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Até 2014, 50% dos celulares no país serão smartphones, diz ministro
24 mai, 2013 às 16:32
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Hoje, cerca de 70 milhões de aparelhos acessam internet no Brasil.Bernardo também defendeu redução de ICMS sobre banda larga.O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse nesta quarta-feira (22) que, até o final de 2014, mais de 50% dos celulares em operação no país serão smartphones - aparelhos móveis que acessam a internet.Ainda de acordo com o ministro, a estimativa das indústrias do setor de telecomunicações é de que o percentual de smartphones chegue a 35% no final de 2013. Bernardo fez as declarações durante evento da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), que acontece em Brasília.O Brasil tem hoje pouco mais de 260 milhões de linhas de celular ativas e, desse total, cerca de 70 milhões de têm acesso à internet.Para atender à demanda dos clientes por acesso à rede de dados, o ministro voltou a defender um plano conjunto envolvendo o governo e operadoras para ampliar a infraestrutura do setor, em especial a rede de fibras ópticas, que vai possibilitar a ampliação do acesso e melhoria da qualidade dos serviços.Bernardo disse ainda que o governo federal vai discutir com estados a redução da alíquota de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que incide sobre serviço de banda larga."Uma taxa menor do ICMS leva à redução do preço do serviço de banda larga e aumento do numero de clientes. Esse aumento da base de clientes vai compensar o corte no imposto", disse o ministro. Fonte: G1 / CNDL
Economia brasileira cresceu de 0,9% no 1º trimestre, estima Serasa
23 mai, 2013 às 16:38
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A atividade econômica brasileira teve expansão de 0,9% no primeiro trimestre, na comparação com os últimos três meses de 2012, de acordo com indicador da Serasa Experian. Ante o mesmo período do ano passado, o crescimento foi de 2,5%.O número estimado pela Serasa é menor que o estimado pelo Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), de alta de 1,05% de janeiro a março deste ano sobre outubro a dezembro de 2012. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o IBC-Br subiu 1,79%. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga o resultado do PIB na próxima quarta-feira, dia 29.Nas contas da Serasa Experian, apenas em março a atividade cresceu 0,4% sobre fevereiro, feitos os ajustes sazonais. Na comparação com março de 2012, a alta foi de 1,8%. Em fevereiro, o Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica recuou 0,2% e, em janeiro, subiu 0,8%.'O resultado da atividade econômica, tanto em março quanto no acumulado do primeiro trimestre de 2013, reforça o atual momento de retomada mais firme do crescimento econômico, após o fraco desempenho observado em 2012', diz a empresa, em nota.OfertaEm março, do ponto de vista da oferta agregada, o melhor resultado foi obtido pelo setor agropecuário, que teve expansão de 2,9%. No trimestre, o setor se expandiu 3,7% frente ao último trimestre de 2012.A indústria também se recuperou da queda de 1,1% em fevereiro para subir 0,8% em março. De janeiro a março, o setor se expandiu 1% ante outubro a dezembro.Por fim, o setor de serviços avançou 0,3% em março, após ter recuado 0,1% em fevereiro e encerrou o trimestre com alta de 0,8% frente ao último trimestre de 2012.DemandaPelo lado da demanda agregada, apesar de ter recuado 1,9% em março (após altas de 3,5% em janeiro e 2,8% em fevereiro), a formação bruta de capital fixo (investimentos) encerraram o primeiro trimestre de 2013 com expansão de 4,9% ante o quarto trimestre de 2012. Foi o melhor desempenho entre os itens da demanda.O consumo das famílias e consumo do governo apresentaram resultados semelhantes em março, crescendo 0,3% e 0,2% respectivamente, perante fevereiro. No acumulado