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  • A internet e as redes sociais são as principais ferramentas dos jovens empreendedores brasileiros para se informarem sobre o mundo dos negócios e se relacionarem com seu público-alvo. Segundo uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), para mais da metade dos jovens empreendedores entrevistados (51,9%), o WhatsApp, aplicativo de mensagens instantâneas, é o principal canal de comunicação com os clientes. Em seguida, aparecem os perfis em redes sociais como Facebook e Instagram (41,2%) e os anúncios pagos no Facebook (26,9%), deixando para trás ferramentas tradicionais como campanhas publicitárias (4,6%) e e-mail marketing (8,5%). O levantamento feito em todo o Brasil mapeou o processo de abertura da empresa, as competências dos jovens empreendedores na condução do negócio e também as práticas de vendas e relacionamento com os clientes.

    “Entre os jovens empreendedores, com idade entre 18 e 34 anos, espera-se que haja menos dificuldade e resistência para fazer uso de tecnologias. A internet já é inerente ao dia a dia e usar essa ferramenta para dar início, alavancar e potencializar seus negócios é normal e positivo”, afirma Pablo Guterres, presidente da CDL-Jovem, entidade ligada à CNDL que fomenta o desenvolvimento de jovens empresários. “Porém, os aplicativos não podem e não devem ser o único meio pelo qual os empresários se relacionam com seu público-alvo – sejam eles clientes ou outros empresários.”

    A pesquisa mostra que apenas 37,8% dos entrevistados declararam que investem muito no relacionamento com os clientes. “Devido à inexperiência de mercado e um baixo capital de giro, muitos jovens empreendedores acabam utilizando ferramentas online e aplicativos por serem opções fáceis, baratas e efetivas. Outros canais tradicionais de comunicação com o cliente são importantes, mas podem exigir profissionais especializados, orçamento   maior e mais tempo dedicado às plataformas – fatores dificilmente encontrados em novas empresas”, explica Guterres.

    A presença na internet tem como principal benefício para seis em cada dez jovens empresários a intensificação na comunicação com o público-alvo (61,7%), seguido pela expansão da base de atuação e fazer novos clientes (43,2%). Para 41,9%, os sites e os portais são os principais canais de informação de assuntos relacionados à empresa dos entrevistados e o mercado em geral. As redes sociais foram mencionadas por 31,5%. Já o relacionamento com o mercado é feito por meio do contato com pessoas que atuam no mesmo setor (53,3%), seguido por participação em feiras e exposições (25,7%).
    Capital médio para abertura da empresa foi de quase R$ 8.000,00

    Para fugir da opção mais comum de trabalhar como empregados, os jovens empreendedores decidem partir em busca de melhores condições de vida e colocar suas ideias em prática. Para tal, desafiam até mesmo a própria inexperiência devida ao fato de terem pouca idade na média: a pesquisa mostra que 64,8% dos empreendedores jovens são novatos no segmento que investiram.

    A principal motivação para que os entrevistados abrissem o próprio negócio é a independência financeira (24,3%), seguida pela melhoria na qualidade de vida (14,5%) e uma alternativa ao desemprego (11,2%).

    A abertura da empresa, entre aqueles que não herdaram o negócio montado, foi feita utilizando principalmente o capital próprio e em média foram investidos quase R$ 8.000,00. As principais dificuldades vivenciadas na abertura da empresa foram a falta de dinheiro (38,2%), conseguir os primeiros clientes (35,0%) e a falta de experiência como gestor (28,1%).

    Neste processo, 83,0% desses empresários fizeram o planejamento de preço e vendas, 80,8% elaboraram um plano de negócios, 67,7% contrataram empregados antes de abrir a empresa, 76,3% organizaram as instalações e os equipamentos e 75,7% fizeram estudos sobre o mercado. As definições do formato de gestão da nova empresa e o plano de marketing foram feitos por, respectivamente, 63,9% e 62,1%. Quase três em cada dez, no entanto, deixaram de fazer a constituição legal da empresa (29,9%). “As habilidades e competências do gestor em cada uma dessas atividades fazem a diferença, aumentando as chances de sucesso e evitando problemas financeiros mais graves”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

    A maior parte dos jovens empreendedores que adotaram as medidas relatadas para a abertura da empresa tomou essa atitude sozinha, sem recorrer à ajuda de familiares, amigos, ou profissionais. “O planejamento também é algo fundamental e os empresários iniciantes não precisam fazer sozinhos”, afirma Kawauti. “Muitas iniciativas de empresas como o Sebrae são capazes de beneficiar quem está começando um novo negócio, ajudando em aspectos como a criação de um plano de negócios com objetivos reais e adequados a cada mercado, a organização de um orçamento com equilíbrio financeiro e fluxo de caixa, e a adoção das melhores estratégias de marketing, por exemplo”, conclui.

