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  • O Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas registrou a criação de 162.781 novos empreendimentos no Brasil em maio deste ano, mantendo a estabilidade em relação ao mês anterior, quando foram registradas 163.023 novas empresas. O decréscimo foi de apenas 0,1%, mantendo um patamar estável. O número de empresas criadas em abril de 2014 atingiu o maior valor da série histórica, iniciada em 2010, para um mês de abril. O bom ritmo mostra que a Copa do Mundo não inibiu as atividades no setor.Ainda segundo o Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas, entre janeiro e maio de 2014 o total de novos empreendimentos criados dentro do território nacional foi de 795.328. Este número representa um avanço de 5,2% frente ao total de novas empresas surgidas durante o mesmo período de 2013 (756.137), sendo também maior que os totais registrados durante os mesmos meses de 2012 (748.985), 2011 (642.097) e 2010 (575.247 novas empresas).Nascimento de Empresas por Natureza JurídicaAs Empresas Individuais registraram o maior crescimento (9,8%), com a criação de 17.296 empresas contra 15.759 em relação ao mês anterior. As Sociedades Limitadas ficaram em segundo lugar no quesito crescimento (7%), com 20.707. Em abril o indicador apurou 19.345 novos empreendimentos dessa natureza jurídica. Já o segmento dos Microempreendedores Individuais teve uma pequena queda de 2,6%, com o nascimento de 115.497 empresas em maio. No mês anterior 118.584 empreendimentos foram criados.Segundo o levantamento, das 795.328 novas empresas criadas entre janeiro e maio de 2014, 72,1% (573.507) foram de Microempreendedores Individuais (MEIs), 10,2% (80.741) de Empresas Individuais, 12% (95.457) de Sociedades Limitadas e 5,7% do total (45.623) são empresas de outras naturezas jurídicas.Devido à crescente formalização dos negócios no Brasil, as MEIs vêm registrando aumento desde o início da série histórica do Indicador – em apenas quatro anos, passaram de quase metade do total de novos empreendimentos (43,8%, em 2010) para cerca de três quartos deste total.Nascimento de Empresas por RegiãoO Sudeste registrou o maior número de empresas – 402.144 – abertas nos primeiros cinco meses de 2014, com 50,6% do total. A Região Nordeste ocupou o segundo lugar, com 18,1% (143.622 empresas). A Região Sul ficou em terceiro lugar, com 16,3% de participação e 129.899 novas empresas. O Centro-Oeste registrou a abertura de 76.841 empresas e foi responsável por 9,7% de participação, seguido pela Região Norte, com 42.823 novas empresas e 5,4% do total de empreendimentos inaugurados.Em comparação com o mesmo período do ano passado, a Região Sudeste foi a que mais registrou aumento no número de nascimento de empresas (alta de 8,1%). A segunda colocada foi a Região Centro-Oeste, com 3,3%. Em terceiro a Região Nordeste, com 2,9%, seguida pela Região Sul, com 1,8%. A região Norte – que entre janeiro e abril deste ano havia registrado aumento de 3% na quantidade de empresas – cresceu apenas 0,6% entre janeiro e maio.Nascimento de Empresas por SetorOs empresários continuam mais interessados no setor de serviços, que recebeu de janeiro a maio de 2014, 468.863 novas empresas, o equivalente a 59% do total. Em seguida, surgiram 248.456 empresas comerciais (31,2% do total) e, no setor industrial, foram abertas 66.516 empresas (8,4% do total) neste mesmo período.Ao longo destes últimos cinco anos, verificou-se um crescimento na participação das empresas de serviços no total de empresas que nascem no país. Esta participação aumentou 5,9 pontos percentuais entre os cinco primeiros meses de 2010 (53,1% do total) e o mesmo período de 2014 (59,0% do total).Por outro lado, a participação do setor comercial de empresas que surgem no país tem recuado nestes últimos anos (de 35,3% entre janeiro e maio de 2010 para 31,2% no mesmo período de 2014), ao passo que a participação das novas empresas industriais se mantém estável.Metodologia do estudo sobre Nascimento de EmpresasPara o levantamento do Nascimento de Empresas foi considerada a quantidade mensal de novas empresas registradas nas juntas comerciais de todas as Unidades Federativas do Brasil bem como a apuração mensal dos CNPJs consultados pela primeira vez à base de dados da Serasa Experian.Fonte: Serasa Experian
  • A campanha denominada Mães, Namorados e São João, da Câmara de Dirigentes Lojistas de Brumado, que teve como premiação três motocicletas 0 km e dez televisores de Led 32 polegadas, teve o seu último sorteio realizado nesta segunda-feira, 30.Os prêmios do sorteio de hoje foram quatro televisores de Led 32 polegadas e uma motocicleta 0 km Yamaha.Premiados:- Sérgio Arthur Santos Oliveira – TV LED 32 polegadas – Padaria União Santos- Agnaldo S. Aguiar – TV LED 32 polegadas – Madeireira Real- Edilene Gomes A. Chaves – TV LED 32 polegadas – Loja Pop Store- Uimai Lins Coelho – TV LED 32 polegadas – M & M Motos- Valdineide de Lima Leite – 1 Moto Yamaha 125 – Minas CalçadosAscom (Izidy Ramel Comunicação)[gallery link="file" ids="8985,8984,8983,8982,8981,8980,8979,8978,8977,8976,8975,8974"] 

