiões que lideraram o crescimento do número de inadimplentes, na comparação com setembro do ano passado, foram o Nordeste (7,85%), o Sul (6,84%) e o Centro-Oeste (6,28%). No Norte (4,03%) e Sudeste (3,18%) as variações também foram positivas, mas menores do que a média nacional (5,45%).Segundo estimativas do SPC Brasil, o Sudeste é a região que concentra o maior número de devedores do país: 23,76 milhões de pessoas com o ‘nome sujo’. Isso se deve, principalmente, pelo fato de os estados que compõem a região contarem, também, com o maior número de habitantes na comparação com as demais regiões. No entanto, proporcionalmente, é a região Norte quem possui o maior número de consumidores inadimplentes frente a sua população total: são 5,22 milhões de residentes na região Norte com dívidas em atraso, o que representa 46,3% do total de adultos na região.No ranking de inadimplentes, o Nordeste aparece em segundo lugar com 15,15 milhões de devedores, seguido pelo Sul, com 8,18 milhões de pessoas com contras atrasadas. Em último lugar está o Centro-Oeste, que possui 4,70 milhões de pessoas em situação de inadimplência.Acesse o material completo e a série histórica clicando em “baixar arquivos” no linkhttps://www.spcbrasil.org.br/imprensa/indices-economicos
Campanha agressiva e sem ética se voltou contra Dilma, diz ex-coordenadora de Marina
03 out, 2015 às 12:09
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"A Neca não precisava de nada disso. Podia estar tomando champanhe em Paris", diz uma pessoa próxima da socióloga, educadora e acionista do Itaú Maria Alice Setúbal, mais conhecida pelo apelido de infância - que vem do termo "boneca".
Herdeira do maior banco privado brasileiro, em vez disso, Neca escolheu trabalhar com projetos sociais em São Miguel Paulista, bairro no extremo leste de São Paulo, à frente da Fundação Tide Setúbal, e se meter no vespeiro da política brasileira, apoiando a ex-senadora Marina Silva, que disputou duas vezes a presidência.A última decisão teve um custo. No ano passado, uma das principais estratégias da campanha do PT para enfraquecer Marina foi atacar sua associação com Neca, na época, coordenadora de seu programa de governo.Dilma acusou Neca de agir como "banqueira", não como "educadora", e apoiar Marina para garantir sua adesão a políticas pró-bancos. "Foi uma campanha muito agressiva", lembra Neca em entrevista à BBC Brasil. "(Mas) a própria (queda na) popularidade da presidente, o fato de a população achar que ela mentiu. Tudo isso se voltou contra ela."Fonte: BBC
Quatro perguntas sobre a crise migratória
02 out, 2015 às 10:00
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A crise da imigração acendeu um grande debate na Europa enquanto países ainda tentam descobrir a melhor maneira de lidar com o número gigantesco de refugiados que desembarcam no continente todos os dias.
Segundo estimativas, cerca de 500 mil imigrantes chegaram à Europa somente neste ano – e esse número pode ser bem maior.A questão tem provocado comoção ao redor do mundo e levantado uma série de questões. A BBC Brasil tenta responder as principais delas aqui.http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/10/150929_perguntas_crise_imigrantes_rmFonte: BBC
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Em geral, as empresas envolvidas em casos de corrupção sofrem de uma "lacuna" originada em presidentes e CEOs, que falham ao não deixar claro a seus funcionários que querem negócios limpos, sem exceção.
Quem diz isso é o alemão Andreas Pohlmann, um dos mais conhecidos consultores mundiais de compliance – controle interno para garantir que companhias atuem em conformidade com a lei.Ele faz parte, com a ex-ministra do STF (Supremo Tribunal Federal) Ellen Gracie, do comitê de investigação criado pela Petrobras como resposta ao escândalo de corrupção revelado pela operação Lava Jato, composto ainda por João Adalberto Elek Junior, diretor da nova área de Governança, Risco e Conformidade (um nome grande para compliance).Fonte: BBC
Erro da American Airlines permite compra de passagens de graça ao Brasil
30 set, 2015 às 08:00
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Um erro na página na internet da companhia American Airlines no Chile permitiu a compra de passagens com destinos a Brasil, Estados Unidos e Europa de graça, segundo clientes.