do primeiro trimestre, a alta no consumo das famílias foi de 1,1% e no consumo do governo, de 1,4%, sempre em comparação com o quarto trimestre de 2012.O resultado da atividade econômica só não foi melhor neste primeiro trimestre devido ao fraco desempenho do setor externo da economia brasileira, segundo a Serasa Experian. As exportações de bens e serviços caíram 3,4% no primeiro trimestre de 2013 (apesar da alta de 4,0% observada em março) sobre o último de 2012, e as importações aumentaram 6,5% durante os três primeiros meses de 2013 (0,9% em março). Fonte: Valor Online / Varejista.com
Governo divulga MP que regulamenta pagamentos eletrônicos no Brasil
22 mai, 2013 às 16:48
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O governo brasileiro divulgou nesta segunda-feira (20) medida provisória (MP) que regulamenta o sistema de pagamentos eletrônicos no Brasil, incluindo os cartões e o chamado mobile payment (pagamento com dispositivo móvel, como celular e smartphone).Pelo texto da MP 615, publicada no Diário Oficial da União, podem ficar sob supervisão do Banco Central (BC) participantes do setor de pagamentos eletrônicos que antes não eram fiscalizados pela autoridade, caso das credenciadoras e das bandeiras de cartões de crédito.A medida provisória delimita as competências de cada órgão regulador sobre as empresas que vão oferecer os serviços de pagamentos por meio de dispositivos móveis.Com isso, o BC tem 180 dias para definir uma regulamentação mais detalhada com as condições mínimas para a prestação dos serviços de que trata essa MP.ÁREA DE ATUAÇÃOA MP 615 ainda define a área de atuação das instituições de pagamento.Entre as atividades que essas empresas poderão oferecer estão disponibilizar serviço de aporte ou saque de recursos mantidos em conta de pagamento (essas contas serão utilizadas apenas para a execução de transações de pagamento).As empresas serão responsáveis por gerir essas contas e passam a atuar na intermediação das operações originadas nelas ou para elas.As instituições financeiras poderão aderir a arranjos de pagamento, ao passo que é vedado às chamadas instituições de pagamento (credenciadoras de cartões, por exemplo) a realização de atividades exclusivas de instituições financeiras.O diretor de política monetária do BC, Aldo Mendes, já tinha defendido que a administração das contas correntes virtuais via celulares deveriam ser controladas por instituições financeiros, porque elas já seguem a regulamentação internacional de combate à lavagem de dinheiro e ao terrorismo. Fonte: Folha.com / CNDL
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ApresentaçãoA Campanha "São João Arretado de Bão" tem por objetivo propiciar aos lojistas associados da CDL um aquecimento maior nas vendas no período de 02 de maio de 2013 a 29 de junho de 2013 através da realização de sorteios de vários prêmios. As lojas ou empresas associadas à CDL, participantes da Campanha devem seguir rigorosamente o estabelecido neste regulamento para que sejam evitados qualquer tipo de problemas que podem ir desde a especulação até constrangimento.Os consumidores que adquirirem produtos e/ou serviços nas lojas ou empresas associadas à CDL terão oportunidade de concorrer aos prêmios desde quando sejam observadas as regras contidas neste regulamento. I - Disposições Gerais1. A participação da Campanha "SÃO JOÃO ARRETADO DE BÃO" é restrita aos associados à CDL e aos clientes que neles adquirirem produtos e/ou serviços.2. Fica estabelecido que os prêmios sorteados na campanha serão:- 03 motos 0km (01 Suzuki Yes 125, 01 Honda Fan 125, e 01 Yamaha Factor 125)- 10 Notebooks.