  • A campanha da Câmara de Dirigentes Lojistas “Dia das Mães, Namorados e São João”, terá o último sorteio hoje, segunda-feira 30 de junho de 2014, às 18:00hs em frente a sede da entidade.Serão sorteadas 4 TV’s de Led – 32 polegadas, e uma motocicleta 0km 125 cilindradas.Não percam a oportunidade de participarem desta grande oportunidade de ser o escolhido (a) pela sorte, compre nas lojas associadas à CDL e peça o seu cupom.Ascom (Izidy Ramel comunicação)
  • Comerciantes precisam ficar atentos e devem começar as promoções para liquidarem os produtos temáticos. As peças inspiradas no mundial devem ser queimadas agora, já que estamos na reta final do evento e depois ficará difícil fazer a venda, o encalhe é certo.José Carmo Vieira de Oliveira, consultor do Sebrae-SP, conta que a estratégia é simples e funciona. "Esse é momento de baixar os preços para ganhar na quantidade e não na especificidade. É preciso reduzir o valor da etiqueta para liquidar o estoque e colocar dinheiro em caixa", explica. "Analise quais produtos têm mais na loja e faça uma ação de guerra. Queime tudo! Mesmo que seja pelo preço de custo, caso contrário a Copa do Mundo acaba e os artigos ficarão lá. Guardar é igual a perder dinheiro", enfatiza Carmo.Conforme o Brasil avança no campeonato os torcedores se empolgam e investem em acessórios para torcer. "Faça combos de peças dos times que já foram para casa com as dos países que continuam no mundial.Caso a loja seja de vestuário brinque com as cores e "empurre" as do país do cliente torcedor com a de outro que pode ser coringa e usada fora da data. Invista na vitrine. Troque-a constantemente para atrair a atenção de quem passa", orienta o consultor.O especialista também enfatiza que é preciso investir pesado na divulgação. As medidas são simples, baratas e dão resultado. "Feche parcerias com outros estabelecimentos para distribuir folders, coloque banners na frente da loja informando sobre a promoção,resgate o banco de dados para o envio de e-mail marketing e publicações nas redes sociais e ainda, caso a empresa tenha verba, faça anúncios em mídias", ensina.Dicas de promoçõesFestivalEscolha determinada linha de produtos e realize verdadeiros festivais de ofertas. Por exemplo: festival de bonés; festival de camisetas, festival de cervejas.GrátisEsta palavra é mágica, principalmente em promoções. Não a use inadequadamente. Ofereça algo grátis somente se o cliente tiver a certeza de que realmente está ganhando algo que não está pagando do outro lado.RelâmpagoRealize promoções relâmpagos, oferecendo descontos du­rante breves períodos de tempo para determinado artigo - ideal para lojas com sistema de som.Leve 3 pague 2Embale três unidades do mesmo produto e venda pelo preço de 2, para desovar rapidamente o estoque.Horário da lojaAproveite a promoção para conquistar uma nova clien­tela estendendo o horário de funcionamento do seu esta­belecimento. Por exemplo: fechando mais tarde ou abrin­do aos domingos.Sendo solidárioRealize campanhas em benefício da comunidade ou ins­tituições de caridade. Você pode doar parte do valor da venda promocional.No mesmo período pode apoiar campanhas em curso.Por exemplo: "Doe um agasalho" - "Comprando nesta pro­moção você está ajudando uma pessoa carente" – "Traga 5 kg de arroz e ganhe 20% de desconto em qualquer compra".Seja criativo:Crie, inove e invente novas oportunidades para aumentar o faturamento.LembreteLembre-se: para que a promoção seja verdadeira aos olhos do cliente, ela deve ter começo e fim.Não adianta colocar uma placa na sua loja com a chamada: "SÓ AMANHÃ. SÓ AMANHÃ MESMO!" se você pretende seguir com a liquidação até o fim da Copa.Importante:O licenciamento é obrigatório, uma vez que tudo ligado à Copa do Mundo (nomes, marcas e produtos) é de propriedade da FIFA. A produção e venda de produtos não autorizados é ilegal e o responsável está sujeito à penalização, conforme prevê a Lei Geral da Copa.Fonte: Varejista
