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Inflação desacelera para 0,9% em fevereiro; em 12 meses, fica em 10,36%
09 mar, 2016 às 13:53
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Cenoura salta 23,8%; tomate cai 12,6%
A inflação oficial no Brasil perdeu força e fechou fevereiro em 0,9%, uma desaceleração em relação a janeiro, quando havia ficado em 1,27%, e também na comparação com fevereiro do ano passado (1,22%).
É o menor resultado para a inflação mensal desde outubro do ano passado. Os gastos com educação e alimentos puxaram a alta de preços (leia mais abaixo).
No acumulado de 12 meses, a alta dos preços atingiu 10,36%. Apesar de ainda estar elevado, o valor mostra uma desaceleração pela primeira vez desde setembro.
A inflação fechou 2015 em 10,67%, muito acima do limite máximo da meta do governo. O objetivo é manter a alta dos preços em 4,5% ao ano, mas com tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos, ou seja, podendo oscilar de 2,5% a 6,5%.
Os dados do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) de fevereiro foram divulgados nesta quarta-feira (9) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Preços começaram a cair?
A desaceleração da inflação em fevereiro alimenta expectativas de que os preços estejam começando a cair.
"A queda da atividade econômica, com o aumento da taxa de desemprego, tem esse efeito sobre a inflação, e já observamos essa dinâmica", disse à agência de notícias Reuters o economista da Austin Rating Wellington Ramos.
Os resultados da inflação ficaram abaixo do previsto por analistas consultados pela Reuters, de 1% no mês e 10,47% em 12 meses.
Economistas ouvidos em pesquisa do Banco Central esperam que a alta dos preçosfeche 2016 em 7,59%.
Aumento da mensalidade escolar
Os gastos com educação foram os que mais puxaram a inflação de fevereiro para cima, principalmente devido aos aumentos nos preços das mensalidades escolares, no início do ano letivo.
Os custos com cursos regulares (mensalidade escolar) subiram 7,43% no mês, e os de outros cursos (inglês, informática etc.) avançaram 5,53%. A alta do setor de educação, como um todo, foi de 5,9%.
Cenoura salta 23,8%; tomate cai 12,6%
Os preços dos alimentos subiram menos em fevereiro (1,06%), comparando com o mês anterior (2,28%), o que contribuiu para a desaceleração da inflação.
"Itens importantes, como refeição fora de casa, carne e café moído, estão apresentando decréscimo. O que vemos é uma limitação do consumo por conta da conjuntura econômica", disse a economista do IBGE Eulina Nunes dos Santos.
A cenoura foi o produto que mais encareceu (+23,79%). Os preços do feijão-mulatinho (9,76%) e do açúcar (+4,42%) também subiram.
Por outro lado, o tomate ficou 12,63% mais barato, e a batata-inglesa, 5,7%.
Inflação e juros
A inflação alta tem sido uma das principais dores de cabeça para o Banco Central nos últimos anos. A taxa de juros é um dos instrumentos mais básicos para controle da alta de preços.
Quando os juros sobem, as pessoas tendem a gastar menos e isso faz o preço das mercadorias cair (obedecendo à lei da oferta e procura), o que, em tese, controlaria a inflação.
Porém, a taxa de juros já está alta e aumentá-la ainda mais poderia comprometer a retomada do crescimento da economia.
Na última reunião, o BC manteve a taxa básica de juros, a Selic, em 14,25%. Essa taxa de juros é a mais alta desde agosto de 2006, quando ela também estava em 14,25%.
DIA INTERNACIONAL DA MULHER
08 mar, 2016 às 09:32
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Todos sabem que o preconceito é um marco presente na vida da humanidade e a mulher não ficou de fora, em razão dele sofreu grandes perdas.
Ao longo da história, as mulheres estiveram sempre subjugadas às vontades dos homens, a trabalhar como serviçais, sem receber nada pelo seu trabalho ou então ganhavam um salário injusto, que não dava para sustentar sua família.
Em razão desses e tantos outros modos de discriminação contra a mulher, estas se uniram para buscar maior respeito a seus direitos, ao seu trabalho e à sua vida.
