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  • A exemplo do que se observou na indústria, na construção e nos serviços, a desaceleração da atividade no comércio se intensificou em julho por causa da Copa do Mundo. "No comércio, foi menos intensa, mas aconteceu", afirmou nesta quinta-feira, 31, o superintendente adjunto de Ciclos Econômicos da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Aloisio Campelo. Passado o evento, a tendência esperada é de que a demanda volte a seu patamar habitual. "É como se as pessoas tivessem postergado o consumo de um bem. Além disso, a normalização se dará também em termos de dias úteis", acrescentou.As expectativas melhores já sinalizam para este processo de recuperação, observou o economista. No trimestre encerrado em julho, o índice de expectativas (IE) caiu 4,7%, bem menos do que a taxa de -6,0% registrada um mês antes, no mesmo tipo de comparação. A série ainda curta (desde março de 2010) não é ajustada sazonalmente, mas um dado ainda experimental apontou avanço de 6,7% no IE em julho ante junho, puxando o que seria um aumento de 3,2% na confiança no período.Apesar disso, as percepções sobre a situação atual pioraram. No trimestre até julho, a queda foi de 8,9% em relação a igual período de 2013, contra -7,1% em junho na mesma base. No ajuste experimental, a queda na margem foi de 2,2% este mês.Mesmo com a melhora, a perspectiva para o ano segue sendo a de um resultado fraco. "Isso não tira a percepção de um ritmo fraco. Não esperamos aceleração no terceiro e no quarto trimestres em termos de vendas", afirmou Campelo, que projeta um avanço entre 3,5% e 4,0% no volume de vendas do varejo restrito em 2014."Não tem como fugir da queda (na confiança) que ocorreu ao longo do ano. Mesmo subindo em julho, não foi suficiente", acrescentou o economista. Segundo ele, os resultados de vendas em agosto e setembro já devem ser melhores do que no primeiro semestre deste ano, mas ainda não está descartada a chance de que o terceiro trimestre apresente estagnação na atividade varejista. "A demanda não está tão fraca quanto os meses de maio, junho e julho sinalizaram, então há uma correção de rota. Isso deve influenciar resultados de vendas de agosto, setembro e outubro, mas não representa aceleração".Entre os segmentos, a melhora da confiança foi mais perceptível entre os veículos, as motocicletas e os artigos culturais. No caso dos veículos e motos, contudo, o patamar segue baixo, diante da antecipação de compras por parte dos consumidores nos anos anteriores e da taxa de juros mais elevada. Móveis e eletrodomésticos, por sua vez, demonstraram deterioração na confiança, com piora nas expectativas.EmpregoO indicador de emprego para o setor do comércio apresentou leve melhora, depois de atingir o menor nível da série em junho, notou Campelo. Apesar disso, o resultado é insuficiente para influenciar o ímpeto de contratações. "O período maior de desaceleração continua, e o setor não acredita numa aceleração sustentável ao longo de vários trimestres", disse.Fonte: Pequenas empresas, grandes negócios.
  • O comércio eletrônico conquistou a população brasileira. Além da comodidade e da variedade de produtos, comprar pela internet pode sair mais barato para o consumidor.Somente no primeiro semestre de 2014, o comércio eletrônico faturou R$ 16,06 bilhões, superando o mesmo período do ano passado – quando registrou R$12,74 bilhões –, e com crescimento nominal de 26% no setor.Os dados foram divulgados nessa quarta-feira (30/7), através do relatório WebShoppers 2014, divulgado pela E-bit, com o apoio da Câmara-e.net.Consta no relatório que, no primeiro semestre deste ano, o número de pedidos foi de R$ 48,17 milhões, sendo 36% maior em relação ao mesmo período de 2013.A E-bit registra o pulso do e-commerce, e conquistou destaque no desenvolvimento do comércio eletrônico no Brasil, sendo reconhecida como a mais respeitada fonte de informação desse segmento.De acordo com a E-bit, “o faturamento no ano de 2014 deve chegar a R$ 35 milhões. O valor representa um crescimento nominal de 21% ante 2013, e alcançando 104 milhões de pedidos no comércio eletrônico brasileiro”.Ainda de acordo com o relatório, o e-commerce ganhou 5,06 milhões de novos consumidores nestes seis primeiros meses do ano, marcando um crescimento de 27% em relação ao primeiro semestre de 2013. O número também colaborou na somatória de 25,05 milhões de e-consumidores que fizeram compra nesse intervalo de tempo.A previsão é de ter novos 11,6 milhões até o final de 2014, fazendo com que o comércio eletrônico brasileiro chegue a 63 milhões de e-consumidores únicos – aqueles que já fizeram pelo menos uma compra em um site brasileiro.Fazendo compras pela internet desde os 17 anos, aos 23, Ana Taveira afirma que foi a melhor descoberta que fez. “É muito mais cômodo e sai mais barato. Quando encontro promoções com o frete grátis, então, é uma alegria. Além de não me estressar em filas de pagamento, recebo a mercadoria sem sair de casa”, disse.