    FONTE: CNDL

     

  • Um hábito bastante comum dos brasileiros é o de parcelar suas compras, mesmo que elas não possuam um valor alto. É o que mostra uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL): mais de um terço dos consumidores (34,7%) que pretendem realizar compras parceladas no próximo mês, afirmaram que pagarão no maior número de prestações, independentemente do valor. Outros 37,1% também têm a intenção de comprar a prazo, mas com o menor número possível de parcelas.

    Para os especialistas do SPC Brasil, o parcelamento pode ser uma importante ferramenta para o uso do crédito, mas apenas se realizado de maneira organizada e responsável. “Não é o que acontece em muitos casos. O brasileiro está acostumado a pagar suas compras em várias prestações mesmo com valores que não compensam o parcelamento. Isso compromete parte da renda e, se feito de maneira descontrolada, pode até gerar um superendividamento e inadimplência”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

    A pesquisa mostra que, no mês anterior ao levantamento, os entrevistados que tinham prestações a pagar, quitaram em média três parcelas e ainda têm pela frente quase seis meses para terminar de pagar os compromissos já assumidos. Quatro em cada dez consumidores não sabem ou não quiseram responder o número de prestações a pagar e três em cada dez não souberam dizer o número de parcelas pagas no último mês.

    Para a economista, o desconhecimento sobre as contas é um dos culpados pelo endividamento dos brasileiros. “Cada compra, seja parcelada ou à vista, deve ser anotada e ter o seu valor analisado em conjunto com as receitas, ou seja, o consumidor deve saber se vai ter dinheiro para conseguir quitar o pagamento de suas compras”, afirma. 34,1% dos entrevistados afirmam que não sabem a diferença entre os valores dos produtos parcelados e à vista. “Esse desconhecimento prejudica uma tomada de decisão do consumidor, já que muitas vezes ele acaba pagando juros, o que encarece o produto ou serviço de maneira desnecessária.”
    A pesquisa mostrou que o cartão de crédito é a modalidade de crédito preferida por 72,2% dos entrevistados que pretendem comprar algum produto ou serviço parcelado no próximo mês. Em relação aos itens que os consumidores pretendem comprar parcelado em 2016, as roupas aparecem em primeiro lugar para 23,8% dos entrevistados, seguidas pelos calçados (21,4%) e pela opção de não comprar nada dessa maneira (19,7%).

    Já a principal forma de pagamento das despesas e compras no geral continua sendo o pagamento à vista, para 67,7% dos entrevistados: 42,6% escolhem dinheiro, seguido pelo cartão de débito (25,1%). Com 32,3% dos pagamentos a prazo temos principalmente o cartão de crédito, seja em uma ou em mais parcelas (28,6%). Entre os consumidores, 44,2% optam pelo pagamento à vista caso a diferença do valor a prazo seja muito significativa.

    Fonte: CNDL

     

CDL: Sorteio da campanha FEIRÃO DO NOME LIMPO foi realizado

Foto: CDL de Brumado

13 mai, 2016 às 18:37

  • O sorteio da campanha realizada pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Brumado, denominada FEIRÃO DO NOME LIMPO, aconteceu nesta sexta-feira, 13, às 17h30min, na sede da entidade.

    A vencedora da motocicleta Honda 0km foi uma cliente da loja Cinderela Móveis, Lucilene Gomes da Cunha.

    O prêmio será entregue posteriormente para a vencedora. Na oportunidade, a CDL parabeniza a sortuda e agradece mais uma vez os comércios que participaram da campanha!

    ASCOM - Izidy Ramel Comunicação

    Foto: CDL de Brumado
    Foto: CDL de Brumado

     

  • Nessa quarta-feira, 11, o administrador da Câmara de Dirigentes Lojistas, Fernando Oliveira, juntamente com o diretor tesoureiro, Cléber Lôbo Ataíde, Sra. Sônia (O Boticário) e outros comerciantes, entregaram pessoalmente o abaixo assinado que solicita uma solução breve para a questão do estacionamento de veículos no centro comercial, que tem causado grande insatisfação aos usuários.

    O prefeito, Aguiberto Lima Dias, informou que algumas medidas já foram tomadas, como por exemplo, a confecção das placas necessárias para a sinalização, comentou também modificações na área do mercado e a utilização da área do antigo Derba.