Durante o fim de semana, ao entrar na página da empresa, visitantes encontraram passagens geralmente caras vendidas a US$ 0. A situação teria sido causada por uma falha técnica, e não por uma campanha de marketing, e o site da companhia seguia fora do ar na manhã de segunda-feira.A situação foi compartilhada por clientes nas redes sociais. A jornalista chilena Macarena Carrasco comprou seu bilhete na noite do domingo - mas as passagens estavam disponíveis a preços mais baratos desde a tarde.Ela comprou bilhetes para Londres, mas disse que muitos outros usuários adquiriram passagens para a Grécia pelo mesmo preço.Fonte: BBC
Negros são os mais ameaçados por crise econômica no Brasil, diz relatora da ONU
26 set, 2015 às 10:45
- Relatora especial das Nações Unidas sobre Questões de Minorias, ela elogiou políticas de igualdade adotadas pelo Brasil, mas alertou que essas comunidades "imploram" por resultados imediatos. "As pessoas estão muito impacientes", disse Izsák, em entrevista à BBC Brasil.No relatório, apresentado na última quinta-feira, ela criticou a falta de representatividade de negros em posições públicas e privadas e disse que o país pode fracassar em capitalizar nos avanços feitos até agora se não houver diálogo e confiança. "O tecido social é muito frágil".Foi a primeira missão oficial de Izsák no Brasil. Em 11 dias, visitou cidades na Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo.Nascida na Hungria, ela disse ainda que a mídia precisar expor mais "modelos negros" para romper o ciclo de marginalização, e que a exposição de negros na TV é, geralmente, relacionada à violência e à criminalidade. "Infelizmente, não há modelos positivos".Fonte: BBC
'Só o fim de privilégios e superpensões pode equilibrar contas públicas', diz analista
25 set, 2015 às 08:24
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Se você trabalhar em uma empresa privada, ao se aposentar receberá, no máximo, R$ 4.663 pelo INSS. Já se for funcionário público, dependendo da data em que foi contratado e da carreira que seguiu, ainda pode receber aposentadoria integral até um teto de cerca de R$ 33 mil (o salário de um ministro do Supremo Tribunal Federal).
Caso também seja viúvo ou viúva de outro servidor bem remunerado, é possível que receba, somando a aposentadoria a pensão por morte a que tem direito, um total de mais de R$ 40 mil todo mês, bancados pelos cofres públicos."Não há justificativa para essa diferença entre as condições de aposentadoria do setor privado e do setor público. Trata-se de um exemplo dos privilégios que precisam ser revistos para que o país consiga controlar suas contas públicas", defende, em entrevista à BBC Brasil, o jornalista e economista britânico Brian Nicholson, autor de A Previdência Injusta: Como o fim dos privilégios pode mudar o Brasil (Geração Editorial).Nicholson diz considerar "privilégio" um "benefício subsidiado pelo dinheiro público" e concedido a classes relativamente abastadas. Outros exemplos, na sua opinião, seriam as aposentadorias precoces do INSS - na faixa dos 40 ou 50 anos –, também os proventos de políticos, juízes e militares e os benefícios de alguns anistiados políticos e ex-combatentes da Segunda Guerra Mundial e seus dependentes.Fonte: CDL
O escândalo da Volks pode afetar a imagem da Alemanha?
24 set, 2015 às 08:00
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O escândalo que afeta a Volkswagen, a principal fabricante de carros do mundo, alcançou nesta quarta-feira uma nova dimensão. O executivo-chefe da empresa, Martin Winterkorn, pediu demissão após a revelação de que a empresa manipulou testes de emissões poluentes de carros a diesel vendidos nos Estados Unidos.
O anúncio ocorreu um dia depois que a empresa reconheceu que até 11 milhões de automóveis em todo o mundo poderiam estar equipados com o programa utilizado para enganar agências reguladoras e usuários sobre as emissões de gases poluentes de seus veículos a diesel.Na Alemanha, país conhecido pela indústria automobilística e onde o ativismo ambiental é uma força política, a revelação causou choque e indignação.Um jornal alemão chamou o caso de "o ato de estupidez mais caro da história da indústria automobilística".Estúpido, segundo a publicação, porque manipular os dados de contaminação para melhorar as vendas só pode ser visto como uma bofetada na cara dos clientes que pagaram a mais pelo que pensavam que seria um carro menos poluente.E caro porque desde que a Volkswagen aceitou a responsabilidade, suas ações caíram mais de 30% em dois dias.A empresa também pode enfrentar multas de US$ 18 bilhões das autoridades americanas e o mais provável é que sofra um enorme prejuízo nas vendas futuras.Além disso, o escândalo pode causar impacto negativo na imagem de outras empresas automobilísticas na Alemanha e em outros países europeus.Fonte: BBC
Em quatro pontos: o que muda em seu dia a dia com o dólar a R$ 4
23 set, 2015 às 08:05
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O valor do dólar ultrapassou os R$ 4, atingindo nesta terça-feira a maior cotação desde a criação do Plano Real, em 1994 – no fechamento do dia, estava custando R$ 4,05.
