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Prazo para declarar o IR 2015 termina à meia-noite; evite multa
30 abr, 2015 às 08:00
- Faltam poucas horas para o fim do prazo de declaração do Imposto de Renda: o contribuinte que ainda não enviou o documento tem até as 23h59 desta quinta-feira (30) para fazê-lo sem receber multa. A multa mínima por atraso é de R$ 165,74, mas pode atingir até 20% do imposto devido.Até as 17h de quarta-feira (29), a Receita ainda esperava receber cerca de 4,2 milhões de declarações. Com o excesso de contribuintes enviando a declaração num período curto, o sistema da Receita pode enfrentar instabilidade, como ocorreu em anos anteriores, e exigir paciência.IncompletaMesmo aqueles que não conseguiram reunir todas as informações para o preenchimento ou tem dúvida sobre algum valor devem enviar a declaração incompleta para evitar a multa. Os especialistas recomendam que os contribuintes mandem a declaração do jeito que conseguir. Isso porque, mesmo fora do prazo, existe a opção de fazer uma declaração retificadora para evitar cair na malha fina da Receita.Dessa forma, o contribuinte evita a multa e pode então se dedicar a recolher as informações que faltaram para fazer "com mais cuidado" a declaração retificadora. É preciso estar atento, no entanto, ao modelo da declaração: depois do fim do prazo, não é possível alterar o modelo da declaração original (simples ou completa).Vale lembrar que a declaração retificadora também é válida em caso de problemas ou erros na declaração já entregue pelo contribuinte. O prazo para retificar a declaração é de 5 anos, mas a recomendação é que o contribuinte realize o processo rapidamente, para não correr o risco de ficar na malha fina.O contribuinte deve ter o número do recibo de entrega da declaração anterior para fazer a retificadora, que deve ser entregue no mesmo modelo (completo ou simplificado) adotado na declaração original. Somente se a entrega da retificadora for antes de 30 de abril será possível alterar o modelo.Quem precisa declararEstão obrigadas a apresentar a declaração as pessoas físicas que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 26.816,55 em 2014 (ano-base para a declaração do IR deste ano).Também devem declarar os contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado."Também deve declarar quem obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência de imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias e futuros, assim como quem auferiu ganhos ou tem bens ou propriedade rurais de acordo com os valores estabelecidos pela Receita", lembra Aristeu Tolentino, especialista em IR da Prolink Contábil.Fonte: G1
BC começa hoje reunião para decidir juros; mercado espera alta para 13,25%
28 abr, 2015 às 08:00
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O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central começa nesta terça-feira (28) uma reunião de dois dias para definir a Selic, a taxa básica de juros.O mercado espera uma alta de 0,5 ponto percentual, o que faria com que a Selic subisse dos atuais 12,75% para 13,25% ao ano, segundo o Boletim Focus, uma publicação do BC que organiza as projeções das principais instituições financeiras do país.A agência de notícias Reuters também ouviu 48 economistas. Destes, 42 preveem que o Copom subirá a Selic em 0,5 ponto percentual.