    Considerando a oportunidade, outro tema foi conversado com o prefeito, como a questão das ornamentações da cidade no período de São João e Natal, Aguiberto por sua vez ressaltou “faremos esforço no sentido de atender as solicitações.”

    ASCOM - Izidy Ramel Comunicação

     

  • Está crescendo no mercado a preocupação com o endividamento --o que vai exigir de uma nova equipe econômica, que sucederia o time de Dilma Rousseff, ações rápidas. 

    Nesta semana, apareceram sinais de que o tamanho dessa crise da dívida pode ser maior do que o imaginado antes: Bradesco e Itaú anunciaram aumentos substanciais das reservas para o caso de calotes, e a Serasa registrou aumento de 98% nas recuperações judiciais (antiga concordata) no primeiro quadrimestre em relação ao ano passado.

    Além disso, Estados endividados, a ponto de atrasarem salários do funcionalismo e pensões, chegaram ao ponto de recorrer ao principal tribunal do País, o STF, em busca de solução para suas dívidas. 

    A pergunta que os analistas se fazem agora é se a eventual mudança de governo poderá contornar os problemas de forma decisiva, ou se o país ainda tem muito o que piorar antes de entrar numa fase de recuperação.

    Temer pode resolver?

    "Estamos na maior recessão da história e a questão da dívida é central", diz Gustav Gorski, economista-chefe da Eleven Financial Research. Segundo ele, um eventual governo Temer tem condições de minimizar o problema da dívida, desde que o enfrente de maneira direta e rápida.

    Para grandes empresas e bancos estatais, como Petrobras, Banco do Brasil e Caixa, por exemplo, o ajuste deve exigir injeção de recursos, diz Gorski.

    O economista da Eleven considera que a gravidade da crise não comporta soluções gradualistas. Caso um discurso de ação gradual prevaleça no governo Temer, "vamos ter continuidade do que estamos vendo, empresas diminuindo de tamanho, dificuldades de financiamento maiores, planejamento das empresas limitado à tesouraria", diz.

    "O PIB continuará caindo, inflação virá para baixo porque a economia vai desmoronar. Levaremos mais tempo para voltar ao equilíbrio e ao crescimento econômico."

    Calotes atingem os bancos

    A divulgação do balanço dos dois maiores bancos privados brasileiros foi emblemática do problema de endividamento no país. O Itaú anunciou, nesta terça-feira, que a provisão para perdas com financiamentos (calotes) cresceu para R$ 7,23 bi no primeiro trimestre deste ano, ante R$ 5,52 bilhões no trimestre anterior.

    Na semana passada, o Bradesco também divulgou aumento das provisões, de 52%, para R$ 5,44 bilhões. Uma parte substancial deste valor --R$ 836 milhões-- seria devido à Sete Brasil, segundo uma pessoa com conhecimento direto do assunto. A empresa entrou com pedido de recuperação judicial na semana passada.

    Gorski observa que, no início de 2011, começo do governo de Dilma Rousseff, o mercado projetava um crescimento de 4,5% do PIB nos anos seguintes. O PIB, contudo, avançou bem abaixo disso e, a partir de 2015, mergulhou em recessão profunda.

    O economista calcula em pouco mais de 30% a diferença entre o PIB projetado seis anos atrás e o resultado efetivamente observado, considerando-se recessão estimada em 3,8% para este ano. Tal crescimento frustrado do PIB, segundo Gorski, equivale a R$ 1,9 trilhão em riqueza prevista, mas não gerada.

    Créditos concedidos com base naquela previsão de crescimento anterior hoje exigem mais recursos dos bancos contra calotes pela frustração das perspectivas de retorno.

    "O cenário para as famílias e empresas no curto prazo é muito complicado", diz João Morais, economista da Tendências Consultoria. "Há uma queda na concessão de crédito. Não há demanda e, por outro lado, os bancos estão mais cautelosos diante dos riscos elevados."

    A inadimplência avança e o número de casos de recuperação judicial, que já cresceu 55% em 2015, cresce em ritmo ainda maior neste ano, destaca o economista.

    Mercado tem esperança em mudanças

    O pessimismo só não é maior porque o mercado tem esperança em um novo governo que adote políticas mais consistentes, diz Morais. Também ajuda a amenizar os riscos o fato de o sistema financeiro continuar com posição sólida. Se houver frustração na expectativa de mudança política, "o risco de quebradeira, que já existe, vai se agravar ainda mais''.

    Para Juliano Ferreira, estrategista da corretora Icap do Brasil, uma política fiscal mais consistente poderá melhorar as perspectivas em relação ao aumento do endividamento público.