- 03 tablets3. Os cupons utilizados para realização dos 03 sorteios serão confeccionados sob a responsabilidade da CDL.4. Os associados à CDL devem adquirir os kits, vale compras ou talões dos cupons na sede da CDL ou através de solicitação pelo telefone 3441-1222 /7027.5. Fica a critério do lojista definir como o cliente irá adquirir o cupom em seu estabelecimento, levando-se em consideração o valor do produto e/ou serviço oferecido.6. A quantidade de cupons, a qual o cliente terá direito, deverá ser fixada em local visível ou comunicada através dos próprios vendedores.7. As empresas participantes deverão dispor de uma urna para coletar os cupons preenchidos pelos seus clientes fornecida pela CDL.8. Os clientes podem optar em colocar seus cupons na urna geral que encontra-se na sede da CDL.9. Os associados à CDL devem fazer com que os cupons depositados em urnas sob a sua responsabilidade cheguem à sede da CDL com pelo menos 30 minutos de antecedência da realização dos sorteios, para que possam ser depositados na urna geral que estará disponível na CDL e que será usada para realização dos mesmos.10. É responsabilidade do cliente exigir o cupom nas empresas associadas à CDL para poder participar da Campanha.11. Ao adquirir produto e/ou serviço nas lojas ou empresas associadas à CDL o cliente deverá exigir seu cupom, o qual será preenchido com todos os dados e de forma legível e, em seguida, depositado em urna própria que deverá estar disponível na loja associada à CDL ou na urna que está disponível na sede da entidade, localizada à Praça Armindo Azevedo, 442.12. Os cupons deverão ser carimbados e/ou identificados no verso individualmente por cada empresa participante.13. É vedada a participação na Campanha, dos proprietários, sócios e funcionários das empresas participantes, com cupons da própria empresa participante da Campanha.14. É vedada a participação na Campanha, dos diretores da CDL e seus colaboradores. II - Do custeio da campanha.A campanha será custeada pela CDL e pelos associados e patrocinadores, através da aquisição de Kits e cotas de Patrocínio. III - Da realização dos sorteios1. Os sorteios serão promovidos da seguinte maneira:DATAS DOS SORTEIOS:• 17-06-13 (DIA DAS MÃES)- 01 moto 0km e 03 Notebooks (um tablet para os vendedores)• 15-06-13 -(DIA DOS NAMORADOS) - 01 moto 0km e 03 Notebooks (um tablet para os vendedores)• 29-06-13 -(SÃO JOÃO) - 01 moto 0km e 04 Notebooks (um tablet para os vendedores)2. Os sorteios serão realizados na sede da CDL, ou em locais definidos pela Diretoria que ajudem no Marketing da Campanha, sempre no período vespertino a partir das 16:00hs, com divulgação em rádio e internet.3. Os sorteios serão sempre acompanhados por uma comissão composta por dois funcionários e por um diretor da CDL e pelo menos um representante das mídias que estarão divulgando a campanha.4. O nome dos sorteados serão divulgados através das empresas e mídias participantes da Campanha e afixados também no quadro geral da sede da CDL e pelo site www.cdldebrumado.com.br5. Somente serão premiados os cupons sorteados, que contenham todos os dados devidamente preenchidos.6. A ordem dos sorteios das motos será pré-estabelecida pela diretoria da CDL, devendo ser registrada e anexada ao regulamento. III - Da premiação1. Os ganhadores dos sorteios terão 30 dias para se dirigirem à sede da CDL para receberem os mesmos, devendo comparecer à sede da CDL munidos de carteira de identidade e CPF. Caso o sorteado seja menor de idade, deverá comparecer na presença do responsável, portando a certidão de nascimento ou outro documento de identificação.2. A CDL tem um prazo máximo de 15 (quinze) dias úteis a partir da data do sorteio para entrega do prêmio ao ganhador.3. Os ganhadores que não cumprirem o prazo previsto perderão o direito de receber o prêmio.4. A decisão do que acontecerá com os prêmios que não forem procurados pelos ganhadores será tomada em conjunto pela diretoria da CDL após o fato consumado.5. O vale compra deverá ser confeccionado pela CDL, contendo todos os dados da empresa patrocinadora do mesmo.6. Os sorteados devem assinar um termo de recebimento junto à CDL no ato da entrega da premiação.7. A CDL não se responsabilizará pela perda