Juros e inflação
O novo governo de Dilma Rousseff (PT) vem adotando medidas impopulares, como aumento de impostos e juros, e cortes de despesas, com o objetivo de acertar as contas federais.Uma das maiores críticas a Dilma tem sido a economia, incluindo a inflação em alta. Os juros são usados, entre outras coisas, para tentar controlar a inflação. O governo tenta ajustar suas contas para recuperar a confiança do mercado.A Selic é uma taxa de referência e remunera investimentos com títulos públicos, por exemplo.Não representa os juros cobrados dos consumidores, que são muito mais altos.Fonte: UOL
Feirão da Casa Própria movimentou mais de R$ 3 bi em SP, diz Caixa
27 abr, 2015 às 08:00
- O 11º Feirão da Casa Própria movimentou R$ 3,02 bilhões em São Paulo, segundo a Caixa Econômica Federal. O volume de negócios ficou abaixo do registrado no ano passado, quando o evento movimentou R$ 3,5 bilhões na capital paulista.46 mil pessoas passaram pelo evento este ano, que aconteceu de 25 a 26 de abril. O número de imóveis oferecidos também foi menor que em 2014: foram mais de 80 mil imóveis, ante 147 mil no ano passado. Segundo a Caixa, o Feirão deste ano teve como foco o financiamento do Minha Casa, Minha Vida e das demais operações com recursos do FGTS.Recife e Belém também receberam o Feirão nos últimos três dias. Nas duas cidades, o feirão movimentou R$ 912 milhões. Até 14 de junho, outras 11 cidades também receberão o evento.A previsão inicial é que o número de imóveis ofertados seja superior a 200 mil, nas 14 cidades que vão participar do evento, com mais de 1,4 mil parceiros e 822 empreendimentos novos. Em São Paulo, serão ofertados mais de 550 empreendimentos, mais de 40 mil imóveis novos e mais de 40 mil imóveis usadosPara requerer o crédito para casa própria no feirão, é necessário levar documento de identidade, CPF e comprovante de renda.Próximas datasRio de Janeiro: 15 a 17 de maioCuritiba: 15 a 17 de maioFortaleza: 15 a 17 de maioCampinas (SP): 15 a 17 de maioBrasília: 22 a 24 de maioUberlândia (MG): 22 a 24 de maioPorto Alegre: 22 a 24 de maioFlorianópolis: 22 a 24 de maioBelo Horizonte: 12 a 14 de junhoSalvador: 12 a 14 de junhoGoiânia: 12 a 14 de junhoFonte: G1
Projeções mostram que economia brasileira piora antes de melhorar
25 abr, 2015 às 08:00
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“A situação econômica brasileira vai piorar antes de melhorar”. Foi com essa afirmação que o economista Mailson Ferreira da Nóbrega iniciou a palestra “Perspectivas da economia brasileiro” nesta quinta-feira (23), durante o Seminário Internacional da Integração do Agronegócio com o Sistema Judicial. A palestra marca o início do evento, que é realizado em Cuiabá (MT) pela Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) e pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT).
Dentre as projeções apresentadas na palestra, a expectativa é de que o PIB cresça cerca de 1% este ano, que o desemprego aumente e a renda real dos brasileiros caia, e de que o potencial de crescimento continue baixo. Mesmo com essas notícias, Nóbrega considera o pessimismo da população exagerado, já que o cenário tende a melhorar a longo prazo.
As projeções apresentadas pelo economista para 2015 apontam que o PIB deve cair 1,4%, a inflação pode chegar a 8,1%, as taxas de desemprego podem variar de 6,3% a 7,6% e que a taxa Selic deve chegar a 13,5%, dentre outras.
Entre os desafios que o Brasil tem que vencer, na opinião do palestrante, estão se tornar um país plenamente capitalista, sustentável social e ambientalmente; ser mais integrado à economia mundial; ter realmente um educação de qualidade; profissionalizar o serviço público e fazer reformas internas para aumentar sua competitividade.
Para ele, o agronegócio é o setor em destaque na economia brasileira atualmente, pois depende pouco do governo e é o único setor como um todo que tem tido ganhos de produtividade enquanto que a produtividade do país como um todo está estagnada ou caindo.
“Eu diria que, sem o agronegócio, o Brasil estaria em uma crise gigantesca porque o agro é responsável por geração de superávits comerciais do país. O setor todo é superavitário. Sem o agronegócio, o Brasil teria déficits no balanço de pagamento que seriam insustentáveis. Se olhar por esse lado, o agronegócio é um dos pilares mais sólidos da economia brasileira”, afirma.