    O alívio no endividamento das famílias e do setor privado poderia vir em um segundo momento, segundo ele, dependendo de "a engrenagem da economia melhorar", com o ganho inicial de confiança gerando recuperação das receitas e da capacidade de pagamento das dívidas.

     

    Uol

Feliz Dia das Mães!

08 mai, 2016 às 07:02

  • Devido ao sucesso da campanha Feirão do Nome Limpo, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Brumado decidiu prorrogar o prazo da campanha até o dia 10 de maio de 2016. Todas as pessoas que possuem débitos em atraso no comércio da cidade ou seus nomes em SPC/SERASA devem aproveitar esta oportunidade, pois,  serão diversas vantagens como:

    - Redução nos juros habitualmente cobrados;

    - Exclusão de juros;

    - Parcelamento do débito;

    - Pagamento do débito com cartões de crédito, dentre outros benefícios.

    E o melhor: ao participar desta ação você concorrerá a uma motocicleta Honda 0km que será sorteada no dia 13/05, às 18h, em frente CDL – Praça Armindo Azevedo, 442 – Centro de Brumado. Participe você também desta grande oportunidade: Feirão do Nome Limpo! Procure a CDL!

    ASCOM - Izidy Ramel Comunicação

Anatel dá meios para que operadoras prejudiquem consumidores, diz OAB

Agência suspendeu corte ou redução de internet fixa após fim da franquia.

20 abr, 2016 às 05:44

  • O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Claudio Lamachia, afirmou nesta terça-feira (19) que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) cria normas para permitir que as operadoras de internet fixa “prejudiquem” os consumidores, ao estabelecer condições para que essas empresas possam oferecer contratos prevendo o corte do sinal quando o cliente atingir o limite da franquia.

    A OAB informou que não descarta entrar na Justiça para resguardar o direito dos consumidores, se não houver recuo por parte da Anatel em relação à decisão cautelar publicada na segunda (18).

    Procurada pelo G1, a Anatel informou que a cautelar está de acordo com as regras da agência e com o Código de Defesa do Consumidor. A agência esclareceu que as empresas têm de cumprir o que está estabelecido nos contratos com os consumidores e, se quiserem alterar regras contratuais, isso tem de ser feito em comum acordo com os clientes.

    Suspensão temporária
    A cautelar publicada pela Anatel na segunda impede temporariamente as operadoras de internet fixa de reduzir a velocidade ou suspender a prestação do serviço de banda larga após o término da franquia prevista.

    A decisão vale até que essas empresas forneçam aos consumidores ferramentas que permitam, por exemplo, acompanhar o uso de dados de seus pacotes. Ou seja, dentro de alguns meses, as operadoras vão voltar a ser liberadas para fazer os cortes de sinal - se isso estiver previsto no contrato com os clientes.

    Punição
    Em nota divulgada nesta terça, Lamachia disse que a Anatel orientou as empresas a punirem os cidadãos.

    “Ao editar essa resolução, a Anatel nada mais fez do que informar às telefônicas o que elas devem fazer para explorar mais e mais o cidadão. A resolução editada fere o Marco Civil da Internet e o Código de Defesa do Consumidor. A Anatel parece se esquecer que nenhuma norma ou resolução institucional pode ser contrária ao que define a legislação”, disse.

    O presidente da OAB disse, ainda, que a decisão da Anatel é inaceitável.  “É inaceitável que uma entidade pública destinada a defender os consumidores opte por normatizar meios para que as empresas os prejudiquem”, disse.

    A nota da OAB cita o Marco Civil da Internet e diz que ele define que a internet só pode ser cortada em caso de inadimplência.

    Para Lamachia, a alteração unilateral dos contatos feitas pelas empresas, respaldada pelo Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Serviços de Telecomunicações (RGC), encontra-se em “total desacordo com o Código de Defesa do Consumidor e na imutabilidade dos contratos em sua essência”.

    Lamachia disse, ainda, que a internet limitada “afasta do mercado as novas tecnologias de streaming”, que são as transmissões ao vivo pela internet.  “São medidas absolutamente anticoncorrenciais”, disse.

    Fonte: G1

  • RIO e SÃO PAULO - Não bastasse especular com ações, moedas e herméticos derivativos, os operadores do mercado financeiro arrumaram tempo esta semana para tentar ganhar uns trocados por fora com a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff. A exemplo do que fazem em época de Copa do Mundo e eleições, analistas e traders de corretoras e firmas de investimento já organizam bolões e outros tipos de apostas coletivas sobre o que acontecerá na Câmara dos Deputados no domingo.

    Com as enquetes dos jornais indicando probabilidade cada vez maior de que o processo seja aprovado, os apostadores, na maioria dos casos, optaram por desprezar o binário “passa ou não passa” em favor de palpites sobre a quantidade de votos de cada lado.