  • A confiança do consumidor subiu 1,0% entre maio e junho de 2014, ao passar de 102,8 para 103,8 pontos. Apesar da alta, o resultado não é suficiente para reverter a tendência de queda, iniciada em novembro do ano passado.O ICC (Índice de Confiança do Consumidor), divulgado pela FGV (Fundação Getulio Vargas) nesta quinta-feira (26), mostra ainda que, em junho, a avaliação dos consumidores com relação à situação atual melhorou ligeiramente, enquanto as expectativas em relação aos meses seguintes ficaram estáveis.O ISA (Índice da Situação Atual) subiu 2,2%, para 109,6 pontos, enquanto o IE (Índice de Expectativas) apresentou uma variação de 0,1%, passando a 100,7 pontos.O indicador que mede o grau de satisfação dos consumidores com a situação financeira da família avançou 2,0% em junho, ao passar de 105,1 para 107,2 pontos. O quesito influenciou positivamente o resultado do ICC deste mês, embora este indicador se mantenha ainda bastante abaixo da média histórica (113,4). A proporção de consumidores que avaliam a situação como boa aumentou de 19,2% para 21,6%, enquanto a dos que a julgam ruim aumentou em menor proporção de 14,1% para 14,4%.Houve também diminuição da preocupação dos consumidores com relação ao orçamento doméstico para os próximos meses. O indicador que mede o grau de otimismo em relação à situação financeira familiar subiu 1,9%, para 127,1 pontos. A parcela de consumidores projetando melhora subiu de 32,0% para 33,9%; a dos que preveem piora caiu de 7,3% para 6,8%.Fonte: R7
  • O Produto Interno Bruto (PIB) apresentou expansão de 2%, na Bahia, no primeiro trimestre de 2014, em relação ao igual período do ano anterior. O índice foi divulgado, em coletiva de imprensa, pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), vinculada à Secretaria do Planejamento (Seplan). Entre os meses de janeiro a março, o setor da agropecuária foi o destaque com incremento de 17%.De acordo com a SEI, que apresentou os números em entrevista no auditório da secretaria, o resultado foi similar ao PIB nacional, o qual segundo o IBGE registrou taxa de 1,9% no trimestre. O ajuste sazonal - 1º trimestre de 2014 em relação ao 4º trimestre de 2013 - apresentou expansão no estado de 0,7%, e de 0,2% no país.O crescimento da economia baiana no primeiro trimestre foi caracterizada principalmente pela dinâmica do setor agropecuário, porém a taxa de expansão do PIB foi, mais uma vez, determinada pelo setor de serviços, diante do  peso na estrutura do Produto Interno Bruto estadual, de  62,1%.No trimestre em análise, o valor adicionado (VA) - que é representado pela contribuição de cada setor ou segmento para o PIB - da agropecuária baiana expandiu 17%, proveniente da recuperação dos grãos, mais especificamente milho, soja e algodão.O setor de serviços cresceu 2,6% com alta no comércio (8,5%) e alojamento e alimentação (3,6%). Já a indústria apresentou leve retração de 0,8%, puxada pelos resultados da indústria de transformação (-1,9%) e da produção e distribuição de eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (-3,1%).Segundo projeções da SEI, mantendo-se a tendência do agronegócio e a dinâmica positiva dos serviços, além da expectativa de recuperação do setor industrial no segundo semestre, o cenário da economia baiana será de alta em torno de 3% ao final de 2014. Nos serviços, a atividade comercial deve seguir expansão próxima de 4%, e a administração pública dever ter o ano de relativa estabilidade.A recuperação no setor de transportes deve ser acompanhada pelo aumento do fluxo turístico, pela recuperação das vendas externas, em função da lenta e gradual recuperação das economias europeias e do aumento dos embarques de produtos manufaturados para os Estados Unidos.Fonte: Bahia Online

