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  • Nos últimos dez anos, o crescimento médio do comércio brasileiro superou o do Produto Interno Bruto (PIB), informaram hoje (17) a Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ) e a Fundação Getulio Vargas (FGV), no Mapa Estratégico do Comércio 2014-2020. Enquanto o PIB do país avançou em média 3,6% de 2002 a 2012, o valor adicionado bruto do setor aumentou 4,5%.De acordo com o estudo, o comércio, os serviços de informação, as atividades imobiliárias e outros serviços contribuíram com 37,9% do PIB brasileiro em 2010, com um total de R$ 1,223 trilhão. Desse valor, R$ 404 bilhões corresponderam apenas ao comércio.A receita bruta de revenda de mercadorias saiu de R$ 1,747 trilhão em 2007 para R$ 2,488 trilhões em 2011, após uma taxa média real de crescimento de 9,2% ao ano. Naquele ano, 53,1% da receita foram gerados no Sudeste; 19,2%, no Sul; 14,9%, no Nordeste; 9,2%, no Centro-Oeste; e 3,5%, no Norte. Por unidade federativa, o maior crescimento foi registrado no Tocantins, onde a variação média anual chegou a 16,3%.Ainda no ano de 2011, cerca de 70% dos estabelecimentos do país eram do comércio de bens, serviços ou turismo, informa o estudo, com base em dados da Relação Anual de Informações Sociais, do Ministério do Trabalho e Emprego. Em números absolutos, eram 4,9 milhões de estabelecimentos, 50,8% deles no Sudeste. No Sul, estavam 21,6%. Depois, vêm o Centro-Oeste (7,6%) e o Norte (3,8%).Apesar de o Nordeste ter 16,3%, a região teve uma média anual de empresas criadas maior do que o Sul. Foram 24.302 por ano entre 2006 e 2011, contra 15.838 no Paraná, no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. O Sudeste também lidera nesse aspecto, com 58.784.O comércio registra uma taxa maior de fechamento de empresas nos dois anos seguintes ao da criação, tomando como ano inicial 2007. Enquanto em todos os setores a média é 38,7%, no comércio é 38,9%.Nas empresas comerciais que não têm funcionários, a taxa chega a 45,6%, contra 45,2% dos estabelecimentos em geral.Já quando são analisadas as empresas com de uma a nove pessoas ocupadas, nos outros setores os fechamentos chegam a 20,1%, enquanto no comércio ficam em 19,9%. Entre os estabelecimentos com dez ou mais empregados, esses negócios têm taxa de 9,9%, contra 11,9% de todos os setores.Para melhorar esse desempenho, o Mapa Estratégico do Comércio 2014-2020 destaca a importância da profissionalização. “[É] um dos fatores que impactam diretamente no desempenho do setor, qualificando a tomada de decisão e o tornando mais forte e competitivo. Para tal, a profissionalização deve colocar em pauta iniciativas de fomento à formação e qualificação da gestão."Outros objetivos estratégicos para favorecer o setor são, segundo a Fecomércio-RJ e a FGV, o fortalecimento da estabilidade macroeconômica e uma melhor distribuição de renda, com promoção social dos beneficiários de programas do governo, por meio de investimentos em educação básica e qualificação. "Tais programas [de capacitação] são facilitadores para que esta parcela da população se insira no mercado de trabalho, tornando-se um mecanismo importante para o crescimento sustentado de acesso a Bens e Serviços".Aumentar a competitividade em rankings internacionais e elevar os investimentos públicos no setor também são medidas destacadas pela duas entidades. Fonte: Agência Brasil / CNDL
  • Devido aos acontecimentos recentes, a CDL de Brumado alerta os seus associados e demais comerciantes sobre os golpes  mais comuns aplicados rotineiramente na praça. É preciso que todos fiquem atentos.Os alvos preferidos dos criminosos são:Secretárias, gerentes, atendentes telefônicos.Observe abaixo: Modalidade dos Golpes em Brumado e região:Postos de combustíveis: Ligam e pedem número de conta para depósito de valor, que "serviria" para abastecimento de caminhão. Simulam depósito com envelope vazio e repassam o comprovante à empresa. Em seguida dizem que efetuaram depósito maior que o valor do "abastecimento" e pedem que seja restituído o valor da diferença, sem que nenhum veículo compareça.O golpe mais frequente no comércio: Ligam e informam ao atendente que estão fazendo uma atualização na lista telefônica e encaminham um formulário (fax) apenas para assinatura de confirmação.Dias depois ligam e procuram a pessoa que assinou dizendo que teria que pagar o valor do suposto contrato e começam a intimidar com ameaças de protestos.Em seguida uma outra pessoa liga dizendo que é do cartório e ameaça protestar a empresa, caso não pague a " dívida".Voltam a insistir dizendo também que são advogados e iniciarão com processo de execução e exigem o depósito bancário imediato.Outro Golpe também São  boletos de associações comerciais, entregues pelo correio, que normalmente são enviados após constituição de empresas, exigindo o pagamento de valor que variam até 297,00.Infelizmente, muitas empresas e pessoas, principalmente funcionários tem caído neste GOLPE.A informação é uma arma de defesa fundamental para os cidadãos de bem! Fonte: Assessoria de Comunicação da CDL de Brumado – Izidy Ramel Comunicação
  • A criação de empregos com carteira assinada continuou em trajetória de alta em setembro, quando foram abertas 211.068 vagas formais, segundo números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta quarta-feira (16).De acordo com o governo, as vagas formais criadas em setembro deste ano tiveram uma alta de 40% frente ao mesmo mês de 2012 - quando foram abertos 150.334 empregos com carteira assinada.Também foi o melhor resultado considerando todos os meses deste ano, além de ter sido a primeira vez, em 2013, que a criação de vagas formais ficou acima de 200 mil postos criados.Melhor setembro desde 2010De acordo com números oficiais, o resultado de setembro deste ano representa a maior criação de empregos formais para este mês desde 2010 - quando foram abertas 246.875 vagas com carteira assinada.No mesmo mês de 2011, foi registrada a criação de 209.078 empregos formais. O recorde para meses de setembro, aconteceu no ano de 2008 - período no qual foram abertas 282.841 vagas.Resultado parcial do ano é o pior desde 2009No acumulado dos nove primeiros meses deste ano, ainda de acordo com informações do Ministério do Trabalho, a geração de empregos formais somou 1,32 milhão de vagas.Isso representa uma queda de 15,9% frente ao mesmo período do ano passado, quando foram criadas 1,57 milhão de vagas. Também é o pior resultado para o período desde 2009, quando foram criados 1,12 milhão de empregos com carteira assinada. O recorde para os nove primeiros meses de um ano foi registrado em 2010 (2,49 milhões de empregos formais abertos).Os números de criação de empregos formais do acumulado de 2013, e de igual período dos últimos anos, foram ajustados para incorporar as informações enviadas pelas empresas fora do prazo (até o mês de julho). Os dados de agosto ainda são considerados sem ajuste.Crise financeiraA queda na criação de empregos formais neste ano acontece em um momento no qual a crise financeira internacional ainda tem mostrado efeitos na Europa, ao mesmo tempo em que a China tem registrado expansão inferior aos últimos anos. Nos Estados Unidos, há sinais de uma pequena aceleração da economia.No Brasil, por sua vez, o governo adotou uma série de medidas para tentar estimular a economia no ano passado, com reflexos em 2013, como, por exemplo, a desoneração da folha de pagamentos, a redução do IOF para empréstimos de pessoas físicas e a desoneração da linha branca e dos automóveis – entre outros.Entretanto, já teve de reverter algumas medidas – como a queda de juros que prevaleceu em 2012 – para combater a inflação. Neste ano, os juros já subiram em cinco oportunidades, para 9,5% ao ano. Além disso, a retirada de estímulos ao crescimento nos EUA gerou aumento do dólar no Brasil, em relação ao patamar registrado até maio – quando estava em R$ 2.Setores da economiaSegundo o Ministério do Trabalho, o setor de serviços liderou a criação de empregos formais nos nove primeiros meses deste ano, com 547.649 postos abertos (contra 667.166 no mesmo período do ano passado), ao mesmo tempo em que a indústria de transformação foi responsável pela contratação de 280.427 trabalhadores com carteira assinada no mesmo período. De janeiro a setembro do ano passado, a indústria abriu 256.961 vagas.A construção civil, por sua vez, regsitrou a abertura 202.633 trabalhadores com carteira assinada de janeiro a setembro deste ano, contra 273.922 vagas no mesmo período de 2012. Já o setor agrícola gerou 124.249 empregos nos nove primeiros meses deste ano (contra 136.578 no mesmo período de 2012), enquanto o comércio abriu 178.175 vagas formais de janeiro a setembro de 2013 (contra 263.091 vagas abertas nos nove primeiros meses de 2012).Distribuição geográfica dos empregosPor regiões do país, ainda de acordo com o Ministério do Trabalho, o destaque ficou por conta do Sudeste, com 664.764 postos formais abertos nos nove primeiros meses de 2013. Em segundo lugar, aparece a região Sul, com a abertura de 299.955 vagas com carteira.A região Centro-Oeste, por sua vez, abriu 175.963 postos de trabalho de janeiro a setembro. Já a região Nordeste criou 121.011 vagas formais nos nove primeiros meses deste ano, enquanto que o Norte abriu 61.768 empregos com carteira assinada no mesmo período.Fonte: G1
  • O dia das crianças foi comemorado com muita alegria nos bairros Urbis I e Dr. Juracy. Todos os anos contamos com um dia muito especial em nosso calendário que é a data em que se celebra o dia dos pequeninos, ou seja, 12 de outubro – dia das crianças, e da padroeira do Brasil “Nossa Senhora Aparecida”!Nesse ano de 2013 os as associações dos bairros Urbis I e Dr. Juracy solicitaram um auxílio à Câmara de Dirigentes Lojistas para que fossem arrecadados brinquedos e reforço na viabilização do evento para as crianças, e assim, os pequenos puderam se divertir além de serem presenteados.Desse modo, a CDL de Brumado e as associações dos bairros acima citados, fazem questão de agradecer à todos os comerciantes que contribuíram para que essa comemoração fosse possível. As crianças beneficiadas com certeza guardarão na memória para toda a sua vida a lembrança desse 12 de outubro. Fonte: Assessoria de Comunicação da CDL de Brumado - Izidy Ramel Comunicação [gallery columns="5" ids="6858,6859,6860,6861,6862,6863,6864,6865,6866,6867"]

  • O percentual de cheques devolvidos por falta de fundos no país atingiu 1,81% dos compensados em setrembro, o menor percentual desde os 1,70% observados em janeiro de 2011, revela nesta quinta-feira (17) o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos.No acumulado de janeiro a setembro deste ano foram 2,02% de devoluções, contra 2,03% em igual período de 2012."A queda da inadimplência com cheques segue a mesma tendência de recuo que vem ocorrendo com as demais modalidades de inadimplência e são determinadas: pela manutenção das baixas taxas de desemprego, pelo recuo da inflação após as fortes altas verificadas durante o primeiro semestre e pela atitude mais cautelosa dos consumidores perante contratação de novas operações de crédito", avaliam os economistas da Serasa, em nota.De janeiro a setembro, Roraima foi o estado que apresentou o maior percentual de cheques sem fundos (10,73%). Na outra ponta do ranking está o Amazonas, com 1,39%.Entre as regiões, a Norte registrou o maior percentual de cheques devolvidos (4,38%), e o Sudeste foi aquela com menor devolução (1,58%).Fonte: G1
  • Oito das dez atividades pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) registraram avanço nas vendas no mês de agosto ante julho. A principal alta veio do setor de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação, cujas vendas cresceram 7,6%. Em julho contra junho, houve alta de 3,7% nas vendas, informou IBGE.Além disso, o setor de veículos e motos, partes e peças vendeu 2,6% mais em agosto ante julho. No mesmo período de comparação, as vendas de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos cresceram 1,1%. O setor de livros, jornais, revistas e papelaria venderam 0,9% mais do que em julho, enquanto no setor de móveis e eletrodomésticos as vendas cresceram 0,8% (em julho ante julho, a variação havia sido de 2,6%, puxada pelo programa de financiamento Minha Casa Melhor).Também registraram alta nas vendas os setores de material de construção (0,8%), hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,6%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,1%).