“É preciso ter alguns cuidados para não cair em emboscadas. Mas raramente ouço falar sobre alguém que se deu mal fazendo compras online. Hoje em dia é bem mais seguro. É só ler tudo direitinho. Se for comprar pela primeira vez, é só pedir ajuda a algum amigo. Com certeza deve ter alguém que já comprou pela internet”, disse o universitário Igor Santos, 21.O faturamento das transações realizadas por dispositivos móveis no Brasil mais que dobrou, em comparação com o mesmo período em 2013, apresentando R$ 1,13 bilhão – diante dos R$ 560 milhões do ano passado, uma variação de 102%.De janeiro a junho de 2013, foram feitos 1,278 milhão de pedidos, o que neste período em 2014 chegou a 2,890 milhões. O tíquete-médio, porém, foi reduzido em 11% para R$ 391, nesta mesma comparação.Destas compras realizadas em aparelhos móveis, 60% são originadas em tablets, enquanto os 40% restantes são de smartphones (via sites sem uso de APPs). As três categorias mais vendidas são: Moda e Acessórios (17,5%), Cosméticos, Perfumaria e Saúde (17,4%) e Eletrodomésticos (11,1%).No perfil, a pesquisa mostrou que 57% dos m-consumidores são de mulheres, sendo a maior parte na faixa etária entre 35 e 49 anos (39%). Os homens representam os restantes 43%, acompanhando a média feminina por idade.Os consumidores das classes A e B respondem por 64% dos participantes do m-commerce, enquanto as classes C e D representam 25%. Os outros 11% não quiseram informar a renda.Os produtos com “apelo” Copa do Mundo que tiveram venda mais concentrada no canal online foram: smartphone, GPS com TV, câmera digital, celular, tablet e jogos/games de futebol. E no canal on-line: bola de futebol, camiseta e churrasqueira e cooler.Fonte: Tribuna da Bahia
  • O Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas registrou a criação de 944.678 novas empresas no Brasil no primeiro semestre de 2014. O número representa um aumento de 4,3% em relação ao mesmo período do ano passado, quando 905.468 novos empreendimentos surgiram. O número deste ano também é maior do que o registrado no primeiro semestre de 2012 (com 893.034 novas empresas), de 2011 (794.179) e de 2010 (693.146).Em junho deste ano, 149.350 novas empresas surgiram no Brasil, um decréscimo de 8,3% em relação a maio, quando 162.781 novos empreendimentos foram criados. De acordo com os economistas da Serasa Experian, a queda pode ser atribuída à Copa do Mundo e também a fatores sazonais relacionados ao mês de junho. Isso porque, entre os meses de maio e junho de 2013, o Indicador também apurou baixa de 9,2%, assim como no mesmo período de 2012 (-12,7%) e 2010 (-13,4%). Apenas em 2011 houve um ligeiro aumento de 1% no mês de junho em relação a maio.A queda no nascimento de empresas em junho foi registrada em todos os segmentos: entre os Microempreendedores Individuais (MEIs), responsáveis por 72,3% dos novos empreendimentos, foram 109.499 novas empresas em junho, contra 115.497 em maio (queda de 5,2%). Já as Empresas Individuais registraram queda de 14,7% de um mês para o outro (14.762 em junho contra 17.296 em maio). As Sociedades Limitadas foram responsáveis pelo nascimento de 17.797 empresas em junho, contra 20.707 em maio (queda de 14,1%).Nascimento de Empresas por Natureza JurídicaSegundo o estudo, das 944.678 novas empresas criadas de janeiro a junho de 2014, 683.006 (72,3% do total) foram de Microempreendedores Individuais (MEIs), 113.254 (12% do total) de Sociedades Limitadas, 95.503 (10,1% do total) de Empresas Individuais e 52.915 (5,6% do total) de negócios de outras naturezas jurídicas. As MEIs vêm registrando aumento crescente de participação no nascimento de empresas desde o início da série histórica do Indicador, passando de 44% no primeiro semestre de 2010, para 72,3% no mesmo período deste ano.Nascimento de Empresas por RegiãoO Sudeste – responsável por 51% do total de novas empresas – registrou o maior número de empreendimentos abertos no primeiro semestre de 2014, com 481.354 nascimentos. Em seguida, com 17,8% do total e 167.935 empresas, está a Região Nordeste. A Região Sul ocupa o terceiro lugar, com 154.684 empresas criadas nos seis primeiros meses de 2014 (16,4% do total), seguida pelo Centro-Oeste, com        90.431 empresas (9,6% do total). A Região Norte manteve o quinto lugar durante todo o semestre, com a criação de 50.275 empresas (5,3% do total).Em comparação com o mesmo período do ano passado, a Região Sudeste registrou o maior aumento no nascimento de