Varejo brasileiro cresce 3,8% em maio

25 jun, 2014 às 08:27

  • O Spending Pulse, relatório de vendas do comércio varejista brasileiro desenvolvido pela MasterCard, aponta um crescimento de 3,8% em maio de 2014 em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado foi impulsionado por três setores principais que tiveram crescimento acima das vendas totais: artigos farmacêuticos, de combustíveis e de construção. A média de expansão dos últimos três meses (março, abril e maio ) foi de 5,3%, ligeiramente abaixo do primeiro trimestre deste ano (janeiro, fevereiro e março) que foi 5,9%.A massa salarial efetivamente recebida nos últimos 12 meses registrou expansão de 2,4%. No entanto, a pressão inflacionária ainda está se mantendo em níveis elevados, implicando uma deterioração do poder de compra das famílias.A taxa de desemprego manteve-se praticamente estável (4,9% em abril), devido a efeitos sazonais do período. O comprometimento da renda das famílias com o sistema financeiro nacional está com uma aparente estabilidade (21,4% em março), enquanto a taxa de inadimplência total está se mantendo estável, desde o final do ano passado (4,4% em abril/2014). No geral, o ambiente econômico desafiador que o consumidor brasileiro deve encarar nos próximos meses estará mais atrelado a lidar com a volatilidade no setor varejista.A confiança do consumidor mantém a tendência de queda, registrando 3,3% em maio com relação ao mês anterior na série com ajuste sazonal. Entre outros indicadores, isso mostra um consumidor está mais abalado e que, mesmo com a segunda data promocional mais importante no ano (Dia das Mães), ele não conseguiu reagir e as vendas do varejo acabaram ficando encobertas. Como um reflexo disso, os setores de vestuários, móveis e eletrodomésticos, supermercados e artigos de uso pessoal e doméstico foram os que tiveram as menores taxas de crescimento nas vendas totais.Fonte: Varajista
  • Os turistas que vieram ao Brasil acompanhar os jogos da Copa do Mundo gastaram US$ 27 milhões nos cartões de crédito, débito e pré-pago da bandeira internacional Visa durante a primeira semana do mundial, de 12 a 15 de junho, cifra 73% maior ante o mesmo período do ano passado, conforme relatório da empresa. O montante registrado é também 47% superior ao visto nos primeiros dias da Copa das Confederações, entre 15 e 18 de junho de 2013, quando os visitantes desembolsaram US$ 18,5 milhões.Nos quatro primeiros dias da Copa no Brasil, os turistas dos Estados Unidos, seguidos por Reino Unido, França e México foram os que mais consumiram, mostrou o relatório. Somente no sábado, dia 14, os viajantes gastaram quase US$ 10,7 milhões, a maior cifra desembolsada por turistas no País no ano."Os dados iniciais do relatório refletem a importância e alto impacto econômico que megaeventos esportivos têm na indústria do turismo e das cidades-sede", avalia Rubén Osta, diretor-geral da Visa do Brasil, em nota, acrescentando que os números estão alinhados às expectativas do Ministério do Turismo que antecipou que 600 mil visitantes internacionais deveriam visitar o País.Ele lembra que a Visa, ao ser patrocinadora da FIFA e da Copa do Mundo no Brasil, firmou parcerias com clientes e comércios na estrutura de pagamento nos estádios das 12 cidades-sede. São 3 mil terminais de pagamentos contactless, nos quais o pagamento é feito apenas com a aproximação do cartão, e 75 caixas eletrônicos do Itaú Unibanco, além do 1,4 milhão de terminais de pagamento contactless no Brasil.Fonte: Pequenas empresas, Grandes negócios
  • Um grande evento esportivo como a Copa do Mundo tende a promover uma desatenção geral dos consumidores e empresas no momento de realizar transações pela Internet. Um exemplo são as páginas falsas criadas pelos criminosos virtuais a fim de atrair a demanda massiva por ingressos para os jogos do mundial. “O intuito é roubar informações pessoais – números de documento, dados cadastrais e de cartões de crédito – dos potenciais compradores”, explica o consultor sênior global da Serasa Experian, Francisco Tega. Segundo ele empresas de segurança em Tecnologia da Informação reportam dezenas de bloqueios diários de sites fraudulentos, que visam à prática do crime que ficou conhecida por phishing.O consultor resalta que, por mais que a oferta de produtos ou serviços seja tentadora, é indispensável realizar procedimentos básicos para verificação da idoneidade do site antes de se cadastrar e efetivar a transação financeira. “A instalação de softwares antivírus e antimalwares ajudam a evitar que os golpes causem maiores prejuízos aos consumidores”, reforça Tega.No Brasil, a cada 16 segundos acontece uma tentativa de fraude de subscrição – modalidade em que um indivíduo tenta se passar por outro. Entre os objetivos principais da aplicação dos golpes, merecem destaque a emissão de cartão de crédito, a abertura de conta corrente e o financiamento de eletrônicos.Confira as 7 dicas dos especialistas de Decision Analytics Serasa Experian para o consumidor não perder esse jogo virtual:
    1. Certificar-se de estar navegando em um site seguro antes de apresentar seus dados cadastrais e demais informações confidenciais;
    2. Desconfiar de mensagens recebidas de estranhos e evitar clicar em links e realizar o download / abertura de anexos de fontes não confiáveis;
    3. Fazer uso de antivírus e antimalwares para sua proteção. Os últimos possuem listas de segurança, que bloqueiam sites suspeitos de terem como finalidade o phishing;
    4. Desconfiar de ofertas demasiadamente generosas;
    5. Confirmar as compras realizadas em seus extratos;
    6. Manter senhas em total sigilo. Nunca se deve levá-las na bolsa ou mantê-las junto a documentos;
    7. Caso o consumidor seja lesado, deve registrar um boletim de ocorrência e tentar negociar com a empresa que alega que você está em débito. Se não houver solução, deve recorrer à Justiça.
    Fonte: Serasa Experian
  • Junho com certeza será um mês muito agitado para os lojistas. Tem Copa do Mundo,  e, claro, festa  junina!