de premiação. IV - Da Divulgação da campanhaA mídia da campanha será veiculada da seguinte forma:• 200 HORAS DE CARRO VOLANTE• 1200 CHAMADAS EM 01 RÁDIO LOCAL• 200 CARTAZES, 10000 PANFLETOS• 04 EDIÇÕES EM 01 JORNAL• 5000 ENCARTES PROMOCIONAIS• 04 OUTDOOR• 03 BLOGS DE NOTÍCIAS V - Das Disposições GeraisOs casos omissos serão resolvidos por uma Comissão composta pela presidente da CDL e todos os diretores.As decisões finais da Comissão são irretratáveis e irrecorríveis.CDL - Câmara de Dirigentes Lojistas de BrumadoPraça Armindo Azevedo, 442.Fone: 441-1222Diretoria da CDLManoel Messias P. da SilvaIara Moreira LoboWladimir Pereira NevesRegina Célia Lima Pires dos SantosSandra Regina de Carvalho SilvaAugusto César Gonçalves de BritoHenrique CruzFernando Oliveira - Administrador Fonte: CDL de Brumado
Varejistas ainda ignoram dados sobre hábitos dos clientes
21 mai, 2013 às 16:40
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Quem administra negócios no varejo pode estar dispensando informações valiosas que poderiam colaborar - e muito - na ampliação dos negócios e na satisfação do consumidor. A maior parte das empresas ainda não tem uma metodologia séria de apuração estratégica dos dados dos seus clientes.Pode parecer contraditório, mas esse é o resultado do estudo 2013 Achieving Excellence in Retail Operations (Aero), da A.T. Kearney, divulgado nesta segunda-feira.O estudo traz um retrato do varejo em tempos de crescimento do comércio eletrônico e mudança nos hábitos de compra do consumidor. "Apesar das mudanças, o estudo Aero demonstra a importância de muitos dos tradicionais princípios do varejo. Ele confirma que conduzir uma operação bem sucedida de varejo tem a ver com pessoas: empregados, clientes e interações entre eles", afirma o estudo.Big data e fidelidadeSão poucas as empresas brasileiras que já adotaram o chamado big data - informações geradas pelo rastreamento do comportamento do consumidor na internet - para aumentar a eficiência das operações. No varejo, essas informações são ainda menos aproveitadas.Segundo o estudo, menos da metade dos varejistas sequer pensa em coletar essas informações e apenas 8% consideram os dados vindos do comportamento de seus clientes na internet relevante. Com 48% da população nacional conectada, poucas são as empresas que podem se dar ao luxo de abandonar essa fonte de informação. "Esses dados são muito valiosos e altamente relevantes", afirma Estéban Bowles, consultor da A.T. Kearney.O estudo vai mais longe e afirma que as empresas mais bem sucedidas "não estão só usando o big data como estão concentrando atenções em medir, analisar e agir".Criados inicialmente para compensar o consumidor pelo rastreamento de seus dados, os famosos cartões de fidelidade também não têm servido de muita coisa. Esses dados têm sido consultados apenas uma vez por ano por 30% dos varejistas - os demais o utilizam em uma frequência ainda menor. "Isso é realmente pouco, considerando a riqueza das informações que poderiam ser aproveitadas", afirma Bowles.Em campoNem mesmo gerentes e atendentes são aproveitados como fontes de informação para a empresa. Segundo o levantamento, os gerentes de loja passam 38% na administração dos negócios e apenas 4% interagindo com o consumidor. Os funcionários que trabalham em período integral dentro das lojas gastam 34% do seu tempo com os clientes."`Poucas empresas aproveitam seus funcionários como coletores de dados. As informações que eles têm não são classificadas e não geram conhecimentos sobre a operação", afirma Bowles. Fonte: Exame.com / CNDL
Empresas brasileiras são as que mais trabalham para pagar impostos
20 mai, 2013 às 17:34