empresas durante o primeiro semestre de 2014 (alta de 7%), seguida do Nordeste (com aumento de 2,6%), Centro-Oeste (com 2,2%) e Sul (com 1,5%). A região Norte acusou um decréscimo no nascimento de empresas de 1,6% em relação a igual período do ano passado.Nascimento de Empresas por SetorO setor de serviços continua atraindo a maior quantidade de novas empresas: no primeiro semestre de 2014, 557.741 companhias abriram suas portas, o equivalente a 59% do total. Em seguida, no acumulado do semestre, surgiram 295.482 empresas comerciais (31,3% do total) e, no setor industrial, foram abertas 79.410 empresas (8,4%) neste mesmo período.Ao longo dos últimos cinco anos, nota-se o aumento na participação das companhias de serviço no total de empresas que nascem no país. No primeiro semestre de 2010, elas representavam 53,1% do total e no primeiro semestre de 2014 já são 59%.Por outro lado, a participação do setor comercial recuou nos últimos anos: de 35,4% nos seis primeiros meses de 2010 para 31,3% no mesmo período deste ano. Já a participação das novas empresas industriais se mantém estável, variando pouco: de 8,5% no primeiro semestre de 2010 para 8,4% de janeiro a junho de 2014.Análise dos MEIs por Ramo de AtividadeDesde a Lei Complementar 128/2008, a participação dos Microempreendedores Individuais (MEIs) tem crescido dentro do universo de novas empresas que são constituídas no país, respondendo hoje por cerca de 2/3 do total. Assim, é relevante identificarmos quais ramos de atuação concentram as maiores taxas de surgimento de Microempreendedores Individuais (MEIs).O gráfico a seguir exibe o ranking dos 20 ramos econômicos que concentraram o nascimento de novos Microempreendedores Individuais nos primeiros seis meses deste ano. Os dados mostram que dos 683.006 Microempreendedores Individuais (MEIs) surgidos no primeiro semestre de 2014, 75.963 são comércios de confecções em geral (11,3% do total dos MEIs). Em seguida, registra-se a criação de 62.566 novos MEIs no ramo de reparação e manutenção de prédios e instalações elétricas (9,3% do total). Na sequência estão 62.170 novos MEIs de serviços de higiene e embelezamento (9,2% do total). Os serviços de alimentação ocupam a quarta posição no ranking dos novos MEIs (9%), com 60.303 empreendimentos. Vale notar que esses quatro ramos concentraram quase 40% de todos os MEIs criados durante o primeiro semestre de 2014.Análise das empresas por Ramo de AtividadeAlém dos MEIs, existem ainda outras modalidades de empresas visadas pelos empresários na hora de definir qual será o ramo de atuação dos novos empreendimentos.Os dados mostram que, entre as 944.678 novas empresas nascidas no último semestre, 88.183 são do ramo de comércio de confecções em geral (9,3% do total), seguidos por 77.402 novos empreendimentos do ramo de serviços de alimentação (8,2% do total, segundo maior interesse – contra a quarta ocupação em se tratando de MEIs). O setor de reparação e manutenção de prédios em instalações elétricas vem em seguida, com 70.073 novas empresas (7,4%), acompanhado por 65.371 novos empreendimentos do ramo de serviços de higiene e embelezamento pessoal (6,9% do total) e 37.308 novas empresas de comércio varejista de gêneros alimentícios (3,9%). Diferentemente das MEIs, que com apenas quatro ramos concentram aproximadamente 40% de todos os novos empreendimentos, o ranking de todas as empresas dá prioridade a cinco ramos, que concentram cerca de 30% dos novos estabelecimentos.Metodologia do estudo sobre Nascimento de EmpresasPara o levantamento do Nascimento de Empresas foi considerada a quantidade mensal de novas empresas registradas nas juntas comerciais de todas as Unidades Federativas do Brasil bem como a apuração mensal dos CNPJs consultados pela primeira vez à base de dados da Serasa Experian.Fonte: Serasa Experian 
  • O Sebrae vai investir R$ 2 bilhões em soluções de inovação nos pequenos negócios nos próximos quatro anos, tendo em vista a maior competitividade do segmento. Para este ano, a meta é atender 200 mil empresas com ações de tecnologia e inovação. Em 2013, foram aplicados R$ 220 milhões no atendimento de 113 mil micro e pequenas empresas que implementaram algum tipo de inovação. Os dados foram apresentados pelo diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, aos participantes do Diálogos da MEI – Inovação para Inserir o Brasil nas Cadeias Globais de Valor, uma iniciativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) ), na última quarta-feira (24/7), em Brasília.Ao falar sobre Inovação como Estratégia para Inserção dos Pequenos Negócios em Cadeias Globais de Valor, Carlos Alberto disse que o desafio é aumentar a produtividade da economia brasileira e os pequenos negócios têm papel relevante nesse