A programação do seminário continua nesta sexta-feira (24) e sábado (25), no hotel Gran Odara. Confira as próximas palestras:
24/04/2015 (sexta-feira)16h30 às 18h30 – Painel O CENÁRIO AGRO MUNDIAL
Análise e conjuntura da realidade norte-americana – Levin Flake, Economista agrícola sênior do Comércio, Escritório de Análise Global, Foreign Agricultural Service, USDA (EUA)
Análise e conjuntura da realidade europeia – Letícia A. Bourges, Diretora executiva do Comitê Europeu e Direito Rural (França)
Análise e conjuntura da realidade brasileira – Ricardo Arioli, Presidente da Comissão de Meio Ambiente da Famato (Brasil)
Mediador: Ricardo Tomczyk – Presidente da Aprosoja-MT (Brasil)
18h30 às 19h – Intervalo
19h às 19h30 – Lançamento do projeto MEDIAÇÃO DO AGRONEGÓCIO – Clarice Claudino da Silva, Desembargadora, Presidente do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Resolução de Conflitos (Nupemesc) do TJ/MT
19h30 às 21h – Painel POLÍTICAS AGRÍCOLAS E O AGRONEGÓCIO
Política Agrícola brasileira: o seguro de renda e os títulos do agronegócio – Seneri Paludo, Secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Brasil)
Política Agrícola norte-americana – Ray Gaesser, Presidente da Associação Americana de Soja – ASA (EUA)
Mediador: Rui Prado – Presidente do Sistema Famato/Senar (Brasil)
25/04/2015 (sábado)
8h às 9h30 – Painel A LEGISLAÇÃO AMBIENTAL E O AGRONEGÓCIO
Uma análise da conjuntura jurídica mundial – Sofia de Abreu Ferreira, Cônsul na Unidade de Direito Internacional e Ambiental do Departamento Jurídico do Banco Mundial (EUA)
Como enfrentar os novos caminhos jurídicos no Brasil – Herman Benjamim, Ministro do Superior Tribunal de Justiça – STJ (Brasil)
Debatedores: Ana Luiza Avila Peterlini de Souza, Secretária de Estado do Meio Ambiente de Mato Grosso (Brasil) e Marli Deon Sette, Advogada, Professora da Unic/Iuni/Kroton (Brasil)
Mediador: Lutero de Paiva Pereira, Advogado, Lutero Pereira & Bonelli Advocacia do Agronegócio (Brasil)
9h30 às 11h – Painel OS NEGÓCIOS JURÍDICOS E O AGRONEGÓCIO
A utilização dos contratos atípicos no agronegócio – João Otávio Noronha, Ministro do Superior Tribunal de Justiça – STJ (Brasil)
A importância dos contratos internacionais no âmbito do agronegócio – Reinaldo Ma, Advogado (Brasil)
Debatedores: Paulo Inácio Helene Lessa, Presidente da Comissão de Estudos das Questões Jurídicas do Agronegócio (Brasil) e José Guilherme Júnior, Advogado, Guilherme e Advogados Associados (Brasil)
Mediador: José Antônio Tadeu Guilhen, Advogado, Diretor jurídico do Grupo Amaggi (Brasil)
11h às 11h30 – Intervalo
11h30 às 13h30 – Painel O DIREITO APLICADO AO AGRONEGÓCIO
Análise das repercussões fáticas das decisões jurídicas no meio ambiente do trabalho rural no Brasil – Guilherme Caputo Bastos, Ministro do Tribunal Superior do Trabalho – TST (Brasil)
Análise das repercussões fáticas das decisões jurídicas no meio ambiente do trabalho rural na Argentina – Ramiro Anzit Guerrero, Professor Doutor e Assessor do Ministério da Agricultura, Pecuária e Pesca da Argentina (Argentina)
Debatedores: Fernando Cerqueira Norberto dos Santos, Desembargador do TJ/PE (Brasil) e Daniel Teixeira, Advogado, Zoroastro C. Teixeira Advogados Associados (Brasil)
Mediador: Edson Bueno de Souza – Desembargador, Presidente do TRT 23ª Região de Mato Grosso (Brasil)
13h30 às 14h – Encerramento
Dólar cai quase 1% e fica abaixo do patamar de R$ 3
24 abr, 2015 às 08:00
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O dólar caiu quase 1% nesta quinta-feira (23) e fechou abaixo de R$ 3 pela primeira vez desde o início de março, com os investidores testando um novo piso para a moeda americana. O recuo foi amparado pela queda do dólar no mercado internacional, que recuava cerca de 0,7% ante uma cesta de moedas.