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O Brasil é o país do mundo em que as empresas precisam trabalhar mais horas para pagar os impostos, segundo estudo do Banco Mundial. De acordo com o ranking, uma empresa média tem de trabalhar 2.600 horas para pagar os impostos, colocando o país na 183ª posição no ranking mundial -- o último lugar.Em média, empresas dos países da América Latina e do Caribe têm de trabalhar 503 horas para pagar os impostos da região. Os países latinos mais bem colocados na pesquisa são Belice e Colômbia, em que as empresas gastam 147 e 208 horas de trabalho no pagamento.Receita FederalO texto aponta, por outro lado, que a Receita Federal é reconhecida internacionalmente por ter excelentes capacidades técnicas e bons indicadores de desempenho, e é considerada moderna.Essa contradição aparente tem relação com a complexidade do sistema tributário na região. Ao analisar os sistemas tributários latinos, o estudo sugere que os modelos são muito complexos na prática. Por outro lado, a pesquisa vê dificuldade em apontar a eficácia da administração tributária e a qualidade do desenho dos sistemas.O texto aponta que os países da América Latina e do Caribe são conhecidos por uma baixa arrecadação de impostos, o que se relaciona a problemas como concentração do que é arrecadado e à incapacidade de responder às demandas de gastos sociais de todo tipo, como infraestrutura de transporte e segurança pública. A realidade, no entanto, é muito mais complexa, segundo o estudo.Baixa cargaA carga tributária na região da América Latina e do Caribe é vista como baixa, se comprada a outras regiões. Os governos nacionais e subnacionais arrecadam 17,5% do PIB em impostos, de acordo com o estudo.A arrecadação fiscal é maior nos países da Europa Oriental, onde chega a 24,1% do PIB, e no conjunto dos 32 países latino americanos que são membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que alcança 25,4%.Quando visto individualmente, no entanto, muitos países da América Latina cobram menos que o esperado para o seu nível de renda. Por exemplo, Guatemala, México, Panamá e Trinidad e Tobago têm carga tributária em torno de 10% do PIB, bem abaixo de outros países com níveis de renda semelhantes.De acordo com o critério do nível de renda per capita, o México tem espaço para elevar a arrecadação de impostos em 11,5 pontos percentuais do PIB e a Guatemala, de 7 pontos percentuais do PIB. Em média, os 23 países latino-americanos considerados tem espaço para arrecadar dois pontos percentuais do PIB. Fonte: G1 / CNDL
- A parceria entre a Câmara de Dirigentes Lojistas e a prefeitura de Brumado foi firmada logo no início de 2013, em uma reunião ocorrida no gabinete do atual prefeito, Aguiberto Lima Dias (PSL), em que toda a Diretoria da CDL estava presente.Na última semana, o presidente da entidade, Manoel Messias, esteve com o secretário municipal de administração, Miguel Lima Dias, acertando os últimos detalhes dessa parceira, que tem o objetivo de contemplar os comércios e os consumidores.Serão ornamentadas, por Kezinha Produções, as principais ruas, avenidas e praças do centro comercial de Brumado, utilizando como tema os festejos juninos. Tal ornamentação já começou a acontecer, e tudo estará pronto em breve, para que todos possam apreciar uma cidade bem bonita, como os brumadenses merecem. Autor: Izidy Ramel
Empresas brasileiras são as que mais trabalham para pagar impostos
20 mai, 2013 às 15:31
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O Brasil é o país do mundo em que as empresas precisam trabalhar mais horas para pagar os impostos, segundo estudo do Banco Mundial. De acordo com o ranking, uma empresa média tem de trabalhar 2.600 horas para pagar os impostos, colocando o país na 183ª posição no ranking mundial -- o último lugar.Em média, empresas dos países da América Latina e do Caribe têm de trabalhar 503 horas para pagar os impostos da região. Os países latinos mais bem colocados na pesquisa são Belice e Colômbia, em que as empresas gastam 147 e 208 horas de trabalho no pagamento. Receita FederalO texto aponta, por outro lado, que a Receita Federal é reconhecida internacionalmente por ter excelentes