processo. Eles participam com 27% do Produto Interno Bruto (PIB), conforme pesquisa recente feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) sob encomenda do Sebrae.Trata-se de um segmento que representa 99% das empresas formais do País; é forte gerador de empregos e, no entanto, a participação no valor adicionado ao Produto Interno Bruto (PIB) ainda é pequena. “Essa condição acaba gerando empregos em grande quantidade, mas de baixa produtividade”, assinalou Carlos Alberto. Segundo ele, o principal desafio para reverter esse quadro encontra resposta na inovação de processos, produtos e serviços. “É preciso sensibilizar, identificar necessidades e possibilidades e oferecer e implementar soluções para superar esse desafio”, assinalou.A Pesquisa de Inovação do IBGE identificou a necessidade de qualificação técnica, no caso dos trabalhadores, e em gestão para os empreendedores e empresários, além de investimentos em bens de capital. Carlos Alberto afirma que, por isso, é fundamental estabelecer um canal de comunicação direta com as micro e pequenas empresas. O Sebrae atua nesse sentido por meio dos 1.043 Agentes Locais de Inovação (ALI), bolsistas do CNPq, que atendem as empresas in loco por dois anos; e da plataforma Sebraetec, que em parceria com 1.407 instituições tecnológicas, promove a inovação nos empreendimentos de pequeno porte.Também o Programa Nacional de Encadeamento Produtivo, que envolve uma empresa-âncora e seus integrantes nos elos a jusante e a montante – fornecedores, distribuidores, pós-venda e até a reciclagem – tem impacto em toda a cadeia produtiva.  Com ele, o Sebrae apoia os pequenos negócios em busca de melhorias das competências tecnológicas e em gestão para reduzir os gaps de competitividade de toda a cadeia. “A superação desses desafios elevará os pequenos negócios a padrões globais de competitividade”, prevê o diretor Carlos Alberto.Fonte: Pequenas empresas, grandes negócios
  • O Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) reportou que as vendas reais do varejo em junho cresceram 4,4% na comparação com igual período do ano anterior. O IAV-IDV (Índice Antecedente de Vendas), estudo realizado mensalmente por varejistas associados, indicou resultado levemente superior à previsão feita anteriormente pelo instituto, que era de alta de 3,9% nas vendas no mês.Em nota, o IDV considerou que foi leve a desaceleração no ritmo de crescimento das vendas e ponderou que o mês de junho de 2014 teve menos dias úteis que o mesmo período do ano passado. Em maio, o crescimento real das vendas havia sido de 5,4%, ainda segundo o IAV-IDV. O presidente da entidade, Flávio Rocha, acrescentou em nota que o principal ponto de atenção para o segundo semestre é a confiança do consumidor, que continua baixa.Para os próximos meses, as expectativas dos associados do IDV apontam para crescimento de 1,1% nas vendas reais em julho, 5,1% em agosto e 5,7% em setembro, sempre em comparação com os mesmos períodos de 2013.O varejo de bens não duráveis, que responde em sua maior parte pelas vendas de super e hipermercados, foodservice e perfumaria, apresentou aumento de 5,91% nas vendas em junho, na comparação com o mesmo mês do ano anterior. A expectativa de crescimento para julho é de apenas 1,6%, com recuperação em agosto (projeção de 6,1% de alta) e setembro (expectativa de crescimento de 7,1%).Já o setor de semiduráveis, que inclui vestuário, calçados, livrarias e artigos esportivos, registrou alta de 4,1% em junho, prejudicado pelos feriados. Em relação aos próximos meses, a expectativa é de crescimento de 3,1% em julho, 7,7% em agosto e 6,8% em setembro.Para o segmento de bens duráveis, os associados divulgaram expansão de 2,2% em junho. Para os meses seguintes, a expectativa é de queda de 1,4% em julho, com recuperação em seguida: crescimento de 1,3% em agosto e 2,6% em setembro.Fonte: Pequenas empresas, grandes negócios
  • Nessa quinta-feira, 24, aconteceu uma palestra denominada “Redes Associativas”, que se trata de uma iniciativa da federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), com o SEBRAE, com o intuito de reunir empresários em torno de uma rede para que se tornem mais competitivos.A Câmara de Dirigentes Lojistas sempre apoia esse tipo de projeto, que além de trazer mais conhecimento aos comerciantes, também contribui com o crescimento mercadológico da cidade, uma vez que quando são disseminadas informações pertinentes às tendências externas, é criada uma propensão ao acompanhamento das experiências positivas.Palestrantes: Cassio Chaves - Consultor e Instrutor do FIEB e do Sebrae, e Mônica Rizério Teixeira - Gestora do Sebrae. Assessoria de Comunicação (Izidy Ramel Comunicação)[gallery link="file" ids="9076,9075,9074"]

