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  • Após se manter estável em 7,25% por 16 semanas consecutivas, a expectativa de analistas para a Selic ao fim de 2013 subiu para 8%, de acordo com o boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central, que apura estimativas junto a cerca de cem instituições.Essa mudança se segue à mais recente reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), na quarta-feira passada, que, embora tenha mantido o juro básico estável em 7,25% ao ano, fez alterações em seu comunicado que, na interpretação dos analistas, abriu a possibilidade para a elevação da Selic neste ano.No comunicado após a decisão, o Copom informou que acompanhará a evolução do cenário macroeconômico para definir os próximos passos de sua estratégia de política monetária. Além disso, retirou a frase em que defendia que a "estabilidade das condições monetárias por período suficientemente prolongado é a estratégia mais adequada para garantir a convergência da inflação para a meta".Essa mudança de postura se segue à deterioração da inflação, que foi confirmada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na sexta-feira, quando informou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) - que baliza o sistema de metas do BC - subiu 0,60%, bem mais que o 0,50% esperado pelo mercado. Em 12 meses, a inflação acumula alta de 6,31%, nível muito próximo, portanto, do teto da meta de 6,50% perseguida pelo BC.No Focus divulgado nesta segunda-feira, a expectativa para a inflação piorou. A mediana das projeções para o IPCA em 2013 saiu de 5,70% para 5,82%. Em 12 meses, contudo, a projeção foi de 5,62% para 5,51%. Para 2014, a expectativa segue em 5,50%.O mercado também ajustou para cima suas previsões para o IPCA em março, de 0,43% para 0,45%.Top 5A exemplo do que ocorreu com a mediana do mercado em geral, os analistas do grupo Top 5 - o que mais acertam as previsões no Focus - também elevaram suas projeções para o IPCA e para a Selic.A mediana para a inflação subiu de 5,57% para 5,81% em 2013 e para a Selic ao fim de 2013 saiu de 7,25% para 8,50%.Para 2014, a expectativa de inflação desse grupo caiu de 6,20% para 6,05%, mas a mediana da Selic subiu de 7,63% para 7,88%.Economia mais forteOs analistas de mercado aumentaram suas projeções para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) e da produção industrial brasileira neste ano, de acordo com o boletim Focus. As projeções para ambos têm registrado pequenas altas e baixas nas últimas semanas, sem mostrar uma direção mais clara.Para o PIB, os analistas projetam agora expansão de 3,10%, pouco maior que os 3,09% estimados na semana passada. A expectativa para a produção industrial passou para aumento de 3%, ante 2,86% na semana anterior, e agora está mais próxima do nível estimado há quatro semanas, de 3,10%.Para 2014, a estimativa de expansão do PIB caiu de 3,65% para 3,50%. Há quatro semanas era de 3,80%. A expectativa para a produção industrial d próximo ano seguiu em expansão de 3,75%. Fonte: Valor Econômico
  • SINDLOJAS convida todos os comerciantes para reunião importanteO SINDLOJAS - Sindicato dos Lojistas da Bahia - Convida a todos os comerciantes de Brumado para discutirem sobre a Convenção Coletiva de Trabalho para o biênio 2013/2014 a realizar-se no dia 12 de março (terça-feira) às 18h30min no auditório da SEMAC, localizado no primeiro andar do prédio do juizado de Brumado, em que serão abordados assuntos de suma importância para o comércio em geral.Não fiquem de fora! Sua presença será de grande importância! Fonte: Assessoria de Comunicação da CDL de Brumado - Izidy Ramel Comunicação
  • O número de pessoas que procurou crédito em fevereiro teve alta de 6,9% na comparação com igual mês do ano anterior, de acordo com o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito, divulgado nesta segunda-feira (11). Esta foi a quinta alta seguida na comparação anual, após a demanda do consumidor por crédito ter registrado queda em 10 dos 11 meses compreendidos entre novembro de 2011 e setembro de 2012.O processo de reativação da demanda do consumidor por crédito relaciona-se com a atual tendência de diminuição dos níveis de inadimplência e com as taxas de juros mais baixas. Também reflete, conforme os economistas da Serasa Experian, o bom momento ainda vivido pelo mercado de trabalho, apesar do fraco desempenho da economia brasileira em termos de crescimento econômico.Na comparação com janeiro, o menor número de dias úteis em fevereiro, por conta do carnaval, fez com que a procura do consumidor por crédito recuasse 13%. Fonte: G1