A discriminação era tão grande e séria que chegou ao ponto de operárias de uma fábrica têxtil serem queimadas vivas, presas à fábrica em que trabalhavam (em Nova Iorque) após uma manifestação onde reivindicavam melhores condições de trabalho, diminuição da carga horária de 16 para 10 horas diárias, salários iguais aos dos homens – estes chegavam a ganhar três vezes mais no exercício da mesma função.
Porém, em 8 de março de 1910, aconteceu na Dinamarca uma conferência internacional feminina, onde se discutiram os assuntos de interesse das mulheres, além de decidirem que a data seria uma homenagem àquelas mortas carbonizadas.
No governo do presidente Getúlio Vargas as coisas no Brasil tomaram outro rumo. Com a reforma da constituição, acontecida em 1932, as mulheres brasileiras ganharam os mesmos direitos trabalhistas que os homens, além de conquistarem o direito ao voto e a cargos políticos do executivo e do legislativo.
Ainda em nosso país, há poucos anos, foi aprovada a Lei Maria da Penha, como resultado da grande luta pelos direitos da mulher, garantindo bons tratos dentro de casa, para que não sejam mais espancadas por seus companheiros ou que sirvam como escravas sexuais dos mesmos.
Mas a mulher não desiste de lutar pelo seu crescimento, o dia 8 de março não é apenas marcado como uma data comemorativa, mas um dia para se firmarem discussões que visem à diminuição do preconceito, onde são discutidos assuntos que tratam da importância do papel da mulher diante da sociedade, trazendo sua importância para uma vida mais justa em todo o mundo.
fonte: www.brasilescola.com
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Elas ajudam a pagar as contas e tomam as principais decisões dentro de casa, mas nem sempre são tratadas como chefes da família. Trabalham para obter realização pessoal e, ao mesmo tempo, poder pagar as despesas no fim do mês. Definir quais são as características da mulher de hoje é o objetivo da pesquisa “O Perfil das Mulheres Brasileiras”, realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O estudo indica que, mesmo em meio à atual crise econômica, prevalece uma visão otimista entre as mulheres brasileiras: seis em cada dez entrevistadas (62,0%) estão animadas em relação à realização de projetos de vida em 2016.
A pesquisa também avaliou os interesses de consumo das brasileiras e mostra que reformar a casa e comprar um carro ou moto são os principais desejos dessas mulheres para esse ano, com 30,4% e 24,2% das respostas. Também aparecem na lista um tratamento dentário (22,0%) e cursos ou faculdade (20,1%). Já em relação a 2015, os produtos mais comprados por elas foram o smartphone (42,6%), TV (14,4%), fogão (11,4%) e tablete (11,2%).
De acordo com os dados, são as mulheres que decidem a maioria dos assuntos da família em 45,7% dos lares, ainda que o maior salário não seja o delas. Produtos como roupas, artigos para casa, produtos de higiene, limpeza, artigos para os filhos, eletrônicos, alimentos e até mesmo as roupas dos cônjuges são decididos, em sua maioria, pelas mulheres.
Empresas do segmento de saúde e bebidas paradas no tempo.Uma vez que as mulheres têm um grande poder de decisão nas famílias e têm cada vez mais aumentado sua participação no mercado em todos os setores – trabalho, consumo e ambiente social – as empresas deveriam saber com dialogar com elas e reconhecer oportunidades de mercado para esse público-alvo.
Porém, a pesquisa mostra que alguns segmentos não estão conseguindo atingir esse objetivo. Os setores de serviços financeiros, bebidas e saúde foram avaliados como ‘parados no tempo’ em relação a atender as necessidades e os desejos femininos. “Embora se tenha observado a importância das mulheres para as empresas do varejo em uma infinidade de decisões importantes para o andamento da vida familiar, alguns segmentos estão ficando para trás”, diz a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. Por outro lado, os segmentos de beleza, moda e eletrônicos foram os que mais evoluíram nesse quesito e estão entre os que mais satisfazem as mulheres.
“Esse é um importante gancho para que as empresas possam entender o que as consumidoras brasileiras gostam e procuram”, explica Kawauti. “Identificar seu público alvo e entender o universo feminino são possíveis estratégias para os empresários conseguirem atender seus consumidores e aumentarem suas vendas”, indica. “Ter um olhar atento às demandas das mulheres pode ajudar a fidelizar e atrair novos clientes.”