  • O movimento no comércio varejista do País registrou elevação de 5,4% no primeiro semestre de 2014 na comparação com o mesmo período do ano passado, informou a Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), nesta quarta-feira, 23.O resultado de junho em relação a maio registrou recuo de 0,1% e, sobre junho de 2013, houve retração de 0,2%.A alta acumulada em 12 meses passou de 3,9% em maio para 3,8% em junho. De acordo com os economistas da instituição, a expectativa é de que o crescimento do varejo neste ano fique próximo ao do ano passado.Entre os setores avaliados o destaque em junho foi o de Móveis e Eletrodomésticos, que registrou alta de 4,2% na margem, na série sem ajuste sazonal.No acumulado em 12 meses houve expansão de 5,9% no segmento, enquanto na comparação com junho de 2013 a variação foi negativa em 6,3%.O setor de Supermercados, Alimentos e Bebidas caiu 1,2% em junho, na série dessazonalizada. No acumulado em 12 meses houve alta de 2,3% e, em relação ao mesmo mês de 2013, o acréscimo foi de 2,7%.Já o setor de Combustíveis e Lubrificantes registrou queda de 1,6% na variação mensal dos dados com ajuste sazonal e o segmento de Tecidos, Vestuários e Calçados apresentou redução de 1,0% na margem.Fonte: Varejista

Dicas de vendas para o Dia dos Pais

24 jul, 2014 às 09:05

  • Está chegando mais uma data especial para o varejo: o Dia dos Pais. O que sua loja vai oferecer para seus clientes nesta data?Se ainda não sabe o que fazer, nós separamos algumas dicas para você. Confira a seguir como aproveitar o Dia dos Pais para vender mais:

    1. CONHEÇA OS TIPOS DE PAIS

    Falando especificamente sobre Dia dos Pais, sua equipe de vendas precisa estar preparada para atender às necessidades dos diversos tipos de pais. O clientes podem estar comprando presente do Dia dos Pais para:

    • O seu pai, propriamente dito
    • Seu padrasto
    • Seu avô
    • Seu amigo
    • Seu irmão
    • Seu padrinho
    • Seu filho (que também é pai)
    • Mãe que também é pai ao mesmo tempo
    Saber que existem esses diferentes “alvos” no Dia dos Pais, pode direcionar sua loja a criar Kits especiais para cada um desses tipos. Além disso, vale conversar com o cliente para saber para quem é o presente. Dessa forma, o vendedor se aproxima do cliente, deixando-o à vontade para trocar ideias. Quem sabe, nessa conversa, ele goste da ideia e acabe levando um presente para seu pai e outro para o padrinho.

    2. ELABORE KITS PARA OS DIFERENTES PERFIS DE PAIS

    Assim como as mães, os pais não são todos iguais. A parte mais difícil, com certeza, é a escolha do presente. A pergunta que não sai da cabeça de seu cliente é “O que dar para o meu pai?”. Por isso, para facilitar a busca do seu consumidor, você pode elaborar diferentes kits, ou mesmo separar os produtos na loja por categoria: “Pai esportivo”, “Pai inventor”, “Pai cozinheiro”, “Pai decorador”, “Pai faz-tudo”, “Pai tecnológico”, “Descanso para o papai”, “Pai estudioso”… Enfim, use sua imaginação e direcione produtos específicos para os diferentes perfis de pais, de acordo com os produtos disponíveis em sua loja.

    3. BRINQUE COM A TRADIÇÃO

    Sabe aquela história de que no Dia dos Pais as pessoas sempre comprar as mesmas coisas: gravatas, canetas, canecas, meias? Então, que tal usar a criatividade para chamar a atenção dos clientes com isso? Sua loja pode criar uma promoção em que o cliente leva de brinde um desses itens mais “tradicionais” na compra de um presente mais tecnológico.

    Exemplos:

    • “Não compre uma gravata para o seu pai. Compre um tablet e nós daremos a gravata de brinde”.
    • “Vai comprar meia de novo para o seu pai? Compre um Notebook e nós damos a meia de graça”
    Use a imaginação e a criatividade. Se você quiser, não precisar dar o brinde, mas ainda pode utilizar a tradição em suas chamadas.Exemplo:
    • “Nesse Dia dos Pais, esqueça as meias e gravatas. Veja nossas opções de produtos e dê para o seu pai um presente tão legal quanto ele!”.

    4. FORNEÇA EXPERIÊNCIAS MARCANTES

    O presente do Dia dos Pais deve ser mais que uma obrigação. É a forma que as pessoas encontram de dizer “Eu te amo”; “Obrigada, pai”.Então, faça com que esse momento seja marcante. Procure parcerias com outras empresas e ofereça brindes ou sorteio de algo que vai fazer os filhos se aproximarem de seus pais.Exemplos: ingressos para um jogo de futebol, ingressos para um show, aulas de churrasco. Enfim, o objetivo é oferecer um momento que faça o Dia dos Pais mais que uma data comercial, uma oportunidade para agradecer e celebrar o amor em família. Dessa forma, seus clientes sentirão que valeu a pena escolher a sua loja.Fonte: Blog do Varejo
  • A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) registrou alta de 0,17% em julho, após subir 0,47% em junho. O resultado, divulgado nesta terça-feira, 22/7, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ficou abaixo da mediana de +0,20% estimada por analistas do mercado financeiro consultados pelo AE Projeções. Eles esperavam uma inflação entre 0,10% e 0,36%. Com o resultado, o IPCA-15 acumula taxas de 4,17% no ano e de 6,51% em 12 meses até julho.O grupo Alimentação e Bebidas registrou deflação de 0,03% no âmbito do IPCA-15 de julho. O resultado representou desaceleração ante a alta de 0,21% observada no índice do mês passado. Segundo o IBGE, a classe subtraiu 0,01 ponto porcentual da inflação, que ficou em 0,17% no período.Nos alimentos, muitos produtos ficaram mais baratos de um mês para o outro. Entre os destaques estão batata-inglesa (-13,23%), tomate (-11,63%), feijão-fradinho (-8,04%), cenoura (-7,67%), feijão-carioca (-7,44%), cebola (-6,36%), hortaliças (-5,33%), feijão-preto (-5,32%) e farinha de mandioca (-4,60%), informou o IBGE.Fonte: Pequenas Empresas, Grandes Negócios
  • O comércio varejista do país registrou crescimento de 0,5% no volume de vendas e 1% da receita nominal no mês de maio em relação a abril, na série livre de influências sazonais. Em comparação com maio do ano passado, no entanto, o crescimento é ainda mais expressivo, o volume de vendas cresceu 4,8% e a receita nominal 11,4%.Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e indicam que com o resultado de maio, o volume de vendas fechou os primeiros cinco meses do ano com crescimento acumulado de 5%, enquanto as vendas nominais em 11,2%. No que diz respeito à taxa anualizada (últimos doze meses), as vendas cresceram 4,9% e a receita nominal 11,7%.Os dados dizem respeito à Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) e ressaltam, ainda, que o comércio varejista ampliado - que inclui o varejo e mais as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção - voltou a registrar em maio de 2014, variação negativa para o volume de vendas (-0,3%) e crescimento para a receita nominal (0,4%) ambas as taxas em relação a abril, com ajuste sazonal.Em maio, oito das dez atividades que integram a PMC registraram variações positivas para o volume de vendas, na série com ajuste. Os principais destaques foram para equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (alta de 2,4%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (de 2,4%); livros, jornais, revistas e papelaria (1,9%); e móveis e eletrodomésticos (1,8%).Em relação a maio do ano passado, série sem ajuste sazonal, seis das oito atividades do varejo apresentaram aumento no volume de vendas, com destaque de 3,1% para hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo; 12,4% em outros artigos de uso pessoal e doméstico; 8,3% para móveis e eletrodomésticos; e 10% para artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos.O IBGE ressaltou que o segmento de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com variação de 3,1% no volume de vendas em relação a maio do ano anterior, segue como o principal impacto na formação da taxa do varejo, respondendo por 31% do total. O IBGE atribui esse resultado ao aumento das vendas decorrente da comemoração do Dia das Mães.As vendas de outros artigos de uso pessoal e doméstico tiveram crescimento de 12,4% em relação a maio de 2013 (variação de dois dígitos pelo segundo mês consecutivo), o que proporcionou o segundo maior impacto na formação da taxa do varejo, responsável por 26%.O comércio varejista ampliado, que inclui o varejo e mais as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, apresentou queda de 0,3% em relação ao mês anterior ajustado sazonalmente e variação de 0,9% em relação a maio de 2013, depois de dois meses com resultado interanual negativo.Este desempenho reflete, sobretudo, o comportamento das vendas de veículos, motos, partes e peças, que apresentou queda de 1,9% em abril de 2014 com ajuste sazonal, e queda de 6,3% em relação a maio de 2013. As taxas acumuladas dessa atividade foram -5,6% no ano e -3,6% em 12 meses. Segundo o IBGE, “o menor ritmo de crescimento do crédito e a desaceleração do consumo, explicam esse comportamento”.A analise regional da PMC indica que, em comparação a maio de 2013, todas as unidades da Federação apresentaram resultados positivos, com destaques para as altas no Acre (16,5%); Tocantins (14,4%); em Rondônia (14,1%); no Amapá (10,1%) e Ceará (9,3%).Quanto à participação dos estados na composição da taxa global, destacaram-se São Paulo (3,4%); Rio de Janeiro (5,2%); Rio Grande do Sul (5,7%); Bahia (7,9%) e Minas Gerais, com 3,7%.Os resultados por unidades da federação com ajuste sazonal para o volume de vendas cresceram em 22 estados. As maiores variações foram no Acre (16,1%); no Amazonas (5,1%); na Bahia (3,8%); em Rondônia (3,7%); e no Tocantins (2,9%). Já as maiores quedas ocorreram no Amapá (-2,9%); no Espírito Santo (-0,9%) e em São Paulo (-0,4%).Fonte: Exame
  • O brasileiro consumiu menos a prazo durante a Copa do Mundo, aponta levantamento do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Segundo a pesquisa, as consultas para vendas a prazo tiveram queda de 7,56% durante os 30 dias do Mundial em relação ao mesmo período de 2013. Na comparação mensal, a queda foi de 6,94%.Para o presidente da CNDL, Roque Pellizaro, a Copa não trouxe resultados positivos para as vendas do comércio, apesar de ter atraído investimentos em infraestrutura e turistas de várias partes do mundo. Isso porque, segundo ele, o Mundial provocou transferência dos gastos dos consumidores para as áreas de alimentos e bebidas, como restaurantes, supermercados e bares, setores com tíquetes médios mais baixos e geralmente pagos à vista.“O Mundial impulsionou a economia de modo muito concentrado. Enquanto alguns setores do comércio e serviços lucraram com o aumento da procura, outros, como os de bens de maior valor agregado, sofreram com a queda da demanda”, explica Pellizaro em nota enviada à imprensa. SPC e CNDL apontam ainda a inflação “persistentemente alta”, crédito mais caro e os feriados durante a Copa como motivos para a queda das vendas no varejo.O levantamento divulgado tem abrangência nacional e considera as consultas realizadas ao banco de dados do SPC Brasil para vendas a prazo. As variações comparam consultas realizadas entre os dias 12 de junho e 13 de julho (data de início e término da Copa do Mundo) com o total de consultas no mesmo intervalo de 2013 e 30 dias imediatamente antes da abertura do mundial.Fonte: Agência Estado
  • No ano passado, a diretora da Honorina Cortinas e Decorações, Valéria Alves Munhoz, buscou a Serasa Experian para saber o motivo das restrições ao CNPJ de sua empresa, há 25 anos no mercado. “Fomos consultar o cadastro e comprovamos a não existência de débitos”, conta a diretora. Segundo ela, na ocasião, ficou esclarecido que o problema foi provocado pelo escritório de contabilidade, ao mudar a razão social da companhia sem comunicar à direção da Honorina. “Continuei pagando impostos pela razão social antiga e isso gerou a pendência.”Mas a procura serviu para a diretora conhecer e utilizar o MeProteja Empresas, serviço da Serasa Experian que avisa sobre qualquer alteração envolvendo restrição ao CNPJ ou ações cíveis / criminais. Os alertas são gerados nos casos de inclusão ou exclusão de protestos, pendências financeiras, recuperações judiciais e extrajudiciais, falências, ações cíveis e dívidas vencidas da própria empresa ou de seus sócios.A diretora da Honorina aprovou. “O serviço vale o investimento. Além de simples de ser utilizado, o conhecimento prévio de problemas envolvendo o CNPJ garante tempo hábil para os gestores agirem e reverterem a situação”, diz Valéria. “Trata-se de segurança extra aos empresários.” O usuário também é comunicado quando ocorrem inclusões de PEFIN/REFIN antes da divulgação ao mercado. Dessa forma é possível conferir se a dívida procede ou não.Segundo o superintendente de informações sobre empresas da Serasa Experian, Júlio Leandro, o produto é a garantia de que a companhia estará blindada 24 horas por dia. “O MeProteja Empresas visa dar tranquilidade ao empresário, evitando restrições ao negócio”, diz o executivo. Assim como a versão voltada a pessoas físicas, o MeProteja Empresas alerta contra possíveis tentativas de fraudes envolvendo os CPFs dos sócios. “Ao garantir a integridade financeira da empresa e de seus societários, a própria companhia se mantém saudável e apta a realizar transações comerciais”, explica Júlio. Os CPFs de até três sócios podem ser monitorados.OperaçãoAo contratar o MeProteja Empresas, o proprietário poderá acessar – dentro de algumas horas – um relatório sobre a existência ou não de pendências financeiras registradas na Serasa Experian e (ou) demais irregularidades envolvendo aquele CNPJ. O acesso restrito no site da Serasa Experian permite a consulta dos relatórios contendo alterações mais recentes a qualquer momento.O produto está disponível para empresas de todos os portes e custa a partir de R$ 24,90 por mês, dependendo do plano escolhido e da opção por monitoramento de sócios. A compra está disponível no endereço www.meprotejaempresas.com.br. O pagamento pode ser realizado por cartão de crédito. O monitoramento é ativado imediatamente.Fonte: Serasa Experian

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