  • As mulheres são responsáveis pela maioria das decisões de compra da casa, disseram os maridos em pesquisa do Instituto Data Popular divulgada nesta quarta-feira (6).De acordo com a pesquisa, 86% dos maridos disseram que elas decidem as compras do supermercado.Elas também são responsáveis pela viagem de férias da família (79%) e até pelas roupas do marido (71%).56,1% das mulheres trabalharam em 2012 em SP, diz pesquisaAlém disso, também definem qual será o carro da família (58%) e escolhem o computador (53%).A maioria dos maridos (71%) disse, inclusive, que prefere até mudar de opinião para não brigar com a esposa.Elas também controlam. Mais da metade dos maridos (61%) afirmaram que as esposas conferem a conta deles no banco e sabem exatamente quanto eles ganham.Cerca de 79% deles têm certeza de que a mulher possui dinheiro guardado sem que eles saibam.A pesquisa ouviu 800 homens casados em 44 cidades do Brasil no último trimestre de 2012. Fonte: Folha.com
  • ara a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), a decisão do Banco Central de manter a taxa básica de juros no piso histórico de 7,25% ao ano já era esperada e revela que o governo não deve usar a taxa básica de juros como um remédio para conter a inflação. Na avaliação das duas entidades, a decisão revela certa cautela do governo brasileiro, que a partir de agora deve aguardar os desdobramentos da economia, sobretudo se a alta dos preços dará ou não sinais de trégua nos próximos meses.Na avaliação de representantes do setor varejista, embora o comércio vivencie um momento de crescimento nas vendas e de queda da inadimplência, o consumo das famílias não pode ser o único pilar de sustento da economia brasileira. "O atual modelo econômico favorável ao consumo já começa a dar sinais de esgotamento. Nossa expectativa é de que haja um recuo da inflação nos próximos meses. Caso contrário, o poder de compra do consumidor será comprometido, o que impacta negativamente no volume de vendas do comércio", afirma o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior.O líder do movimento varejista explica que o Brasil deve buscar medidas políticas para reduzir a atual carga tributária e unir forças para aumentar a produtividade brasileira. "Hoje o Estado anda pouco eficiente e muito caro. Nem mesmo a redução do IPI conseguiu diminuir a arrecadação de impostos do governo, que como vimos nesta semana, bateu um novo recorde em 2012. É importante lembrar que a alta tributação não eleva apenas o custo dos produtos, mas também o da produção", disse o presidente da CNDL.Além disso, a CNDL e o SPC defendem a criação de oportunidades e de ambientes favoráveis ao financiamento de investimentos como gastos em infraestrutura pública e compra de equipamentos para ampliar a capacidade produtiva. "São problemas históricos que afetam a capacidade de crescimento de longo prazo", afirma Pellizzaro Junior. Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL
  • O endividamento das famílias brasileiras recuou em dezembro e fechou 2012 com o menor crescimento anual da série histórica do Banco Central, iniciada em 2005. No final do ano passado, a dívida dos consumidores com o sistema bancário correspondia a 43,42% da sua renda anual.Em 2012, o endividamento cresceu 1,72 ponto porcentual, ante 2,54 ponto porcentual em 2011 e 3,75 ponto porcentual em 2010.O resultado de dezembro é também o menor em cinco meses. Em agosto de 2012, o endividamento atingiu patamar recorde de 43,78%. Em novembro, estava em 43,57%.O BC também calcula o comprometimento da renda mensal do brasileiro com o sistema financeiro. Em dezembro, as prestações com os bancos correspondiam a 21,93% dos salários. Houve alta em relação aos 21,82% de novembro, mas queda de 0,92 ponto porcentual na comparação com os 22,85% de dezembro de 2011. Para o comprometimento mensal, o