Outro aspecto pesquisado pelo SPC Brasil é o que as empresas e marcas devem fazer para conquistar o público feminino e ganhar sua admiração. A principal resposta é ter honestidade e cumprir o que promete em sua comunicação (47,0%). Também são mencionadas as vantagens oferecidas às consumidoras fieis (12,3%) e a entrega no prazo (11,4%).
Por outro lado, o aumento no preço do produto seria o principal responsável (54,0%) por fazer as mulheres trocarem a marca que usam sempre, ao lado da piora na qualidade (53,4%) e da propaganda enganosa (28,6%).Fonte: CNDL
Franquias faturam 8% a mais em 2015 com lojas pequenas e em cidades menores
01 fev, 2016 às 06:20
por CDL
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O faturamento do setor de franquias atingiu R$ 139,6 bilhões em 2015, um crescimento de 8,3% em relação a 2014, quando foi de R$ 128,9 bilhões, segundo a ABF (Associação Brasileira de Franchising). O dado não leva em conta a inflação.
O número de redes que atuam como franquias no país aumentou 4,5%, passando de 2.942 a 3.073.Em número de unidades, o crescimento foi de 10,1%, passando de 125.641 pontos, em 2014, para 138.343, em 2015.
O crescimento do setor, apesar da crise econômica, se explica pela criatividade dos empresários, segunda a presidente da ABF, Cristina Franco.
"As redes passaram a apostar em formatos menores de negócios, inclusive para trabalho em casa, e em cidades de menor porte, algumas com menos de 50 mil habitantes."
As franquias empregaram 1,189 milhão de trabalhadores diretos em 2015, alta de 8,5% em relação ao ano anterior, com 90 mil novos postos de trabalho.
O Boticário é a maior
As maiores franquias do Brasil em número de unidades são:
- O Boticário;
- Subway;
- Cacau Show;
- Colchões Ortobom;
- AM PM Mini Market;
- Mc Donald's;
- Jet Oil;
- Kumon;
- BR Mania;
- e Wizard.
O Boticário tem mais de 3.000 unidades. O número de unidades das marcas não foi detalhado, mas, segundo a ABF, todas do ranking possuem mais de 1.000. pontos.
Nordeste e Centro-Oeste se destacam
O crescimento do setor se deu de forma mais acentuada nas regiões Nordeste e Centro-Oeste, segundo a entidade. Dos 5.570 municípios brasileiros, cerca de 40% (2.243) têm franquias."As franquias são um sinal de desenvolvimento nas cidades. Quando elas chegam em cidades menores, a população local deixa de se deslocar para outros municípios para consumir produtos de marcas que são aspiracionais", diz Claudio Tieghi, diretor de inteligência de mercado da ABF.
Acessórios e calçados
Os segmentos que mais cresceram em faturamento em 2015 foram os de acessórios pessoais e calçados, com alta de 12%, seguido por negócios, serviços e outros varejos (10%) e hotelaria e turismo (9%). Os valores absolutos não foram divulgados.Em número de unidades, o de maior destaque foi o segmento de serviços automotivos, com alta de 27%. Na sequência, aparecem acessórios pessoais e calçados (22%), comunicação, informática e eletrônicos (13%) e negócios, serviços e outros varejos (13%).
Redes brasileiras no exterior
O estudo mostra que 28 marcas passaram a operar fora do Brasil em 2015, totalizando 134 redes brasileiras com presença no exterior. A participação de empresários em feiras e missões de negócio internacionais e as dificuldades atuais no mercado interno são fatores que impulsionam a internacionalização, segundo a entidade.O mercado mais procurado é os Estados Unidos, com 37 marcas brasileiras, seguido de Paraguai, com 25, Portugal, com 21, e Argentina, com 16.
Confiança do Comércio sobe 6,4 pontos em janeiro ante dezembro, afirma FGV
28 jan, 2016 às 13:07
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O Índice de Confiança do Comércio (Icom) subiu 6,4 pontos em janeiro ante dezembro, na série com ajuste sazonal, divulgou na manhã desta quinta-feira (28) a Fundação Getulio Vargas (FGV).