capacidades técnicas e bons indicadores de desempenho, e é considerada moderna.Essa contradição aparente tem relação com a complexidade do sistema tributário na região. Ao analisar os sistemas tributários latinos, o estudo sugere que os modelos são muito complexos na prática. Por outro lado, a pesquisa vê dificuldade em apontar a eficácia da administração tributária e a qualidade do desenho dos sistemas.O texto aponta que os países da América Latina e do Caribe são conhecidos por uma baixa arrecadação de impostos, o que se relaciona a problemas como concentração do que é arrecadado e à incapacidade de responder às demandas de gastos sociais de todo tipo, como infraestrutura de transporte e segurança pública. A realidade, no entanto, é muito mais complexa, segundo o estudo.Baixa cargaA carga tributária na região da América Latina e do Caribe é vista como baixa, se comprada a outras regiões. Os governos nacionais e subnacionais arrecadam 17,5% do PIB em impostos, de acordo com o estudo.A arrecadação fiscal é maior nos países da Europa Oriental, onde chega a 24,1% do PIB, e no conjunto dos 32 países latino americanos que são membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que alcança 25,4%.Quando visto individualmente, no entanto, muitos países da América Latina cobram menos que o esperado para o seu nível de renda. Por exemplo, Guatemala, México, Panamá e Trinidad e Tobago têm carga tributária em torno de 10% do PIB, bem abaixo de outros países com níveis de renda semelhantes.De acordo com o critério do nível de renda per capita, o México tem espaço para elevar a arrecadação de impostos em 11,5 pontos percentuais do PIB e a Guatemala, de 7 pontos percentuais do PIB. Em média, os 23 países latino-americanos considerados tem espaço para arrecadar dois pontos percentuais do PIB. Fonte: G1 / CNDL
- No final dessa sexta-feira, 17, aconteceu o primeiro sorteio da campanha da Câmara de Dirigentes Lojistas de Brumado, que contempla as datas comemorativas (Dia das Mães, Dia dos Namorados e São João).Na praça Armindo Azevedo, em frente a CDL, foi sorteada uma moto 0km Suzuki Yes 125, 3 notebooks e 1 tablet, contemplando dessa forma, consumidores e vendedor (a).Os primeiros nomes do ganhador da moto são Antônio Francisco, e a vendedora contemplada, tem como primeiro nome Luciete, cupom sorteado da empresa PortalSat.Os ganhadores dos 3 notebooks foram Edvaldo Merquiades, Devanisa Silva, e Manoel Cardoso, dos comércios Mercadinho Sebrisa, Comercial Vitória e Auto Peças Costa.Quem ainda não comprou nas lojas associadas à CDL, pode aproveitar esse período de Dia dos Namorados e São João, ainda têm muitos prêmios esperando para serem ganhos nessa grande campanha promovida pela CDL de Brumado. Autor: Izidy Ramel
Hoje acontece o primeiro sorteio da campanha da CDL Dia Mães, Namorados e São João
17 mai, 2013 às 17:35
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É hoje o grande dia do primeiro sorteio da campanha da CDL que contempla Dia das Mães, Dia dos Namorados e São João. Será sorteada uma moto às 17h00 na própria Câmara de Dirigentes Lojistas (Praça Armindo Azevedo, 442, Centro de Brumado).Se você comprou nas lojas associadas CDL e preencheu o seu cupom, prepare-se, pois essa moto 0km que será sorteada hoje poe ser sua!Durante toda a promoção serão sorteados os seguintes prêmios: 3 motos, 10 notebooks e 3 tablet's.
Autor: Izidy Ramel
Mais da metade dos inadimplentes em abril têm dívidas acima de R$ 500, aponta SPC Brasil
17 mai, 2013 às 10:58
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Indicador ampliado revela a concentração de consumidores inadimplentes sobre a ótica de três cortes específicos: sexo, idade e valor da dívidaUm detalhamento do índice mensal de inadimplência verificado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que 50,49% do total dos consumidores inadimplentes no mês de abril têm dívidas com valores superiores a R$ 500.