    O analista de uma grande corretora paulista conta que tem sido intensa a procura por negócios em um mercado informal — embora bastante parecido com as complexas opções da Bolsa — sobre o placar do impeachment. No que ele participa (vários acontecem paralelamente), os agentes vendem e compram entre si “contratos” verbais cujo valor de face é relacionado ao número de deputados que devem votar contra o impeachment.

    — Funciona como um mercado de balcão, baseado na palavra e na honra. Eu ligo para um colega e digo que quero vender, por exemplo, 20 “contratos” de 130 votos contra. Cada voto vale R$ 1. Assim, eu vendo esse lote todo por R$ 2.600. Se, no domingo, o placar tiver 129 votos contra, eu só sou obrigado a pagar a ele R$ 2.580. Logo, ganho R$ 20! — explicou o analista, acrescentando que as negociações se dão por telefone, WhatsApp e pessoalmente.

    Em outras casas, o bolão foca na quantidade de votos a favor do impeachment.

    O “mercado” está aberto para negócios até o fechamento da Bolsa hoje. A liquidação — a hora de honrar os contratos — se dará no dia seguinte ao fim da votação. O momento é sempre delicado. Em 2014, os agentes do mercado sofreram um baque quando as apostas sobre o vencedor de uma edição do BBB terminaram em um mega calote, colocando em risco pela primeira vez em décadas a realização do bolão da Copa do Mundo.

    Quem não especula sobre o placar tem experimentado um dos bolões mais monótonos de que se tem notícia.

    — Quase todo mundo que trabalha no mercado financeiro acha que haverá impeachment. No nosso bolão, todos apostam na mesma coisa, então ninguém vai ganhar a cerveja no final... — lamenta o sócio de uma firma de agentes de investimentos.



    Fonte: Extra

  • Devido ao sucesso da campanha Feirão do Nome Limpo, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Brumado decidiu prorrogar o prazo da campanha até o dia 06 de maio de 2016.

    Todas as pessoas que possuem seus nomes em SPC/SERASA devem  aproveitar esta oportunidade para se livrar dos seus débitos em atraso, pois,  serão diversas vantagens como:

    - Redução nos juros habitualmente cobrados;

    - Exclusão de juros;

    - Parcelamento do débito;

    - Pagamento do débito com cartões de crédito, dentre outros benefícios.

    E o melhor: ao participar desta ação você concorrerá a uma motocicleta Honda 0km que será sorteada no dia 06/05, às 18h, em frente CDL – Praça Armindo Azevedo, 442 – Centro de Brumado.

    Participe você também desta grande oportunidade: Feirão do Nome Limpo!

    Procure a CDL!

    ASCOM - Izidy Ramel Comunicação

SEMINÁRIO DE CHOQUE DE VENDAS - 14 / 04 - quinta-feira

JÁ ASSISTIDO POR QUASE 300 MIL PESSOAS “A MAGIA DA CRIATIVIDADE E O PODER DA LIDERANÇA”

13 abr, 2016 às 07:08

  • De que forma os líderes estrategistas estão usando o seu poder de visão para administrar as suas empresas e vender mais em plena crise?

    “a nova ordem é mudar ou morrer”

    A crise freou o brasil, está mudando tudo. o empresário deve reaprender a administrar para enfrentar a crise. precisa fazer rápidos ajustes na empresa para superar os desafios.

    Para vender na crise, os vendedores devem reaprender a vender. passar a vender de outras formas, ter novos conhecimentos, novas habilidades, faro de vendas, argumentação, muita motivação e atitudes diferentes. enfim, empresários e vendedores devem passar a trabalhar como um trator.

    COM O PROF. JOSÉ CARLOS SILVA, MSC. JÁ ASSISTIDO POR QUASE 300 MIL PESSOAS!!!

    Ele Possui Mestrado Profissional Multidisciplinar, com Vivência em Vendas nos Estados Unidos e é Autor de 10 livros. Com sua experiência como executivo de grandes empresas, ele vai apresentar dicas preciosas para as áreas mais críticas de sua empresa diante de um cenário de recessão econômica.

    INFORMAÇÕES GERAIS

    - CIDADE: BRUMADO

    - DATA: 14 DE ABRIL/2016 – Das 19:30h às 21:30h

    - LOCAL: AUDITÓRIO DA CDL

    - REALIZAÇÃO: CDL

    - PLANEJAMENTO: INSTITUTO DE MARKETING E NEGÓCIOS DA BAHIA

     

    INSTITUTO MARKETING NEGÓCIOS

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