Segundo dados da BM&FBovespa, o giro financeiro ficou em torno de US$ 1,3 bilhão (aproximadamente R$ 3,91 bilhões).
"O efeito psicológico dos R$ 3 acabou sendo rompido com o dólar aqui acompanhando o exterior", disse o diretor de câmbio do Banco Paulista, Tarcísio Rodrigues.
Durante a maior parte da manhã, a divisa americana foi negociada em alta, reagindo aos dados divulgados na véspera da Petrobras. Na máxima da sessão, chegou a subir 0,89%, a R$ 3,0352.
Temer defende mais troca de investimentos entre Brasil e Espanha
23 abr, 2015 às 08:00
- O vice-presidente Michel Temer pediu nesta quinta-feira mais investimentos espanhóis no Brasil e defendeu que as empresas brasileiras façam o mesmo na Espanha, como uma forma de fortalecer as relações bilaterais e gerar prosperidade.Temer discursou hoje no Fórum de Líderes, organizado em Madri pela Agência Efe e a consultora multinacional KPMG, onde lembrou as conquistas do Brasil nos últimos anos, destacando a retirada de 40 milhões de pessoas da pobreza, levadas até "o primeiro degrau da classe média".O vice-presidente explicou que o fim dos monopólios no país permitiu a entrada de empresas espanholas no mercado nacional, especialmente no setor de telecomunicações, e defendeu a continuidade desse tipo operação.Destacou também a segurança jurídica do Brasil e o "respeito absoluto" pelos contratos assinados.Sobre o assunto, o ministro das Relações Exteriores da Espanha, José Manuel García-Margallo, lembrou que o Brasil é o segundo destino mundial de investimentos para a Espanha, atrás apenas do Reino Unido, e destacou o bom nível das relações bilaterais entre os dois países.Fonte: UOL
Em 2 meses, brasileiros pagaram R$ 1,2 bi com taxa extra na conta de luz
21 abr, 2015 às 08:00
- Os consumidores brasileiros pagaram, em apenas dois meses, R$ 1,237 bilhão a mais nas contas de luz devido à taxa das bandeiras tarifárias, que começou a vigorar em 2015. Entretanto, apesar de grande, esse volume de recursos não foi suficiente para cobrir as despesas extras das distribuidoras no período.De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), foram arrecadados R$ 413,9 milhões via bandeiras tarifárias em janeiro. Com esse valor, foi possível quitar apenas 28,7% dos custos do mês, que somaram R$ 1,443 bilhão.Em fevereiro, a arrecadação quase dobrou, chegando a R$ 823,1 milhões. Mesmo assim, não foi suficiente para pagar as despesas atreladas de R$ 1,147 bilhão.De acordo com o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, o “descasamento” já era esperado pois, em janeiro e fevereiro, o valor cobrado pelas bandeiras foi menor – R$ 3 para cada 100 kWh (quilowatts-hora) de energia consumidos no caso da bandeira vermelha, que vigorou durante todo o período.A partir de março, houve aumento da taxa, que passou para R$ 5,50 a cada R$ 100 kWh usados, também na bandeira vermelha. O reajuste foi adotado justamente para arrecadar os recursos que vão financiar parte dos gastos extras do setor elétrico ao longo de 2015.“[O déficit de janeiro e fevereiro] não é nenhuma frustração. Esses valores eram esperados porque a primeira versão das bandeiras tinha uma concepção de arrecadação menor. Em março, os recursos já devem cobrir a conta do mês”, disse Rufino.A diferença de R$ 1,353 bilhão registrada nos dois primeiros meses do ano está sendo paga, a princípio, pelas próprias distribuidoras. Entretanto, elas vão ser compensadas ao longo do ano, já que com o aumento no valor da taxa a arrecadação com as bandeiras vai aumentar.Em todo o ano de 2015, a Aneel espera que os consumidores paguem cerca de R$ 17 bilhões apenas via bandeiras tarifárias.Realismo tarifárioO sistema de bandeiras foi criado para sinalizar aos consumidores o real custo de produção da energia no país, o que é feito por meio da cor da bandeira impresso nos boletos