    Fonte: O Estado de São Paulo
     
  • A Secretaria da Receita Federal paga nesta terça-feira (15) as restituições do quinto lote do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2013, ano-base 2012, além de lotes residuais de anos anteriores.Serão pagos R$ 1,5 bilhão em restituições neste mês, para 1,49 milhão de contribuintes.Do total liberado, R$ 1,42 bilhão se referem a declarações de 2013 (ano-base 2012), que serão pagos a 1,4 milhão de contribuintes. O valor já está acrescido da taxa Selic de 4,35% (maio de 2013 a outubro de 2013).Ao todo, são sete lotes de restituição, entre junho e dezembro.Ordem de recebimentoA Receita Federal estima que o volume de restituições que deverá ser pago em 2013 seja semelhante ao do ano passado: cerca de R$ 12 bilhões.Pessoas com mais de 65 anos têm prioridade para receber a restituição do imposto, não importando a forma como a declaração foi feita, assim como deficientes físicos e portadores de doença grave.Na sequência, são liberadas as restituições segundo a ordem de envio da declaração à Receita. O órgão lembra que, em qualquer uma das situações, é necessário que não haja pendências, irregularidades, erros ou omissões. Na ocorrência de algum destes casos, a declaração é retida na malha fina para verificação.Neste ano, foram recebidas 26 milhões de declarações do Imposto de Renda dentro do prazo regulamentar, ou seja, entre o início de março e o final do mês de abril.Processo de autorregularizaçãoO Fisco lembra que os contribuintes podem saber se há inconsistências em suas declarações do Imposto de Renda e se, por isso, caíram na malha-fina do Leão, ou seja, se tiveram seu IR retido para verificações.Essas informações estão disponíveis por meio do extrato da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física de 2013, disponível no portal e-CAC da Receita Federal. Para acessar é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal, ou certificado digital emitido por autoridade habilitada. Veja o passo a passo do extrato do IR.De acordo com a Receita Federal, o acesso ao extrato, por parte dos contribuintes, também permite conferir se as cotas do IRPF estão sendo quitadas corretamente; solicitar, alterar ou cancelar débito automático das cotas, além de identificar e parcelar eventuais débitos em atraso, entre outros serviços.Fonte: G1
  • Analistas do mercado financeiro elevaram pela segunda semana consecutiva a projeção para o desempenho da economia neste ano e, desta vez, melhoraram também sua avaliação a respeito da produção industrial, de acordo com o boletim Focus, do Banco Central. Semanalmente, a autoridade monetária colhe estimativas junto a cerca de cem instituições.A mediana das projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) saiu de alta de 2,47% para aumento de 2,48%. Há um mês as apostas eram de um crescimento de 2,40%. As estimativas para 2014 no boletim Focus se mantiveram em crescimento de 2,20%. As avaliações a respeito da economia têm melhorado desde a divulgação do PIB do segundo trimestre, que surpreendeu analistas ao crescer 1,5% sobre os primeiros três meses do ano.A semana passada foi pontuada por avaliações de organismos internacionais sobre a economia brasileira. O FMI manteve a estimativa de expansão do PIB em 2,5% neste ano, mas reduziu a projeção de 2014 de 3,2% para iguais 2,5%. O fundo avaliou que a resposta brasileira ao cenário global adverso foi adequada, mas voltou a criticar os gargalos de infraestrutura e a política fiscal. O Banco Mundial disse ser preocupante a desaceleração da economia nacional.Ainda no boletim do BC divulgado nesta segunda-feira, os analistas voltaram a elevar a projeção para a produção industrial deste ano, após tê-la reduzido por três semanas consecutivas. Agora, eles estimam aumento de 1,80%, ante 1,70% previsto na semana passada, mas um desempenho ainda abaixo daquele esperado há um mês, de 2,12%. Para 2014, a projeção subiu de 2,30% para 2,39%.Dois relatórios divulgados na semana passada sobre a atividade industrial mostraram sinais opostos. Enquanto o IBGE mostrou emprego e produção industrial em queda em agosto, a CNI trouxe números positivos, a ponto de avaliar que atividade