maior porcentual foi registrado em outubro de 2011 (23,19%).Para o BC, grande parte desse endividamento se refere ao crédito imobiliário, que é uma dívida de longo prazo e com baixa inadimplência. Isso também significa, segundo a instituição, que há substituição, muitas vezes, do pagamento de aluguel pela prestação da casa própria. Se forem retirados da conta os financiamentos habitacionais, o endividamento cai para 30,52% da renda anual, menor porcentual em 24 meses.Em agosto de 2012, esse indicador atingiu recorde de 31,5%. Em dezembro de 2011, estava em 31,02%. O comprometimento mensal, descontadas as prestações imobiliárias, caiu de 21,51% em dezembro de 2011 para 20,42% no fim do ano passado. Fonte: Veja/Estadão
  • Isso significa que menos mulheres têm aberto um negócio por necessidade (como em caso de desemprego) e que aumentou a motivação por empreendedorismo.O Brasil oferece oportunidades para as mulheres que querem abrir um negócio, indicam duas pesquisas que serão divulgadas na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher (8 de março).Levantamento realizado pelo Sebrae com dados da pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor), que ouviu 10 mil pessoas em 2012, mostra que a taxa de empreendedorismo por oportunidade das mulheres subiu de 39% em 2002 para cerca de 65% no ano passado.Isso significa que menos mulheres têm aberto um negócio por necessidade (como em caso de desemprego) e que aumentou a motivação por empreendedorismo.Já levantamento da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade), que entrevistou 30 das 65 finalistas da etapa nacional do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios, mostrou que 97% das finalistas dizem acreditar que o Brasil tem grandes oportunidades para empreender.Entre elas, apenas 7% abriram negócio por necessidade financeira, enquanto 39% o fizeram por terem vontade de empreender.Para o superintendente geral da FNQ, Jairo Martins, o otimismo relatado pelas mulheres empreendedoras reflete um aumento da atividade econômica em diferentes regiões do país.GESTÃO E SUPERAÇÃOPara o diretor-presidente do Sebrae, Luiz Barretto, durante os anos de realização do prêmio é possível notar, além do aumento do número de empreendedoras, mais qualidade nos negócios comandados por mulheres."Elas têm buscado cada vez mais cursos, oficinas e consultorias sobre como investir e melhor administrar sua empresa. Em geral, têm mais disposição para aprender do que os homens."Porém, segundo Barretto, o preconceito ainda é a maior barreira para elas."Muitas mulheres precisam superar a desconfiança dos familiares, dos fornecedores e dos parceiros comerciais para buscar espaço num mercado cada vez mais competitivo", afirmou Barretto.Para Martins, o perfil das empreendedoras premiadas tem se modificado. Antes, o que chamava a atenção eram histórias de superação de dificuldades.Agora, chama a atenção a capacidade de gestão e a busca por conhecimento pelas candidatas. Fonte: Folha.com
  • Apesar do bom resultado para o varejo, modelo econômico de crédito farto está se esgotando e não será suficiente para sustentar a economia em 2013Embora o comércio vivencie um bom momento de crescimento nas vendas e de recuo da inadimplência, a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) classifica como "lamentável" o resultado do PIB brasileiro em 2012. Representantes do setor afirmam que modelo econômico que favorece o consumo está se esgotando e ainda fazem um alerta: as altas taxas de inflação podem corroer o poder de compra do consumidor brasileiro e impactar as vendas.Na avaliação do movimento varejista, serviços foi mais uma vez o único segmento a apresentar crescimento (+1,7%) na soma das riquezas produzidas no ano passado, evitando com que o resultado do PIB fosse um desastre. "O setor de serviços se mostrou a locomotiva do Brasil. Sem a ajuda do segmento, o país estaria numa situação desastrosa", disse o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior.AlertasO líder dos varejistas afirma que o tripé alta empregabilidade, crédito farto e expansão da renda real não será suficiente para aquecer a economia em 2013. "Os comerciantes brasileiros esperam uma atenção maior por parte da