Com o resultado, o Icom atingiu 67,2 pontos, o maior nível desde agosto de 2015 (67,3 pontos). O dado, porém, deve ser avaliado com cautela, segundo a própria instituição.
"A alta de janeiro pode representar apenas uma calibragem depois de um período de queda forte da confiança no segundo semestre do ano passado, levando o índice ao mínimo histórico em dezembro
Mas não deixa de representar uma boa notícia, que parece estar associada a uma virada de ano menos negativa que o previsto e à expectativa de que velocidade de queda do consumo se reduza nos próximos meses", avalia o superintendente adjunto de Ciclos Econômicos da FGV, Aloisio Campelo, em nota oficial.
Em janeiro, o resultado foi determinado principalmente pela melhora da percepção em relação ao momento presente, embora as avaliações sobre o futuro também tenham avançado. Segundo a FGV, o Índice da Situação Atual (ISA-COM) subiu 9,9 pontos neste mês, para 64,2 pontos, após atingir em dezembro o menor nível da série, iniciada em 2010.
O quesito que mais contribuiu para alta foi a percepção sobre o volume atual de demanda, que subiu 11,1 pontos ante o mês passado. Já o Índice de Expectativas (IE-COM) aumentou 2,7 pontos em janeiro ante dezembro, para 71,4 pontos, também depois de tocar seu mínimo histórico.
A maior influência para o resultado positivo partiu do indicador que capta o grau de otimismo com a situação dos negócios para os próximos seis meses, que cresceu 5,4 pontos na passagem do mês. Em dezembro, o Icom havia cedido 3,4 pontos em relação a novembro.
Com o resultado de janeiro, o índice permaneceu na zona considerada "desfavorável" à atividade, abaixo dos 100 pontos. A coleta de dados para a edição de janeiro da sondagem foi realizada entre os dias 4 e 25 deste mês e obteve informações de 1.216 empresas.
Brasil anuncia apoio à reeleição de Lagarde para comando do FMI
27 jan, 2016 às 13:18
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O governo brasileiro manifestou nesta quarta-feira (27), por meio de nota divulgada pelo Ministério da Fazenda, seu apoio à permanência de Christine Lagarde no comando do Fundo Monetário Internacional (FMI).
"A permanência de Lagarde no FMI é fundamental para o enfrentamento adequado dos atuais desafios econômicos mundiais", avaliou o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa.Ele ressaltou sua confiança na "habilidade" de Lagarde na condução de temas multilaterais, especialmente em um momento em que a reforma de quotas entra em vigor, proporcionando, segundo sua avaliação, "maior representatividade dos países emergentes no FMI".
Lagarde anunciou na sexta-feira (22) sua intenção de buscar um segundo mandato à frente da instituição multilateral, já que o atual vence no dia 5 de julho. Em uma entrevista à televisão francesa, ela disse que já contava com o apoio explícito de países como França, Reino Unido, Alemanha, China, Coreia do Sul e México.
"Sim, sou candidata a um segundo mandato", afirmou ao canal France 2, um dia depois da instituição com sede em Washington abrir o processo de designação. "Eu tive a honra de receber apoios desde a abertura do processo", disse Lagarde.
A respeito dos Estados Unidos, principal contribuinte do Fundo, ela recordou que o país apenas anuncia sua posição ao final do processo. Christine Lagarde, no entanto, mencionou os apoios expressados recentemente pela administração do presidenteBarack Obama.
Nesta semana, conseguiu a confirmação do apoio do Japão. "A liderança da diretora-gerente vem sendo extraordinária em um momento no qual a economia global enfrenta uma série de problemas", afirmou o ministro das Finanças do país asiático, Taro Aso, em entrevista em Tóquio.A junta executiva do FMI abriu o processo de seleção para designar o próximo diretor-gerente e espera anunciar uma decisão para o dia 3 de março.
Como regularizar ou renegociar suas dívidas e limpar um "nome sujo"?
26 jan, 2016 às 19:02
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Quando alguém tem uma dívida com uma empresa, esta pode informar a Serasa ou a Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) sobre a pendência.