Na avaliação dos economistas do SPC Brasil, este resultado é reflexo das compras de bens duráveis, que na maioria das vezes, são parceladas ao longo de vários meses. "Mesmo com o recente desempenho do mercado de trabalho e a melhora no nível da renda do brasileiro, muitas pessoas acabam por assumir um número elevado de financiamentos e não conseguem cumprir todos os seus compromissos financeiros", explica a economista do SPC Brasil, Ana Paula Bastos.Faixa etáriaAo cruzarmos a inadimplência no comércio com a faixa etária do consumidor, constatamos que a maior parte dos cadastros negativos concentra-se nos CPFs de pessoas com mais de 65 anos.
Para a CNDL e o SPC Brasil, isso ocorre, porque muitos idosos se encontram em uma situação em que têm que arcar com altas despesas como remédios e planos de saúde, além das outras despesas rotineiras. "Além disso, a facilidade que aposentados e pensionistas têm para conseguir empréstimos consignados, aliada ao fraco planejamento financeiro, acaba por comprometer uma parcela significativa da renda destas pessoas", avalia Ana Paula.GêneroNo quesito gênero, houve um ligeiro equilíbrio. No mês de abril, 53,77% dos inadimplentes foram mulheres, enquanto que 46,23% foram de CPFs de consumidores do sexo masculino. Na visão das entidades, apesar de haver forte disparidade entre o comportamento de homens e mulheres no mês de abri, esse dado mostra a crescente participação das mulheres na vida financeira de suas famílias, dado que muitas delas passaram a serem as principais responsáveis pelas despesas domésticas.A pesquisaO SPC Brasil e a CNDL divulgam, desde janeiro de 2013, informações segmentadas sobre o indicador mensal de inadimplência no comércio brasileiro. O aprofundamento da pesquisa informa o percentual da concentração de consumidores inadimplentes por três cortes específicos: sexo, idade e valor da dívida registrada no banco de dados do SPC Brasil. O sistema de consulta envolve mais de 150 milhões de cadastros de pessoas físicas (CPFs), em 800 mil pontos de vendas espalhados por todo o país. Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL
Leve recuo no comércio não preocupa e CNDL mantém previsão de crescimento em 2013
16 mai, 2013 às 11:17
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A ligeira retração de -0,1% registrada em março ante fevereiro nas vendas do comércio divulgada nesta quarta-feira (15/5) pelo IBGE já era aguardada por líderes do movimento lojista, em função da alta dos preços dos alimentos e de efeitos sazonais do mês de março. Mesmo assim, o resultado ainda não preocupa o varejo, que foca atenção nos dados positivos da comparação anual e mantém firme a previsão de crescimento de 6% para 2013.Na avaliação de líderes da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), ao analisarmos o crescimento de vendas na comparação anual, ou seja, em relação ao ano passado, temos em 2013 uma trajetória muito otimista. "O crescimento de março foi positivo: 4,5%. Em janeiro, também tivemos alta de 5,9% e, em fevereiro, um leve recuo [-0,3%]. Se levarmos em consideração que o primeiro trimestre do ano costuma ser o pior deles, logo chegamos à conclusão de que o resultado até agora é bom e que a previsão de 6% deve ser alcançada", explica o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior.Inflação e efeito sazonaisNa avaliação das duas entidades, a retração de -2,9% - março em relação a fevereiro de 2013 - no setor de livros, jornais e papelaria é explicada em virtude do término do período de volta às aulas. "O setor de papelaria cresce muito em janeiro e fevereiro por causa das grandes compras de materiais escolares. Acabado este período, é normal que as vendas caiam", pondera Pellizzaro Junior.Já a queda de -2,1% registrada no setor de supermercados, alimentos e bebidas é decorrente da alta dos preços. "A inflação corrói o poder de compra do consumidor, o que é facilmente percebido no volume de vendas", avalia Pellizzaro Junior.Para o presidente da CNDL, o cenário de inflação escapando do centro da meta não é desesperador, mas merece observação cautelosa pelos próximos meses. "A inflação oscilando para fora do centro da meta não preocupa o poder de compra em curto prazo, mas deve ser observada com atenção. A política monetária brasileira deve ser vigilante, mas ao mesmo tempo não podemos retroceder na conquista histórica do recente ciclo de redução do juro básico", alerta. Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL




