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Informações relevantes ao seu alcance

  • A Receita Federal faz, nesta sexta-feira (15), o depósito do terceiro lote de restituição do IR (Imposto de Renda) deste ano. Ao todo, serão pagos R$ 2 bilhões para 1.624.394 contribuintes. Neste lote, aparecem 25.957 idosos e 2.773 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave.A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Para consultar se você está neste lote,acesse o site da Receita ou ligue para o Receitafone 146.Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la por meio da internet, mediante o Formulário Eletrônico — Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.A Receita disponibiliza, ainda, um aplicativo para tablets e smartphones que facilita a consulta às declarações e situação cadastral no CPF. Com ele é possível consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IR e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.O aplicativo "Pessoa Física" pode ser baixado pelo Google Play (para aparelhos Android) ou pela Apple Store (para IOS).O lote multiexercício  do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física contempla também restituições de 2013 (ano-calendário 2012), 2012 (ano-calendário 2011), 2011 (ano-calendário 2010), 2010 (ano-calendário 2009), 2009 (ano-calendário 2008) e 2008 (ano-calendário 2007).AntecipaçãoMuitos bancos oferecem a seus correntistas a possibilidade de antecipar o valor da restituição. Mas os clientes devem ficar atentos aos juros cobrados e à real necessidade de ter esse dinheiro antes (confira ao final as taxas de juros dos principais bancos do País e os limites da antecipação). Confira as taxas dos bancos e tire dúvidas sobre a antecipação.Fonte: R7
  • A alta no preço dos alimentos e o crédito mais caro fez a Confederação Nacional do Comércio (CNC) revisar a projeção do crescimento do varejo para 4,7% em 2014. O volume de vendas do comércio varejista teve queda de 0,4% em abril, a segunda consecutiva no ano, segundo Pesquisa Mensal de Comércio do IBGE.“A gente revisou para baixo a previsão de 4,9% para 4,7% muito mais em função desse resultado negativo em comparação com março do que com o resultado positivo com abril do ano passado [6,7%]. No curtíssimo prazo, as vendas estão caindo, mas no longo prazo [comparação anual] tiveram alta surpreendente”, explicou o economista Fabio Bentes.Ainda segundo Bentes, esta segunda queda não acontecia desde o último trimestre da crise em 2008. O economista afirmou que desde 2004 o comércio não tem um começo de ano tão complicado.“Dois meses de queda não poderia provocar outro efeito senão uma revisão para baixo. Estamos nos aproximando do ano passado, 4,3%. A expectativa no início do ano era de 5,5% a 6%. Nova surpresa nos preços elevados dos alimentos foi o principal fator. Existe a possibilidade de, em alguns meses, revisarmos o crescimento do varejo para níveis melhores, mas vai precisar que os alimentos cresçam menos do que têm crescido”, afirmou.Televisão e supermercado em altaAs maiores altas ocorreram nos ramos de artigos de uso pessoal e doméstico (16%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (10,1%). Já o setor que apresentou o pior desempenho em maio foi o de jornais, revistas e papelaria, com queda de 10,6% em relação a abril de 2013.“O comércio está tendo um começo difícil. Todos os segmentos do varejo tiveram queda, exceto o segmento de artigo de uso pessoal ou doméstico que cresceu. Nesse segmento, a gente pode refletir a Copa. Ele [o setor] evitou que o resultado fosse pior. Os televisores e eletroeletrônicos [que fazem parte do segmento de uso pessoal] tiveram alta de 16%. Quem ajudou o comércio a ter esse resultado, foram eles”, completou Bentes.Outro item que teve influencia no resultado do comércio varejista foram os itens de supermercado, segundo a CNC. No entanto, segundo Bentes, este número não é reflexo da Copa.“No caso deles, não é a Copa. Cresceu porque a gente teve uma inflação menor nos itens de supermercado em abril, comparando 2014 com 2013, foram menos 6,8%. Isso segundo dados de preços da própria CNC. Em abril do ano passado, a gente teve inflação de 13,1%. O resultado de vendas foi terrível naquele mês. Para você ver como preço é fundamental nesse setor [supermercado]”, explicou.RecuperaçãoApesar de afirmar que até o momento não houve sinalização de melhora, o economista acredita que por causa do segmento de supermercado e uso pessoal e doméstico, existe chance de alguma recuperação.“Juntos, eles explicam 97% desse crescimento de 6,7%. No caso do televisor, teve a questão do preço: eles ficaram 4,5% mais baratos do que no ano passado. Os supermercados sem dúvida foi o que impactou. Acredito que foi um fator pontual, o segundo semestre é favorável em relação ao preço de alimentos. A partir de julho, agosto, é possível que tenha um esfriamento no preço do alimento, as pressões geralmente costumam acontecer na primeira metade do ano. Preço mais alto é venda mais fraca no varejo”, concluiu.Fonte: G1
  • A FIEB, por meio do Instituto Euvaldo Lodi (IEL) de Vitória da Conquista, está com um projeto em curso para a constituição de uma Rede Associativa multisetorial em Brumado.A Rede Associativa é um modelo de parceria entre micro e pequenas empresas, que tem ganhado cada vez mais força em todo o Brasil, tornando-as mais competitivas e lucrativas. As redes mais conhecidas são aquelas de perfil unisetorial, como farmácias, mercadinhos, lojas de material de construção, dentre outras. As redes multisetoriais são menos frequentes, mas não menos interessantes.Esse tema já está sendo tratado com alguns empresários de Brumado desde 2013, e tem tido o apoio do SEBRAE (Mônica Rizério) e da Aibrum (Gama), e agora, a FIEB quer alavancá-lo com apoio da prefeitura (por meio do Secretário Fred Neves) e também através da Câmara de Dirigentes Lojistas de Brumado.Neste sentido, acontecerá, no dia 14/08/2014 (ás 19:00hs), na sede do CDL em Brumado, uma reunião/mini palestra sobre esse tema e sobre esse projeto. O convite é para todos os associados CDL, e na ocasião será realizada uma explicação sobre o projeto e seus ganhos individuais e coletivos.Trata-se de uma excelente oportunidade para que comerciantes, industriais e prestadores de serviço de Brumado dêem um salto à frente e mantenham-se alinhados com a tendência de cooperação e trabalho em rede.Este evento é uma parceria com a CDL local e não haverá custos para os associados.Ascom (Izidy Ramel Comunicação)
  • A presidente do Magazine Luiza, Luiza Trajano, disse na tarde desta segunda-feira (11) que o varejo é o segmento que menos tem sentido o arrefecimento da atividade econômica no país. Luiza disse acreditar que o impacto na oferta de crédito da liberação do compulsório pelo Banco Central, no final de julho, vai demorar ainda dois meses para ser sentido.A executiva afirmou que o cenário econômico no início do ano que vem será mais difícil do que deste ano. Ela classificou 2014 como um ano "tumultuado" e "atípico", devido, respectivamente, ao baixo crescimento do PIB e às eleições, em outubro.A previsão de 2015 mais complicado é porque "todo começo de governo é assim". "Agora é um momento mais tumultuado porque o PIB não tá crescendo, mas quem menos tem sentido é o varejo", disse ela, em entrevista coletiva, no centro do Rio. "Eu acho que 2015 vai ser um ano mais difícil do que esse final de ano e nós vamos ter que trabalhar mais no primeiro trimestre." Segundo Trajano, a inadimplência do varejo e do setor imobiliário está "totalmente sobre controle". Ela contou que acompanha de perto os número de inadimplência do país e do setor de crédito da empresa, o LuizaCred.Toda segunda-feira, contou ela, os números dos devedores da LuizaCred são colocados em sua mesa. "Inadimplência é igual cupim: quando você vê, você quebra", disse. Mesmo com a perspectiva de um ano que vem difícil, Trajano afirmou que o Magazine Luiza manterá sua previsão de investimento.A companhia busca oportunidades de investimento no Rio, Brasília e Espírito Santo, onde a rede ainda não está estabelecida. Nesses locais, explicou, a estratégia seria adquirir uma rede local ou abrir de 15 a 20 lojas no mesmo dia. Trajano, contudo, não confirmou a estratégia a ser adotada e nem se os investimentos serão realizados. "É um mercado que nos interessa muito. Ano que vem é uma possibilidade. Não tá traçado um plano ainda, mas é um foco."Fonte: Varejista
  • Na semana do Dia dos Pais (04 a 10 de agosto), as vendas cresceram 2,1% em todo o país sobre a semana de 05 a 11 de agosto de 2013, conforme revela o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio – Dia dos Pais 2014.No final de semana da data – de 08 a 10 de agosto –, houve queda de 0,7% na comparação com o final de semana equivalente do ano anterior (09 a 11 de agosto).Na cidade de São Paulo, as vendas realizadas na semana do Dia dos Pais subiram 1,4% ante a mesma semana do ano passado. No final de semana da data, as vendas tiveram queda de 1,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.Para os economistas da Serasa Experian, os fracos resultados das venda dos Dias dos Pais deste ano de 2014 refletem as adversidades do atual quadro conjuntural, marcado por custos mais altos do crediário, inflação elevada e baixo grau de confiança dos consumidores.Fonte: Serasa Experian
  • Pelo quinto mês consecutivo as consultas para as vendas a prazo, que sinalizam o ritmo do movimento no comércio brasileiro, apresentaram queda. Em julho deste ano na comparação com o mesmo mês de 2013 a retração foi de 0,27%. A antecipação das promoções realizada por lojistas no período pós Copa do Mundo ainda não refletiu, por enquanto, em melhora de vendas, segundo o indicador.A boa notícia, no entanto, ficou por conta da perda de fôlego do ritmo de piora do comércio. A queda foi menor do que a registrada no mês de junho  (-2,06%) e a menos intensa desde março, quando o indicador de consultas começou a recuar.Na avaliação de Roque Pellizzaro Junior, presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), o resultado é consequência do desaquecimento da economia, influenciado principalmente pela escalada dos juros, pela inflação no limite da meta e pelo menor crescimento da renda do trabalhador.Além disso, a baixa confiança dos consumidores e dos comerciantes também contribuiu para o resultado negativo. "Com o cenário econômico enfraquecido, estamos observando uma tendência de maior rigor no processo de concessão de crédito. O momento é menos favorável ao consumo das famílias, uma vez que o custo para o consumidor comprar a prazo aumentou”, explica Pellizzaro Junior.A perda de fôlego nas intenções de vendas a prazo também se repetiu no resultado consolidado do ano. No acumulado dos sete primeiros meses, frente a igual período de 2013, o indicador soma uma queda de -1,28%. Com o consumo e o comércio dando sinais de enfraquecimento, os economistas do SPC Brasil e da CNDL estudam rever para baixo a projeção de crescimento do comércio para este ano, que atualmente está numa alta de 3%.Em relação a junho deste ano, as consultas para vendas parceladas cresceram 3,06%, reflexo da volatilidade da comparação mensal.Fonte: SPC Brasil

Feliz Dia dos Pais

09 ago, 2014 às 12:11

  • A Receita Federal vai liberar, às 9h desta sexta-feira (8), a consulta ao terceiro lote de restituições do Imposto de Renda de 2014 (ano-base 2013). Será liberada, ainda, a consulta a lotes residuais de 2013, 2012, 2011, 2010, 2009 e 2008.O dinheiro das restituições será depositado no próximo dia 15 (sexta-feira) na agência bancária indicada pelo contribuinte ao fazer a declaração. O valor é corrigido pela Selic (taxa básica de juros), mas, após cair na conta, não recebe nenhuma atualização.No total, 1.593.513 contribuintes vão receber a restituição desta vez. Eles vão receber, juntos, mais de R$ 1,9 bilhão.Para saber se teve a restituição liberada, o contribuinte pode acessar o site da Receita Federal ou ligar para o Receitafone, no número 146.Fonte: Uol
  • A opção do cliente na hora de pagar por um produto pode fazer diferença no bolso. As compras em cartão de crédito podem ficar mais caras. Isso porque o plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (6)  o Projeto de Decreto Legislativo (PDS) 31/2013, que permite ao comerciante estabelecer preços diferentes para o mesmo produto se o pagamento for feito em dinheiro ou no cartão de crédito.A discussão foi polêmica. Os senadores Delcídio Amaral (PT-MS) e Vicente Claudino (PTB-PI) tentaram impedir a votação da proposta em plenário com a apresentação de um requerimento para que o tema fosse debatido antes nas comissões de Assuntos Econômicos e de Fiscalização e Controle. O líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), também fez um apelo para que a matéria não fosse a plenário, mas o grupo foi vencido pela maioria."Não é uma questão de consenso. É uma questão de defesa do consumidor, e eu não posso acreditar que as bandeiras dos cartões de crédito impeçam a manifestação do Senado. Contra ou a favor, que defina o Senado a sua posição", argumentou o autor da proposta, Roberto Requião (PMDM-PR). Para ele, a proibição acaba por repassar ao preço do produto os custos embutidos no uso do cartão de crédito (cerca de 7% do valor total) e impede que o estabelecimento conceda desconto ao cliente que pagar à vista.Na prática, o texto aprovado suspende os efeitos da Resolução 34/1989, do Conselho Nacional de Defesa do Consumidor , que proíbe a cobrança diferenciada. A relatora da matéria, Lídice da Mata (PSB-BA), diz que o Conselho Nacional de Defesa do Consumidor não tem competência para instituir normas que criem obrigações a particulares.Para ela, com base na resolução, o órgão exerceu poder normativo inexistente, ao proibir a cobrança de preços diferentes por parte dos fornecedores na hipótese de pagamento por meio de cartão de crédito. "Quero dizer a Vossa Excelência [Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado] e à Casa que essa matéria não é consensual. O meu partido e eu, pessoalmente, nos manifestamos contrários, e gostaria de ouvir a opinião de alguns líderes a mais com relação a essa matéria, que é polêmica e tem a manifestação escrita de várias entidades de classe de defesa do consumidor, que contestam a diferenciação de preço no comércio para pagamento com cartão de crédito", argumentou o líder do DEM no Senado, Agripino Maia (RN).Fonte: Ibahia
  • As parcerias entre pequenos negócios e as médias e grandes empresas têm promovido o aumento de faturamento, de lucratividade e a melhoria da qualidade dos produtos e serviços oferecidos pelas pequenas empresas brasileiras. Segundo o Sebrae, essa aproximação deve gerar, até 2015, um saldo de R$ 4,5 bilhões em negócios. Com o objetivo de ampliar essas parcerias, a entidade está cadastrando novos consultores para atuarem nas cadeias produtivas da construção civil, do setor automotivo, da saúde, do comércio varejista e da agroindústria.“A criação de um cadastro de consultores para o Programa Nacional de Encadeamento Produtivo vai impulsionar ainda mais as parcerias que temos promovido entre empresas de diferentes portes”, afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto. “Queremos que os melhores profissionais do mercado nos auxiliem no desenvolvimento de novos projetos. Nesse sentido, precisamos de pessoas que conheçam as cadeias de valores e que saibam diagnosticar cada um dos pontos que podem ser explorados pelos pequenos negócios”, destaca.O edital para a captação de consultores foi lançado neste domingo (3). O comunicado está disponível para os interessados no Portal do Sebrae e as dúvidas podem ser enviadas para o e-mail [email protected] consultores que farão parte do cadastro serão especialistas com conhecimento profundo nos setores em que o Sebrae atua. Esses profissionais precisam ter uma visão abrangente das empresas âncoras e serão responsáveis pelo monitoramento de um grupo de projetos e pela identificação de possíveis gargalos.Quando os pequenos negócios participam de uma cadeia produtiva eles aumentam a sua competitividade, inovam mais e promovem o desenvolvimento sustentável por meio do crescimento das economias locais e da ampliação das vagas de emprego. Na outra ponta, as empresas de grande porte que compram das micro e pequenas empresas conseguem otimizar seus produtos e serviços, reduzir custos e aumentar a sua flexibilidade e agilidade.Atualmente, o Sebrae conta com 116 projetos nacionais e regionais de Encadeamento Produtivo que envolvem mais de 19,5 mil pequenas empresas e cerca de 60 companhias de grande porte, as chamadas âncoras, das cadeias do aço, automotiva, de alimentos, do petróleo e gás, do transporte aéreo, entre outras.Pesquisa recente feita pelo Sebrae constatou que após as consultorias da instituição, 70% das empresas âncoras aumentaram a participação das pequenas empresas no volume de compras, 80% se aproximaram mais do consumidor final por meio das parcerias com os distribuidores e que as vendas subiram em 60%. O Programa Nacional de Encadeamento Produtivo também proporcionou 90% de melhoria na qualidade dos produtos fornecidos para as grandes empresas pelos pequenos negócios, o que permitiu a redução em 30% do tempo gasto com a resolução de problemas.Fonte: Pequenas empresas, grandes negócios
  • Em homenagem ao trabalho competente e inovador de D. Sônia, a gestão atual da Câmara de Dirigentes Lojistas, realizada por Manoel Messias, juntamente com os outros membros da diretoria, inauguraram oficialmente o auditório da entidade, que por sua vez, foi nomeado “Maria Sônia Meira Gomes”.D. Sônia que esteve diretamente ligada, bem como, à frente da CDL com afinco durante tantos anos, foi:Presidente nas gestões: 2003/2004 e 2005/2006Vice Presidente nas gestões: 2007/2008Manoel Messias disse na noite de 01 de agosto de 2014, em cerimônia de inauguração “Seremos eternamente gratos pela iniciativa, compromisso e trabalho desenvolvido ao longo dos anos em que esteve à frente desta entidade. Também pelo apoio incondicional a qualquer momento, quando solicitada. A nossa eterna presidente - Maria Sônia Meira Gomes é uma lição para ser seguida e não somente lembrada”.Ascom (Izidy Ramel Comunicação)[gallery link="file" ids="9111,9113,9114,9115,9116,9117,9118,9119,9120,9121,9122,9123,9124,9125,9126,9127,9128,9129,9130,9131" orderby="rand"]

  • A balança comercial brasileira registrou em julho o quinto superávit comercial do ano, depois de amargar dois déficits altos em janeiro e fevereiro. O saldo positivo do mês passado foi de US$ 1,575 bilhão, enquanto, em julho de 2013, a balança teve um déficit de US$ 1,899 bilhão. As exportações (US$ 23,025 bilhões) foram recordes para meses de julho, assim como a corrente de comércio (US$ 44,475 bilhões).No período acumulado de 12 meses, encerrados em julho, a balança registra superávit de US$ 6,459 bilhões. O ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) não divulga mais a meta de saldo para o ano. Os analistas de mercado, ouvidos no boletim Focus do Banco Central, estimam que o saldo fechará positivo este ano em US$ 2 bilhões. O Banco Central projeta um superávit de US$ 5 bilhões para 2014.Média por dia útilAs importações tiveram queda de 5,5% em julho de 2014 ante o mesmo mês do ano passado, segundo a média por dia útil. De acordo com dados divulgados pelo MDIC, a média de importação por dia útil foi de US$ 932,6 milhões no mês passado, ante US$ 987,2 milhões em julho de 2013. Na comparação com junho deste ano, quando a média foi de US$ 905,1 milhões, houve alta de 3,0%.A queda nas importações foi generalizada entre os segmentos: de -11,2% para bens de capital, de -9,2% para bens de consumo, de -7,4% para combustíveis e lubrificantes e de -0,5% para matérias-primas e intermediários.Segundo o governo, a queda no segmento de bens de capital ocorreu devido a acessórios de maquinaria industrial, equipamento móvel de transporte, máquinas e aparelhos de escritório e serviço científico, maquinaria industrial e partes e peças para bens de capital para a indústria.Na categoria de bens de consumo, as principais quedas foram em máquinas e aparelhos de uso doméstico, automóveis de passageiros, motocicletas e outros ciclos, partes e peças para bens de consumo duráveis, móveis e produtos alimentícios.Na área de combustíveis e lubrificantes, a retração ocorreu principalmente devido à diminuição dos preços e das quantidades embarcadas de petróleo, gás natural, naftas e carvão, segundo o governo.No segmento de matérias-primas e intermediários, caíram as importações de acessórios de equipamento de transporte, partes e peças de produtos intermediários, produtos alimentícios e produtos agropecuários não alimentícios.Fonte: Pequenas empresas, grandes negócios

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