    Você já preparou sua loja para os meses de junho e julho para ficar no clima de arraiá?

    Nós separamos algumas dicas e novidades que vão ajudar sua loja a chamar atenção e a vender mais:

    Prepare a decoração da loja

    Esse é um item fundamental para entrar no clima das festas de São João. Bandeirolas (verde e amarelas. É Copa!) e cartazes com os símbolos típicos dessa festa são algumas das coisas que você pode usar para enfeitar a loja nessa época.

    Mobilize a equipe de vendas

    É importante também que a equipe de vendas esteja em clima festivo para que a decoração tenha um efeito ainda melhor. É legal incorporar itens do vestuário típico no uniforme de seus vendedores: pode ser um bolso xadrez na camisa ou na calça, um chapéu de palha, trancinhas. Enfim, tudo vale para fortalecer o espírito dessa data.

    Som de São João

    Para deixar sua loja ainda mais parecida com um típico arraiá, músicas caipiras são indispensáveis. O som tradicional das festas juninas vai dar um ar animado ao ambiente e chamar a atenção de quem estiver passando na rua.

    Quitutes típicos

    Que tal deixar todo mundo animado e com água na boca com pipoca, pé de moleque e outras comidas típicas de festa junina? Ofereça esses quitutes para atrair a atenção dos consumidores para sua loja. Depois que eles entrarem vender ficará muito mais fácil!Que todos tenha um excelente arraiá de vendas! 
  • Os brasileiros movimentaram R$ 223 bilhões em gastos nos cartões de débito e crédito no primeiro trimestre deste ano, segundo levantamento divulgado nesta segunda-feira (16) pela Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). O valor representa uma alta de 17,7% em relação ao mesmo período de 2013.Do valor total, R$ 142,4 bilhões foram gastos com cartões de crédito. Outros R$ 80,5 bilhões foram valores despendidos com cartões de débito. Em quantidade de transações, no entanto, o cartão de débito foi mais usado, respondendo por 1,26 bilhão de operações, contra 1,13 bilhão com cartões de crédito.Segundo a entidade, os gastos no cartão alcançaram 28,3% das despesas das famílias brasileiras.PagamentosSegundo a Abecs, 85% dos usuários de cartão de crédito pagaram o valor integral da sua última fatura e 88% pretendem fazer o mesmo no próximo vencimento. Apenas 4% pagaram o valor mínimo, enquanto 8% optaram por fazer o parcelamento da fatura. Fonte: G1/ CNDL

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