das contas de luz. Se a cor é verde, a situação está normal e não há cobrança de taxa. Amarela, cobra-se R$ 2,50 para cada 100 kWh de energia consumidos. Se vermelha, a taxa sobe para R$ 5,50 para cada 100 kWh.A bandeira vermelha está em vigor desde o início do ano, devido à falta de chuvas que reduziu o volume dos reservatórios das principais hidrelétricas do país. Essa situação vem obrigando o governo a manter ligadas todas as termelétricas disponíveis.Termelétricas são usinas que geram energia por meio da queima de combustíveis como óleo e gás. Elas ajudam a poupar água dos reservatórios das hidrelétricas, mas o custo de produzir eletricidade com elas é muito maior.A custo de operação das termelétricas é um dos itens cobertos pelas bandeiras tarifárias. Outro é a compra, por algumas distribuidoras, de energia no mercado à vista. Essas concessionárias recorrem ao mercado à vista quando precisam de mais eletricidade para atender aos seus consumidores do que aquela que têm sob contratos. O problema é que, no mercado à vista, a energia também é mais cara.VantagemO governo e a Aneel alegam que a aplicação da taxa das bandeiras tarifárias, inclusive reajustada, é vantajosa para os consumidores, que pagariam a conta extra do setor de qualquer maneira. Com as bandeiras, porém, evita-se que as distribuidoras assumam esses custos bilionários agora para depois serem ressarcidas, com juros, no próximo reajuste das contas de luz.No ano passado, de eleições presidenciais, o governo optou por fazer empréstimos bancários para cobrir os mesmos gastos extras do setor elétrico, já afetado pela falta de chuvas e queda no nível dos reservatórios das hidrelétricas.Com essa medida, o governo adiou o repasse desses gastos para as contas de luz. Entretanto, a conta vai sair bem mais cara. O governo tomou R$ 21,176 bilhões dos bancos, que ao final do pagamento, previsto para 2020, vão receber, agora dos consumidores, R$ 34,015 bilhões. Serão R$ 12,838 bilhões, ou 37,7% do valor total da operação, apenas de juros.Fonte: G1
Brasil vai perder o sétimo lugar da economia mundial para a Índia
20 abr, 2015 às 08:00
- Sete bilhões de dólares separam a China dos Estados Uniidos, de forma que a grande ultrapassagem, esperada e temida há anos, ainda terá que esperar. As novas previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI) mantêm a economia norte-americana na liderança do mundo por volume do produto interno bruto (PIB) medido em dólares correntes (ou seja, sem o impacto da inflação) até 2020. Em seguida vêm Japão, Alemanha, Reino Unido e França, mas no sétimo lugar haverá uma mudança ainda neste ano se as previsões se confirmarem: a Índia vai superar o Brasil.A previsão da instituição é que a economia Brasileira encolha 1% este ano, à medida que a confiança do setor privado chega a níveis mínimos, inclusive depois que as eleições presidenciais reduziram as incertezas, e em meio ao aumento do temor de racionamento de água e eletricidade. O fator principal é a investigação do escândalo de corrupção na Petrobras. Por outro lado, a Índia vai acelerar o crescimento de 7,2% a 7,5% devido aos baixos preços do petróleo e a uma recuperação do investimento. No entanto, quando se olha a riqueza por habitantes, a foto muda radicalmente: 1.626 dólares (4.971 reais) dos indianos ante os 11.640 dólares (35.590 reais) dos brasileiros.Atrás do Brasil, na oitava posição do mundo, continuariam Itália, Canadá, Coreia do Sul e Austrália entre as posições 9, 10, 11 e 12. Também houve outra ultrapassagem entre essas colocações, com a Coreia superando a Austrália, muito castigada pela queda do preço das matérias-primas.A Espanha será superada ainda este ano pelo México, caindo para a posição 14. A crise derrubou a economia espanhola em seis lugares em relação ao nono que já chegou a ocupar. Até a