equipe econômica e precisam de políticas, especialmente as tributárias, para que as micro e pequenas empresas consigam sobreviver, sobretudo diante das distorções que diariamente são implementadas pelo governo", defende Pellizzaro Junior.O varejo brasileiro comemorou recentemente o crescimento anunciado pelo IBGE de 8,4% nas vendas em 2012. Apesar do cenário otimista, Pellizzaro Junior faz uma advertência: "A expectativa é de que haja um recuo da inflação no decorrer dos próximos meses. Caso contrário, o poder de compra dos consumidores será comprometido, o que deve impactar negativamente no volume de vendas do comércio brasileiro". Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL
  • O consumo das residências em janeiro, que foi de 10.912 GWh, é atribuído ao calor intenso e permanência de temperaturas elevadasO consumo de energia elétrica no Brasil subiu 5,4% em janeiro deste ano ante mesmo período de 2012, para 38.311 gigawatts-hora (GWh), motivado principalmente pelo aumento da demanda das residências e do comércio (que avançaram mais de 11%)."Mesmo considerando o efeito estatístico da uma base de comparação relativamente reprimida em 2012, o crescimento de 11,4% no consumo de energia das famílias --o maior já registrado desde 2005 para o mês de janeiro-- é, sem dúvida, expressivo", informou a EPE (Empresa de Pesquisa Energética) nesta terça-feira (26).O consumo das residências em janeiro, que foi de 10.912 GWh, é atribuído ao calor intenso e permanência de temperaturas elevadas por vários dias --que levam ao maior uso de equipamentos de refrigeração.O classe comercial registrou alta de 11,1% no consumo de energia no mesmo período, para 7.195 GWh, sendo que as principais taxas de crescimento foram observadas na região Sudeste, com destaque para Espírito Santo (20,7%) e Minas Gerais (17,7%)."Tal qual no consumo residencial, temperaturas elevadas exercem influência no sentido de aumentar a demanda comercial de energia. Além disso, a intensificação do turismo de lazer, próprio desta época do ano, é outro fator que contribui para a expansão do consumo da classe", disse a EPE.A indústria, por sua vez, teve uma redução de 2% no consumo de energia ante 2012, resultado que reflete o desempenho da atividade industrial no período. Segundo a EPE, o resultado está em linha com as estatísticas da CNI (Confederação Nacional da Indústria). Fonte: Folha.com
  • Apesar de se considerar preparado, pesquisa revela que o brasileiro não sabe lidar com o próprio dinheiro.Estudo do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) revela que ansiedade e insatisfação com a própria aparência são os motivos que mais levam os brasileiros a fazerem compras por impulso. O estudo foi encomendado para testar o grau de conhecimento do consumidor sobre finanças e conclui que, apesar de se considerar preparado, o brasileiro não sabe lidar com o próprio dinheiro: 85% da população faz compras sem planejamento e 74% não possui qualquer investimento fixo, como a caderneta de poupança, por exemplo.Faz compras sem planejamento?O levantamento mostra o quanto que fatores puramente emocionais interferem negativamente nas contas do consumidor: quatro em cada dez entrevistados (43%) admitem fazer compras por impulso em momentos de ansiedade, tristeza ou angústia. Na avaliação do SPC Brasil, este tipo de consumo descontrolado revela ser um mecanismo de compensação para suprimir carências que nada têm a ver com o universo material.Entre os que fazem compras movidas por impulsos emocionais, a ansiedade por um evento que se aproxima (festas, jantares e viagens, por exemplo) é o motivo mais decisivo entre consumidores de classes A e B. Por outro lado, a baixa autoestima (insatisfação com a própria aparência) é a razão mais citada entre consumidores das classes C e D. "Na busca pelo prazer imediato ou para exibir um estilo de vida que não condiz com a própria renda, o comprador se alivia momentaneamente, sem se importar com o futuro do próprio bolso", diz a economista do SPC Brasil Ana Paula Bastos.Quando questionados se pedem algum desconto ao fazerem compras a vista, a maioria (85%) respondeu que sim. Apesar deste comportamento maduro, o brasileiro ainda peca na hora de fazer compras