da indústria oscilará menos entre setembro e dezembro. Embora as metodologias sejam diferentes, o gerente de política econômica da CNI, Flavio Castelo Branco, considerou: 'É um puzzle [quebra-cabeça] que precisamos destrinchar'.Outro dado do setor, desta vez da FGV, mostrou que metade dos segmentos da indústria acumulou mais estoques entre o segundo e o terceiro trimestres, apesar da queda da produção.IPCAA projeção do mercado financeiro para a inflação deste ano teve uma leve melhora, enquanto as apostas para os juros se mantiveram. O Focus mostra que a mediana das estimativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) saiu de 5,82% para 5,81% em 2013 e se manteve em 5,95% para 2014.Na semana passada, o IBGE mostrou que o IPCA acumulado no terceiro trimestre foi de 0,62%, representando uma trégua em um ano em que a inflação tem sido muito pressionada, a despeito de desonerações e outras medidas empreendidas pelo governo. Mas setembro, em que o IPCA subiu 0,35%, encerrou o período mais favorável ao crescimento mais baixo da inflação, segundo analistas e, assim, essa trégua parece ter sido temporária.No mesmo dia em que o IBGE informou o dado - quarta-feira -, o Copom se reuniu para definir a taxa de juros e, como esperado, elevou a Selic a 9,50%. E ao repetir o comunicado das três decisões anteriores, que também trouxeram elevação no juro, incentivou apostas de que a Selic irá a 10% no último encontro do colegiado em 2013, no fim de novembro. Essa percepção ainda não apareceu no Focus, que traz a mediana das projeções em 9,75% para o fim deste e do no próximo ano.Para 2013, parte das avaliações do mercado é de que o IPCA deve ultrapassar os 5,84% de 2012. Mas na sexta-feira, o presidente do BC, Alexandre Tombini, reiterou, em discurso feito em Washington, que a inflação deste ano será menor que a do ano passado. Fonte: Valor OnLine
  • A inadimplência recuou pelo quarto mês consecutivo em setembro, mostra o indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor. No mês passado, na comparação com agosto, o índice caiu 2,8%. Na comparação anual, com setembro de 2012, a inadimplência registrou declínio de 10,8%.No acumulado do ano, de janeiro a setembro, o volume de atrasos no pagamentos teve crescimento de 2,2% e, em relação ao mesmo período do ano passado, o aumento foi de 0,7%.De acordo com os economistas da Serasa Experian, baixas taxas de desemprego, recuo da inflação após as fortes altas verificadas durante o primeiro semestre e a atitude mais cautelosa dos consumidores sobre novas operações de crédito têm contribuído para queda sistemática da inadimplência nestes últimos meses.Tanto as dívidas não bancárias, referente a cartões de crédito, financeiras, lojas e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água, quanto aquelas com os bancos foram as principais responsáveis pela queda do indicador, com variações negativas de 2,6% e 2,9% . Os títulos protestados também caíram 20%, mas representaram contribuição leve, de 0,3 ponto percentual, no índice.
     
    Fonte: Valor Online
  • Os preços dos produtos e serviços mais procurados para a comemoração do Dia das Crianças subiram em média 9,13%, entre outubro de 2012 e setembro de 2013, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira (9) pela FGV/IBRE. No mesmo período, a inflação apurada pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da FGV/IBRE foi de 5,29%.Em 2012, a inflação do Dia das Crianças registrou aumento de 3,19%.Segundo André Braz, economista responsável pelo levantamento, dentre os itens selecionados, chama a atenção o aumento de preço dos serviços: show musical (13,94%), lanchonete (13,16%) e restaurantes (10,29%).No grupo dos presentes, os preços dos calçados infantis (7,92%) e bicicletas (6,44%) encabeçam a lista dos que subiram mais que a inflação, seguidos pelas bonecas (4,85%), roupas infantis (4,78%) e jogos para recreação (4,46%).Em contrapartida, os eletrônicos, uma das principais opções de presente das crianças mais crescidas, não registraram avanços em seus preços. Pelo contrário, tiveram queda. Aparelho de som ficou 4,56% mais barato, aparelho de TV registrou baixa de 3,76% e vídeo game, 2,27%.