Rússia, muito castigada pelas consequências do conflito com a Ucrânia, vai superar a Espanha em 2016.Mas se essa mesma disputa é feita se medindo o tamanho das economias em comparação com o poder de compra (eliminando distorções que criam os diferentes níveis de preços em cada país, especialmente para levar em conta o valor de bens e serviços que não participam do comércio internacional), as coisas mudam. A China já superou os EUA e assumiu como primeira potência no ano passado nesses parâmetros, à frente dos Estados Unidos, mas no terceiro lugar não aparece o Japão, e sim a Índia. A economia japonesa estaria em quarto, seguida por Alemanha, Rússia, Brasil e Indonésia.No outro extremo, entre as menores economias entre os 189 países que fazem parte do Fundo, estão Tuvalu, um grupo de ilhas da Polinésia (chamadas antes de Ilhas Ellice) e a República de Kiribati, um arquipélago localizado a noroeste da Austrália. O PIB do primeiro será de 35 milhões de dólares este ano e o do segundo, de 168 milhões. As Ilhas Marshall, em terceiro lugar no fim da lista, terão um PIB de 195 milhões.Fonte: El Pais
Brasil vai perder o sétimo lugar da economia mundial para a Índia
18 abr, 2015 às 08:00
- A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) determinou que as ligações de orelhões da Oi serão gratuitas em 15 Estados a partir desta quarta-feira (15), após a operadora de telecomunicações não atingir patamares mínimos de disponibilidade nessas localidades."A medida é resultado do trabalho da Anatel no monitoramento dos patamares mínimos de disponibilidade dos telefones públicos da concessionária em sua área de atuação", disse o órgão regulador em comunicado à imprensa nesta quarta-feira.A disponibilidade dos orelhões deve ser e de no mínimo 90% em todos os Estados e no mínimo 95% nas localidades atendidas somente por orelhões, segundo a Anatel.A Oi não atingiu os patamares mínimos de disponibilidade nos Estados de Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Sergipe, de acordo com a Anatel.Fonte: R7
Petrobras confirma que divulgará balanços auditados na próxima quarta
17 abr, 2015 às 08:00
- A Petrobras confirmou na noite desta quinta-feira (16) que vai divulgar no próximo dia 22 de abril, quarta-feira, o balanço auditado com os resultados contábeis referentes ao ano fechado de 2014 e ao terceiro trimestre do ano passado (revisado).O demonstrativo será divulgado no mesmo dia da reunião do Conselho de Administração da estatal.Em comunicado, a petroleira esclareceu que "considerações sobre os resultados de 2014 estão sendo inferidas a partir de documentos já divulgados, ou seja, tornados públicos pela própria Petrobras, assim como por estimativas de terceiros que utilizam metodologias e princípios contábeis de domínio público".A Petrobras afirmou, ainda, que não "são legítimas outras estimativas que não sejam aquelas divulgadas pela própria companhia através de comunicados e fatos relevantes ao mercado".Balanços atrasadosA publicação dos dois resultados está atrasada, devido às investigações da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, sobre o esquema de corrupção envolvendo a empresa estatal. A Petrobras contratou a auditoria independente PricewaterhouseCoopers (PWC) para assinar seu balanço, mas ela havia se negado a prestar o serviço devido ao escândalo de corrupção.Pelo contrato de dívida com credores, o balanço anual auditado da empresa deve ser entregue até o final de abril. Após essa data, a Petrobras teria de 30 dias a 60 dias para cumprir essa obrigação."A companhia espera divulgar essas demonstrações contábeis ao mercado, após a decisão do Conselho de Administração", afirmou a petroleira em comunicado ao mercado.Balanço não auditadoNo dia 28 de janeiro, a Petrobras divulgou o balanço não auditado do 3º trimestre da companhia, após dois