a prazo: a maior parcela dos consumidores (37%) só observa se o valor mensal da parcela cabe no próprio bolso e não leva em consideração a taxa de juros embutida no financiamento. "Esse comportamento é ainda mais marcante nas classes C e D (42% contra 30% nas A e B), porque são consumidores que estão aprendendo a lidar com o crédito e que têm costume de fazer compras ? principalmente as de maior valor ? parceladas", explica a economista Ana Paula Bastos.Eles não poupamO estudo também revela o imediatismo do consumidor brasileiro: quatro em cada dez entrevistados (42%) gastam tudo o que ganham e não conseguem poupar qualquer quantia. Considerando somente consumidores das classes C e D, este percentual é ainda maior, chegando a 53% ante 28% nas classes A e B. "Isso se deve a menor renda disponível nas classes C e D, impossibilitando estas pessoas de guardarem um pouco de seus salários, depois de pagar as contas primárias como aluguel, água, luz e telefone", explica a economista.Em uma situação hipotética de perda total das fontes de rendimentos, 30% dos consumidores admitiram quem não conseguiriam manter o atual padrão de vida nem por um mês, enquanto 35% conseguiriam mantê-lo de um a três meses. 17% deles conseguiriam por quatro a seis meses e 10% entre sete e dozes meses. Apenas 7% da população conseguiria manter-se firme nessa situação por mais de um ano.Eles não investemA maioria (74%) dos entrevistados também admite não possuir qualquer tipo de investimento fixo como a caderneta de poupança. Na visão do SPC Brasil, o baixo percentual de investidores entre os consumidores é reflexo da falta de conhecimento do brasileiro sobre como e onde aplicar o próprio dinheiro. "Apesar de a pesquisa apontar que 72% dos entrevistados se consideram aptos a fazer a administração das finanças de casa, o que se percebe é que o brasileiro não tem noções básicas de orçamento doméstico e não sabe lidar com o próprio dinheiro", afirma a economista.Importância da educação financeiraPara o SPC Brasil, o atual cenário econômico e social brasileiro revela uma melhoria do padrão de vida da população, impulsionado por fatores como alta empregabilidade, aumento da renda média e amplo acesso ao crédito. A combinação desses fatores fez emergir no Brasil uma nova classe média, ou seja, o país presencia a ascensão de uma parcela significativa da sociedade ao mercado de consumo.O novo padrão de consumo que se estabeleceu em decorrência destas mudanças vai além das necessidades consideradas primárias e abrange produtos e serviços que no passado se limitavam um percentual restrito de consumidores. "Daí surge à importância da educação financeira como forma de contribuir ativamente para aumentar o nível de consciência financeira, reduzindo a inadimplência e possibilitando um mercado mais transparente e com vantagens para todos que utilizam o crédito", alerta a economista.MetodologiaPesquisa encomendada pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) buscou avaliar a educação financeira do consumidor brasileiro. Foram ouvidos em todo o país 646 consumidores. O estudo foi realizado em todas as capitais com alocação proporcional ao tamanho da população economicamente ativa (PEA), com margem de erro de 3,9% e um intervalo de confiança de 95%. Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL e SPC Brasil
  • Mesmo com a economia brasileira andando devagar, o nível de emprego continua alto, de acordo com números do IBGE divulgados nesta terça-feira (26). O setor de serviços puxou as contratações, mas especialistas acham difícil a manutenção do pleno emprego mesmo se a economia volte a crescer mais.O sol brilhou. Se não foi para todos, certamente para quem trabalha perto da praia. Segundo o IBGE, serviços ligados ao turismo ajudaram o Brasil a manter o emprego em alta em janeiro.Só no Rio de Janeiro, o setor abriu 83 mil vagas a mais do que em janeiro do ano passado. O mensageiro de hotel Alcilei Bitencourt ficou com uma delas. Começou como temporário e já foi efetivado. "Deixei alguns currículos aqui pela orla em todos os hotéis e tive a sorte de essa empresa me chamar", diz.Não foi apenas sorte. A taxa de desemprego em janeiro ficou em 5,4%. É a mais baixa para o mês desde