Analistas atribuem a alta principalmente ao acirramento da crise política e às incertezas sobre a capacidade do governo de promover um ajuste fiscal, embora a expectativa de um aperto monetário nos EUA e o desaquecimento da China tenham dado sua contribuição para a mudança no câmbio.O real também estaria sendo pressionado pelo rebaixamento da nota de crédito do país pela agência Standard & Poor’s e pelas perspectivas de revisão das avaliações de outras agências de classificação de risco.Fonte: BBC
Como os bancos latino-americanos continuam lucrando muito, apesar da crise
19 set, 2015 às 11:06
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Os bancos na América Latina parecem ter encontrado a fórmula dos sonhos no mundo dos negócios: ganhar cada vez mais dinheiro, mesmo em tempos de vacas magras.
No Brasil, o lucro conjunto dos quatro maiores bancos cresceu 46% no primeiro semestre deste ano ante o mesmo período de 2014, apesar de o país enfrentar uma recessão e um escândalo de corrupção envolvendo a Petrobras e o governo federal.No México, os lucros do setor bancário aumentaram quase 14% entre janeiro e junho deste ano na comparação com a primeira metade de 2014 - ou seja, cinco vezes mais que a taxa de expansão do PIB (Produto Interno Bruto) local.Algo parecido ocorre em outras nações latino-americanas com economias em desaceleração.Bancos de países como Colômbia, Equador, Paraguai e Uruguai registraram mais ganhos nos primeiros seis ou sete meses de 2015 do que em períodos iguais do ano passado.A tendência se estende a países que passam por estagnação econômica desde 2014 e onde os governos adotam bandeiras de esquerda.Bancos da Argentina e da Venezuela ocuparam os 10 primeiros lugares de um ranking regional de retorno sobre capital, divulgado pela publicação especializadaThe Banker em novembro.Fonte: BBC
- Em uma reunião realizada nessa quinta-feira, 17, o comerciante proprietário da loja Dell Esportes, juntamente com diretores da Câmara de Dirigentes Lojistas de Brumado (Iara Moreira Lobo Silva, Cléber Lôbo Ataíde), Fernando Oliveira – responsável administrativo da entidade, e o vereador Édio Continha, que mais uma vez buscou auxílio para a necessidade citada seguir, solicitaram ao prefeito – Aguiberto Lima Dias – uma iluminação mais adequada para a Praça Armindo Azevedo.O prefeito argumentou que já existe uma verba do Governo Estadual disponibilizada para várias localidades no município que contempla essa região da Praça em questão, entretanto, ressaltou que se essa verba não for viabilizada dentro de um tempo breve fará um esforço para atender à solicitação com recursos municipais, apesar da crise econômica enfrentada pela arrecadação decrescente do município.ASCOM - Izidy Ramel Comunicação
STF decide que doação de empresas a campanhas é inconstitucional
18 set, 2015 às 11:12
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O Supremo Tribunal Federal (STF) julgou inconstitucional a atual legislação que permite que empresas doem para campanhas políticas. Atualmente, essa é a principal fonte de financiamento das disputas eleitorais no país. Seus críticos acreditam que as doações de empresas desequilibram as eleições e abrem espaço para a corrupção.
O processo foi encerrado nesta quinta-feira após ter ficado um ano e cinco meses parado, devido a um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes. O placar do julgamento ficou em 8 x 3 contra as doações de empresas.Atualmente, 40 países no mundo já proíbem que as companhias financiem as disputas eleitorais (leia mais abaixo).Segundo o presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, a decisão já "valerá para as eleições de 2016 e 2018".Fonte: BBC