Mas antes de ficar com o "nome sujo", o cliente recebe uma carta da empresa informando que, por causa da dívida, seu nome poderá entrar para a lista de inadimplentes, se não efetuar o pagamento no prazo informado.
Assim que recebem o apontamento da dívida, a Serasa Experian, a Boa Vista SCPC enviam uma correspondência (aviso de débito) para esse consumidor, informando que seu nome será incluído no cadastro de inadimplentes, num prazo de 10 (dez) dias, caso o consumidor não quite esse débito.
Segundo o Procon-SP, as empresas podem pedir que nessa carta as empresas dêem um prazo para que seja paga a dívida. Mas elas não são obrigadas a fazer isso, pois a dívida já está vencida.
Se a data de vencimento é no dia 10, no dia 11 a empresa já poderia solicitar a inclusão do nome do devedor no cadastro dessas instituições, diz o Procon.
Depois que o consumidor regulariza sua situação, a empresa credora tem cinco dias úteis para informar a Serasa ou a Boa Vista SCPC (ou as duas entidades, se for esse o caso), que retiram o nome da lista.
Isso é válido mesmo para os casos em que a pessoa renegocia a dívida para pagá-la de forma parcelada.
80% dos brasileiros pagam mais, mas não trocam de loja
25 jan, 2016 às 09:23
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Oito em cada dez brasileiros não trocam de local de compras mesmo que esteja pagando mais caro pelos produtos.
Segundo uma pesquisa do SPC Brasil e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, realizada em dezembro do ano passado, apenas 24% dos consumidores trocam de supermercado por causa do preço. Além disso, a maioria - 51,1% - não pesquisa preço antes de comprar.
A pesquisa indica ainda que, ao comprar, quatro em dez não tentam barganhar desconto e apenas 20,4% costumam guardar dinheiro para comprar os produtos à vista.
Por não pesquisar o preço, o consumidor fica muito vulnerável ao que ele chama de "achismo", baseando-se em suas memórias, e não em fatos concretos.O levantamento mostrou ainda que 45,8% dos consumidores não controlam o orçamento.
A maior dificuldade, para 37,9%, é a falta de hábito. Além disso, o fato de não verem qualquer vantagem em anotar os gastos é motivo de desistência para 18,5%.
Mais rico do Brasil, dono da Ambev ganha R$ 3,86 mi por hora em um ano
22 jan, 2016 às 10:56
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Jorge Paulo Lemann, 75, é o homem mais rico do Brasil pelo terceiro ano seguido e também o que mais ganhou dinheiro no último ano.Segundo a revista "Forbes Brasil", seu patrimônio passou de R$ 49,85 bilhões, no ano passado, para R$ 83,70 bilhões, em 2015 --um salto de R$ 33,85 bilhões. Isso representa um ganho de R$ 92,74 milhões por dia, ou R$ 3,86 milhões por hora em um ano. A revista considera o período de 12 meses até julho.A alta do dólar favoreceu o empresário, pois grande parte de seus investimentos está fora do país.Ex-jogador profissional de tênis, Lemann é sócio da empresa de investimentos 3G Capital Partners, que possui marcas como Budweiser, Burger King e Heinz. No Brasil, ele tem participação na Ambev, fabricante de cervejas como Brahma, Skol e Antarctica.
Mais ganhadores
Os sócios de Lemann na 3G Capital, Marcel Herrmann Telles e Carlos Alberto Sicupira, também viram suas fortunas saltarem em um ano, segundo a revista.Telles, o terceiro mais rico do Brasil, aumentou seu patrimônio em R$ 16,68 bilhões, passando de R$ 25,58 bilhões, no ano passado, para R$ 42,26 bilhões, neste ano.Sicupira, o quarto no ranking dos bilionários brasileiros, ganhou R$ 14,63 bilhões. Sua fortuna, estimada em R$ 22,30 bilhões em 2014, subiu para R$ 36,93 bilhões em 2015.