que a medição começou a ser feita, em 2002. Na comparação com dezembro, houve um crescimento, que era esperado, já que, no início do ano, muitas vagas de Natal e Réveillon são extintas.A queda quase constante da média anual de desemprego pode ser interrompida, porém, tanto na indústria quanto no comércio, apesar da expectativa de aquecimento da economia.Quando a atividade econômica cresce, o normal é esperar que o desemprego caia, mas para este ano, principalmente para o primeiro semestre, a expectativa é outra. Os economistas explicam que, no ano passado, as empresas mantiveram emprego de trabalhadores que não eram indispensáveis naquele momento e agora não vão precisar contratar tanto.Essa retenção do emprego teria três explicações, segundo Fábio Romão, economista da LCA: a entrada de mais trabalhadores no mercado formal, que deixou as demissões mais caras, as previsões de que a economia fosse engrenar desde o meio do ano passado, e a dificuldade de encontrar funcionários qualificados."O empresário, principalmente o industrial, achou mais compensador reter parte dessa mão de obra e lançou mão de alguns mecanismos para reter essa mão de obra, como férias coletivas, redução da carga horária e, agora, nesse momento que a economia mostra sinais de retomada, não há necessidade de contratação em um volume muito grande", afirma Romão. Fonte: Jornal da Globo
  • O mercado deu continuidade aos ajustes de suas projeções para este ano ao reduzir a perspectiva de inflação e câmbio e elevar a de expansão da economia. Os economistas ouvidos pelo BC para a pesquisa semanal Focus, divulgada nesta segunda-feira, também mantiveram a estimativa da Selic, a taxa básica de juros, estável em 7,25% neste ano, a despeito das recentes declarações do presidente do BC, Alexandre Tombini, e do ministro da Fazenda, Guido Mantega, de que a política monetária pode ser usada como meio de manobra para controlar a elevação da inflação.Os analistas consultados veem a inflação agora encerrando o ano a 5,69%, ante 5,7% anteriormente. Contudo, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado prévia do indicador oficial de inflação, registrou alta de 0,68% em fevereiro, de acordo com dados divulgados na semana passada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representou uma desaceleração dos preços em relação a janeiro, quando o indicador ficou em 0,88%. O índice, contudo, está bem acima do registrado no mesmo período do ano passado: 0,53%.Já a expectativa para o dólar no final de 2013 é de 2,00 reais, ante 2,02 reais na semana anterior.A projeção dos economistas para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2013 é de 3,1%, a mesma vista há quatro semanas e ligeiramente melhor do que a estimativa apontada na semana passada, de 3,08%. A produção industrial esperada para o ano, ainda segundo o relatório, é de expansão de 3,10%. Na semana passada, os economistas previam um indicador da indústria menor, de 3%, o que mostra uma tendência mais otimista do mercado com relação ao desempenho econômico.Para este ano, o BC projeta que o PIB chegará a uma expansão de 3,3% em 12 meses no terceiro trimestre deste ano. Na semana passada o diretor de política econômica do BC, Carlos Hamilton Araújo, disse que o único segmento da demanda no Brasil que mostra fragilidade é o investimento. "Tivemos um problema de oferta no ano passado." Isso teve impacto no nível de atividade, mas, segundo dados que já são conhecidos, o BC vê a economia do primeiro trimestre deste ano mais "em linha" com as suas projeções."As informações disponíveis até agora mostram que a atividade do primeiro trimestre está mais em linha com nossa expectativa", disse Hamilton, após o BC ter divulgado o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma espécie de sinalizador do PIB brasileiro. O IBC-Br avançou 0,26% em dezembro ante novembro e encerrou 2012 com alta de 1,35%, de acordo com dados dessazonalizados. O resultado veio abaixo da projeção de analistas. Na comparação com o terceiro trimestre, o IBC-Br avançou 0,62% nos últimos três meses do ano, mostrando desaceleração ante a alta de 1,12% no terceiro trimestre sobre o segundo. Fonte: Veja

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