     Fonte: G1 
  • A inadimplência do consumidor brasileiro no mês de setembro apresentou uma leve retração de -0,34%, em comparação com o mesmo mês do ano passado. Já o volume de vendas no comércio ? seguindo a mesma base de comparação ? saiu do patamar de -0,62% em agosto e fechou o mês de setembro em +1,83%, a maior alta registrada no segundo semestre de 2013. Os dados são do indicador mensal calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e divulgado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O indicador leva em consideração mais de 150 milhões de consumidores cadastrados em 1,2 milhão de pontos de vendas espalhados por todo o Brasil.De acordo com os economistas da CNDL e do SPC Brasil, ainda que a inadimplência sofra moderadas variações, o índice de calotes no comércio brasileiro vem desacelerando desde março de 2013 e apresenta sinais de estabilidade. Na avaliação da economista do SPC Brasil, Ana Paula Bastos, a retração de -0,34% reflete maior cautela e disciplina do consumidor em relação aos compromissos adquiridos no passado. “Os juros no Brasil estão ficando mais caros em função dos recentes aumentos da taxa Selic. Além disso, a inflação persiste em ficar acima do centro da meta estipulada pelo governo, diminuindo o poder de compra do consumidor. Tudo isso faz com que o brasileiro dê mais valor ao dinheiro e tenha mais disciplina ao pagar as prestações que assumiu”, explica Bastos.Quando comparada com agosto deste ano, a inadimplência, que mede o atraso de pagamentos superiores a 90 dias, avançou +0,72%. A projeção dos economistas das entidades é de que a inadimplência comece a recuar com a proximidade das festas de final de ano, período em que tradicionalmente há uma maior recuperação de crédito por conta da entrada do décimo terceiro salário na economia brasileira. No acumulado dos nove primeiros meses de 2013, comparado com igual período do ano passado ? de janeiro a setembro de 2012 ? a inclusão de novos consumidores no cadastro de inadimplentes do SPC Brasil cresceu +4,09%.Vendas a prazoEm relação às consultas ao banco de dados do SPC Brasil, que refletem o nível de atividade no varejo para as compras parceladas, o mês de setembro registrou alta de +1,83% frente ao mesmo período de 2012. Este é o melhor resultado desde maio deste ano, quando o nível de atividade no comércio apresentou alta de +2,24%.Segundo o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, o recuo da taxa cambial em setembro ? depois das fortes altas registradas entre junho e agosto ? somado à recuperação dos níveis de confiança do consumidor, resultaram na retomada do bom movimento nas lojas brasileiras. “Além disso, os índices recordes de empregabilidade e os impactos positivos causados pelo programa Minha Casa Melhor, que já distribuiu mais de R$ 1 bilhão em financiamentos de móveis e eletrodomésticos, também contribuíram com esse desempenho”, avalia Pellizzaro Junior.Já na comparação com agosto, o volume de vendas para compras a prazo e pagamentos em cheque apresentou uma variação positiva de +1,32% e, no acumulado do ano, alta de +4,42%. Para o presidente da CNDL, o aumento no número de consultas na base de comparação mensal foi influenciado, principalmente, pelo incremento nas vendas por conta das liquidações dos segmentos de vestuário e calçados, em função da mudança de estação.A pesquisaO indicador SPC Brasil mede o atraso de pagamentos no comércio superiores a 90 dias. A base de dados é formada por mais de 150 milhões de consumidores cadastrados em 800 mil pontos de vendas espalhados por todo Brasil.Baixe o material completo em https://www.spcbrasil.org.br/imprensa Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL
  •  Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL

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