Miniovos de Páscoa por R$ 9 são aposta das marcas para enfrentar crise
20 jan, 2016 às 10:15
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Para enfrentar a crise econômica na Páscoa deste ano, as empresas estão apostando em produtos menores e mais em conta, como miniovos por R$ 9. Além disso, há recheios que imitam sobremesas e surpresas mais elaboradas.Ovos pequenos já existiam em outros anos, mas há lançamentos agora e a expectativa de que vendam mais.No geral, os ovos de Páscoa vão chegar às prateleiras até 10% mais caros neste ano, comparando-se o mesmo tamanho com o do ano passado, segundo estimativa dos fabricantes. Mesmo assim, não houve aumento real, pois isso representa a variação da inflação.As empresas atribuem o aumento dos preços principalmente à alta do dólar. Entre 25% e 30% do cacau usado na produção é importado. Além disso, o produto é cotado na Bolsa de Nova York, nos Estados Unidos. Com a disparada do dólar, o preço do cacau subiu 50% no ano passado.
Menos de R$ 10
Entre as apostas da Lacta para a data, estão ovinhos recheados de chocolate ao leite ou na versão Sonho de Valsa de 95g, que devem sair por menos de R$ 10 nas lojas. O preço sugerido é de R$ 8,99. Os ovos normais de Sonho de Valsa mais vendidos pesam de 270g a 330g."Mais da metade das nossas ofertas vai custar menos de R$ 30", diz Fernanda Pincherrie, gerente de marketing da Lacta. "Percebemos que o consumidor está saindo de outros pontos de venda e voltando a preferir os supermercados, onde ele encontra marcas fortes e faz um desembolso menor."Entre os lançamentos da Nestlé e da Garoto, estão versões menores de chocolates de marcas tradicionais. A Nestlé, que tem em seu portfólio ovos Alpino e Galak, apresentou produtos dessas duas marcas em formato de coelho, de 90g.A Garoto lançou uma versão do Baton, de 50g, também em formato de coelho (além de manter o ovo Baton de Colher). As duas marcas ainda não divulgaram os preços dos produtos.Ovo de R$ 462
Na terça-feira (19), a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab) promoveu em São Paulo o Salão de Páscoa, evento que reúne parte dos fabricantes e suas novidades para a data. Os produtos chegam às prateleiras em fevereiro.No total, as marcas exibiram 147 lançamentos, entre eles alguns luxuosos, como um ovo da Kopenhagen de 1kg que sai a R$ 462. Essa, no entanto, não é uma tendência geral."Como estamos em um cenário de economia em recessão, inflação alta, PIB baixo e desemprego, muitos fabricantes optaram por lançar ovos menores. Muitas também automatizaram mais a produção para reduzir os custos", afirma Ubiracy Fonseca, vice-presidente da Abicab.Brinquedos da China
O valor dos brinquedos que são dados como brindes nos ovos destinados ao público infantil também subiu, porque a maioria é importada da China.
Brasil está desde julho sem crédito no exterior
19 jan, 2016 às 09:39
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Os efeitos da perda do selo de bom pagador pelo Brasil por duas agências de classificação de risco devem se prolongar ao longo dos anos. Agora rebaixado para a categoria de grau especulativo, o país vê como mais difícil uma recuperação da credibilidade no mercado internacional.A sequência da perda do grau de investimento pelas agências Standard and Poor's e Fitch afeta a economia em várias frentes.
A decisão traz uma piora nas expectativas com o aumento do risco de a terceira agência, a Moody's, também tirar o selo de bom pagador do Brasil; o fluxo dos investimentos no País tende a diminuir; e a vida das empresas vai ficar mais difícil.
"O crescimento brasileiro já seria mais baixo, mas o rebaixamento do País é mais uma restrição para a economia sair do buraco", afirma José Roberto Mendonça de Barros, sócio da consultoria MB Associados.
O rebaixamento da nota brasileira promovido pelas agências de risco reforçou o mau humor da economia mundial com o País. Desde julho, as empresas brasileiras e instituições financeiras não fizeram nenhuma emissão no exterior.
Os dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) mostram que as captações no exterior somaram apenas US$ 8,059 bilhões entre janeiro e novembro.