adiamentos. Mas o documento deixou de fora as perdas esperadas pelas denúncias de corrupção na estatal investigadas na Lava Jato, conforme era aguardado pelo mercado.De acordo com o balanço, que não teve o aval da auditoria independente PwC, a petroleira teve lucro líquido de R$ 3,087 bilhões no terceiro trimestre do ano passado. O valor representa uma queda de 38% em relação ao trimestre anterior em 2014, "refletindo o menor lucro operacional", segundo a Petrobras.Já em relação ao terceiro trimestre de 2013, quando o lucro havia sido de R$ 3,395 bilhões, o recuo foi de 9,9%. No acumulado de janeiro a setembro, o lucro foi de R$ 13,439 bilhões, uma queda de 22% frente ao mesmo período do ano passado.Fonte: G1
Brumado: Mais de 3 mil pessoas participaram da caminhada pela paz
15 abr, 2015 às 14:12
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A violência crescente fez com que população e comércio se unissem em uma caminhada cujo tema foi "Com 300 policiais podemos voltar a ter esperança" que saiu praça da Igreja Matriz de Brumado, na manhã desta quarta-feira, 15, e findou em frente ao batalhão da Polícia Militar. Os comércios localizados no decorrer do percurso aderiram à mobilização, fecharam as suas portas e nelas colocaram faixas pretas em sinal de protesto.Ao final, todos juntos, fizeram uma oração em frente à 34ª CIPM e aplaudiram a atitude não somente das pessoas da cidade, como também, dos que vieram de outras localidades para apoiarem a manifestação, visto que, sob responsabilidade da companhia supracitada estão um total de 12 municípios.Assessoria de Comunicação da CDL: Izidy Ramel Comunicação [gallery columns="3"]
Câmara aprova texto principal de projeto que regulamenta terceirização
09 abr, 2015 às 08:00
- A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (8) por 324 votos a favor, 137 votos contrários e duas abstenções, o texto principal do projeto de lei que regulamenta os contratos de terceirização. Propostas de destaques (alterações do texto) ainda serão discutidas pelo plenário na próxima semana. Depois de concluída a votação, o texto seguirá para análise no Senado.Criticada pelo PT e algumas centrais sindicais e defendida por empresários, a proposta permite que empresas contratem trabalhadores terceirizados para exercer qualquer função. Atualmente esse tipo de contratação é permitida apenas para a chamada atividade-meio, e não atividade-fim da empresa. Ou seja, uma universidade particular, por exemplo, pode terceirizar serviços de limpeza e segurança, mas não contratar professores terceirizados.Pelo texto votado na Câmara, essa limitação não existirá mais. Além disso, o projeto prevê a forma de contratação tanto para empresas privadas como públicas. O modelo só não se aplica à administração pública direta, autárquica e fundacional.Durante a sessão, o relator da proposta, deputado Arthur de Oliveira Maia (SD-BA), disse que a regulamentação da terceirização traz “segurança jurídica” aos contratos e afirmou que buscou uma “uma linha média capaz de atender aos trabalhadores, empresários e à economia brasileira”.Deputados do PT fizeram discursos contrários ao projeto, argumentando que aumentará as terceirizações e que vai “precarizar” as condições de trabalho. “A terceirização não permite que nenhum trabalhador de qualquer setor possa pensar em ascensão futura, em cargos de comando”, declarou o líder do PT, Sibá Machado (AC).Apoiador da proposta, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), criticou a posição do PT. “Quando o líder do governo encaminha a votação em discordância de todos os partidos da base, mostra que atua em dissonância com a base. Eu sou testemunha de que o relator acordou com a área da Fazenda do governo os pontos que o Ministério da Fazenda entendeu que deveriam estar no projeto”, disse.Fonte: G1