No mesmo período do ano passado, foram US$ 45,485 bilhões."Se as empresas e o governo desejam fazer alguma captação externa, elas têm de saber que o seu nível de risco considerado é de um país junk (lixo)", diz Silvio Campos Neto, economista da consultoria Tendências.
Em agosto, depois de a equipe econômica apresentar um orçamento deficitário para este ano, num cenário de deterioração fiscal, o risco País começou a subir com mais firmeza. Era um claro sinal de que a perda do grau de investimento estava próxima.Atualmente, o CDS (Credit Default Swap, seguro contra o calote de um País) de 5 anos está no patamar de 450 pontos, nível que não é compatível com o rating do País. Como comparação, o patamar do CDS brasileiro está bem acima do colombiano (250 pontos).
"Entre as economias relevantes, poucas têm um prêmio de risco nesse patamar", diz Campos Neto. "Pode até haver exagero na alta do CDS, mas o mercado lida com a incerteza porque ninguém sabe o nosso fundo do poço.
"Na sexta-feira, quando a presidente Dilma Rousseff anunciou a substituição de Joaquim Levy por Nelson Barbosa no cargo de ministro da Fazenda, o mercado voltou a dar sinais de desconfiança com os rumos do País e com o ajuste fiscal em curso - o dólar fechou a R$ 3,96, no maior valor desde 30 de setembro.
A queda de patamar da economia vai se refletir no menor ingresso de recursos no País. Um relatório do banco Santander mostra que somente o investimento direto estrangeiro (em produção) deve recuar para a casa dos US$ 50 bilhões, abaixo dos US$ 73 bilhões de média apurada desde 2008 - quando o País foi considerado grau de investimento pelas agências.Boa parte dos fundos de pensão só investe em países que tem grau de investimento em no mínimo duas agências.
O Brasil é um País de baixa poupança interna e depende dos recursos internacionais para conseguir um crescimento econômico razoável. "Um acesso mais restrito ao capital externo restringe o investimento e o crescimento", diz Tatiana Pinheiro, economista do Santander. Para o banco, com a redução esperada para o investimento estrangeiro, o crescimento potencial do País ficou limitado a 2% ao ano no médio prazo.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Veja investimentos para garantir uma aposentadoria tranquila
18 jan, 2016 às 07:56
- Ter uma aposentadoria tranquila, viajar, aproveitar a vida e descansar sem grandes preocupações com dinheiro. Esse é o sonho de muitas pessoas. No entanto, como investir para garantir que esse objetivo seja alcançado com sucesso?O Tesouro Direto, programa de compra e venda de títulos públicos do governo federal, pode ser uma opção indicada para o investidor de longo prazo, em especial o Tesouro IPCA+, título que tem sua rentabilidade atrelada ao índice de inflação. "Por um problema conjuntural da nossa economia, o momento em 2016 é bom para investidores com visão previdenciária", afirma Rafael Pavan, sócio da RP Capital.Atualmente, é possível encontrar na plataforma do governo títulos com rentabilidade real de mais de 7% ao ano, aponta Licelys Marques, assessora de investimentos da Praisce Capital. "Depois que a taxa de juros no Brasil cair teremos que buscar outras formas de investimos mais agressivas e arriscadas como ações e fundos multimercado", acredita Licelys.O segredo, nesse caso, é escolher títulos com vencimento próximo à aposentadoria. "Por exemplo, um investidor com 40 anos hoje e pretensão de aposentadoria aos 65 anos, deve pegar um vencimento em 25 anos", explica a assessora de investimentos.Carollyne Mariano, sócia da Atlas Invest, também comenta sobre os fundos de investimento para quem tem maior apetite a risco. Os fundos multimercados permitem que se invista em vários tipos de aplicações e com estratégias diferentes. Assim, resta ao investidor buscar os melhores gestores e fundos para atingir seu objetivo.Apesar de essas opções poderem vir a ser ótimas escolhas, o investidor deve lembrar sempre de qual é seu prazo de investimento, aponta Márcio Baena, da Ação Belém Investimentos. "Por exemplo, é possível colocar em produtos de renda fixa com vencimento de 2 ou 3 anos e assim conseguir as melhores taxas do mercado de renda fixa e com garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito)", comenta.Fonte: UOL




